terça-feira, 4 de setembro de 2012
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
ISTO, É QUE É NEGÓCIO ! ! !

Os preços de medicamentos genéricos vendidos em São Paulo variam até 951,69%, segundo pesquisa da Fundação Procon divulgado nesta segunda-feira (31). Enquanto o medicamento Diclofenaco Sódico (50 mg, 20 comprimidos) foi encontrado em um estabelecimento por R$ 9,36, em outro, saia por R$ 0,89, uma diferença de R$ 8,47 entre os dois locais.
Entre os medicamentos de referência, a maior diferença de preço (520,83%) foi vista no medicamento Propranolol Ayerst (Cloridrato de Propranolol), da Sigma Pharma (40 mg, 30 comprimidos). O maior preço foi R$ 7,45 e o menor, R$ 1,20 - diferença de R$ 6,25.
Na relação entre os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma apresentação, foi verificada que, em média, os medicamentos genéricos são 58,47% mais baratos que os de referência.
"Por serem produzidos por diversos laboratórios, os medicamentos genéricos são, em geral, mais baratos. Mas é bom lembrar que um genérico de um mesmo laboratório também pode apresentar preços diferentes entre as drogarias/farmácias. Logo, é essencial a pesquisa de preços sempre aliada à recomendação e prescrição médica", orientou o Procon, por meio de nota.
Entre todos os locais pesquisados, do total dos itens comparados, o Walmart (zona sul) apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço - 34 produtos dos 52 encontrados.
NOTA : VOCÊ LEU BEM, SIM !
A DIFERENÇA, NÃO É DE 9,52 %, NEM DE 95,2 % !
É MESMO DE 9 5 2 % ! ! !
PERCEBE AGORA, PORQUE É QUE HÁ TANTAS FARMÁCIAS NO BRASIL, POR VEZES UMAS MESMO AO LADO DE OUTRAS ?
DEPOIS, HÁ QUEM DIGA, TER GOVERNADO PARA OS POBRES, DEIXANDO NESTE ESTADO A SAÚDE ! . . .
PARA QUANDO O PREÇO FIXO DOS MEDICAMENTOS ? QUANDO É QUE ACABAM COM ESTA VERGONHA ?
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sábado, 1 de outubro de 2011
. . . AOS NATUREBAS DE PLANTÃO
Ervas naturais usadas para tratar constipação intestinal, gastrite, hemorróida, e diminuir a retenção de líquidos, entre outros sintomas, podem trazer complicações sérias ao fígado de quem as utiliza, como hepatite crônica e cirrose hepática. Embora não exista uma pesquisa sobre o tema, segundo Raymundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, houve um aumento no número de casos de pacientes que procuram centros de hepatologia por causa da intoxicação do fígado, causado tanto por medicamentos alopatas como também por ervas e chás.
Ele chama a atenção para um levantamento realizado por hepatologistas que mostrou que há no país mais de 170 práticas alternativas sem comprovação científica – as conclusões dos médicos foram encaminhadas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária e ao Ministério da Saúde. "Levantamos a literatura médica para ver o que havia de evidência científica. E o fato é que falta embasamento", diz Paraná. Em geral, esses medicamentos carecem de estudos científicos fase I, II e III, quando são testados em seres humanos — mostrando apenas resultados positivos em testes com animais.
As plantas são uma das mais antigas formas de prática medicinal da humanidade, presentes na cultura africana e na cultura indígena. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimula países a estabelecerem políticas para medicamentos fitoterápicos e plantas medicinais, com o objetivo de que eles utilizem recursos naturais disponíveis em seus próprios territórios com finalidade de tratamento, cura e prevenção.
Vendidas como uma alternativa natural e menos tóxica que os tratamentos convencionais, as ervas passam a falsa impressão de que são todas inofensivas à saúde. "Em geral, a parte da população acha que a medicação alternativa não faz mal nenhum. O fato é que algumas plantas podem causar uma doença hepática grave e, se associadas a algum tipo de medicamento, podem diminuir a ação de outras drogas", explica Aécio Meirelles, hepatologista da Universidade Federal de Juiz de Fora e pesquisador da área de doenças hepáticas induzidas por medicamentos.
Entre as ervas que podem trazer consequências, os especialistas citaram: sacaca (Croton cajucara benth), kava-kava (Piper methysticum) e erva-de-São-João(Hypericum perforatum). Meirelles explica que o problema das plantas é que não se sabe exatamente de onde vem a parte que causa problema — pode vir da folha, do caule da raiz ou até do próprio preparo. Em alguns casos, as pessoas misturam mais de uma erva em um só chá, fazendo com que fique ainda mais difícil descobrir a origem do problema.
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domingo, 10 de maio de 2009
VIDA DE CÃO ? . . .

EXTRA
10-05-2009
Preço de tabela
dos medicamentos
no Rio é o maior
do Brasil
Mario Campagnani
RIO - Os donos de cachorro no Rio de Janeiro não podem reclamar de impostos na hora de comprar medicamentos para o tratamento de seus animais de estimação. Todos os remédios de uso veterinário são isentos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no estado. Contudo, se os proprietários ficarem doentes, podem se morder de raiva, mas terão que arcar com uma taxação bem maior para se tratar. É que o Rio tem o ICMS mais elevado do país sobre esses produtos: 19%, contra 17% na maioria dos estados e 12% em Minas Gerais (no caso dos genéricos) e no Paraná. . . . /// . . .
NOTA : NEM É PRECISO COMENTAR . . .
ISTO É BRASIL ! . . .
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
ISTO ? SÓ NO BRASIL ! . . .

