JORNAL DO BRASIL
O Custo da crise
no Senado
Karla Correia
Karla Correia
Satisfação garantida ou o seu dinheiro de volta. Se essa máxima do comércio fosse aplicada ao Senado, certamente a instituição estaria com o saldo devedor. Uma das mais caras casas legislativas do mundo, destino de uma dotação orçamentária de R$ 2,6 bilhões, este ano, o Senado só conseguiu votar em plenário dois assuntos considerados de grande interesse público até agora: o projeto de lei que ampliou o Supersimples e a Medida Provisória que elevou o salário mínimo de R$ 350 para R$ 380 em 1º de abril.
Mergulhados em uma crise política sem data para acabar, os 81 senadores que custam, cada um, R$ 33,1 milhões por ano aos cofres públicos, preferiram se voltar para questões intestinas e deixaram em segundo plano o debate das grandes questões que afetam a população, concordam parlamentares e cientistas políticos.
NOTA : SEGUNDO O PRESIDENTE LULA, O QUE É IMPORTANTE, É QUE O SENADO FUNCIONE. QUE APROVE - PARA JÁ, E RÁPIDAMENTE - A CPMF, POIS SEM ESSE IMPOSTO PAGO, MAIORITARIAMENTE, PELA CLASSE MÉDIA, O LULA NÃO PODE FAZER A POLÍTICA ASSISTENCIALISTA QUE LHE GARANTIU O SEGUNDO MANDATO, E QUE PODERÁ GARANTIR O MANDATO DE QUEM O PT INDICAR PARA LHE SUCEDER !
É URGENTE ! . . . PERCEBEM ?
MAS POR ESTE ANDAR . . .
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