GLOBO 02-02-2009
JORNAL NACIONAL
Preço de genéricos
supera o de remédios
de marca
E a explicação para essa situação está no mercado: o remédio de marca, para continuar sendo vendido, teve que igualar o preço ou até mesmo ficar mais barato que os genéricos
As leis de mercado estão produzindo um fenômeno estranho nas prateleiras das farmácias. Veja na reportagem de Giuliano Tamura.
Os genéricos devem conter o mesmo princípio ativo dos remédios de referência. Por isso, antes de ir para as farmácias, são submetidos a testes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. "Eles chegam ao mercado exatamente iguais ao de marca, fazendo o mesmo efeito", farmacêutica Luciana Viana.
Hoje, de cada cinco remédios comercializados no país, um é genérico, e a proposta de oferecer medicamentos mais baratos à população produziu uma situação curiosa.
Os medicamentos genéricos ganharam a preferência do consumidor brasileiro, mas nem sempre eles são os mais baratos encontrados nas farmácias. Em alguns casos, a diferença de preços entre genéricos e medicamentos de referência passa de 180%.
É o caso do Fluconazol, para micose. O remédio de marca custa R$ 7,58, enquanto o genérico está saindo quase pelo triplo do preço. A Azitromicina é outro exemplo. Três comprimidos genéricos do antibiótico custam R$ 24,58 e o medicamento de marca é vendido por menos de R$ 10.
A diferença entre os medicamentos para controle de colesterol também é grande. A caixa com 30 comprimidos de Sinvastatina de 20 miligramas custa R$ 52,53. O mesmo remédio de referência custa menos da metade, diferença de 156%.
”Está o contrário? Então é preciso tomar cuidado", diz uma consumidora. "É estranho mesmo, você não acha?", pergunta uma mulher. "É um absurdo, porque se o genérico já é para facilitar para as pessoas que não tem condição", reclama uma terceira.
Para os donos de farmácia, tanta diferença tem explicação. "É o cliente que passou a usar mais o genérico, e o de marca, para continuar sendo vendido, teve que se adequar ao preço igual ou até mais barato", declarou o dono de farmácia Álvaro Lima.
O presidente da Associação das Indústrias de Medicamentos Genéricos, Odnir Finotti, concorda. "A tendência é baixar sempre o preço, sempre que tem concorrência, e quanto maior é o número de genéricos para a mesma substância, mais os preços tendem a cair”.
Nessa guerra de preços, pesquisar nunca é demais.
NOTA : BOM, O MINISTRO DA SAÚDE, DEVE ANDAR A PENSAR NOUTRAS COISAS, E NÃO TEM TEMPO, NEM OPORTUNIDADE, PARA SER ALERTADO SOBRE " ESTAS COISAS " QUE A ECONOMIA DE MERCADO VAI TECENDO . . .
O MINISTRO DA ECONOMA, TAMBÉM ANDA PREOCUPADO COM OS EFEITOS DA " MAROLA ", E AINDA NÃO LHE DISSERAM QUE NAS FARMÁCIAS, SE VENDEM GENÉRICOS MAIS CAROS QUE OS REMEDIOS DE MARCA . . .
AS PERGUNTAS QUE SE COLOCAM SÃO ESTAS :
NÃO HÁ NINGUÉM QUE ENFRENTE OS " NEGOCIANTES " DAS FARMÁCIAS E DOS LABORATÓRIOS ?
NÃO HÁ NINGUÉM QUE MANDE BAIXAR OS PREÇOS DOS GENÉRICOS, E ESTABELEÇA O PREÇO ÚNICO DO MEDICAMENTO ?
NÃO HÁ NINGUÉM QUE QUESTIONE, PORQUE É QUE NO BRASIL, EXISTEM FARMÁCIAS, DUAS E TRÊS UMAS AO LADO DAS OUTRAS, DE PROPRIETÁRIOS DIFERENTES ?
NÃO HÁ NINGUEM QUE QUESTIONE, PORQUE É QUE NO BRASIL ( ÚNICO PAÍS ONDE ISTO SE PASSA . . . ) AS FARMACIAS FAZEM PROMOÇÕES (!) E DESCONTOS (!) NOS MEDICAMENTOS ?
NÃO HÁ NINGUÉM QUE QUESTIONE, PORQUE É QUE O GOVERNO DEIXA FLORESCER ESTES RENTÁVEIS NEGÓCIOS, Á CUSTA DA SAÚDE PUBLICA E DO DINHEIRO DO CONTRIBUINTE ?
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domingo, 14 de dezembro de 2008
NEGÓCIOS... SÃO NEGÓCIOS ! . . .
do Brasil custa
até sete vezes mais
que importa
Pesquisadores dizem
queparte da diferença
se deve a 'comodismo'.
País produz 9 dos 17
remédios usados em
coquetel contra doença.
Remédios genéricos anti-retrovirais produzidos no Brasil chegam a custar até sete vezes mais do que aqueles fabricados em outros países. A diferença, reconhecida pelo Ministério da Saúde, é fruto da produção em menor escala, da maior dificuldade em comprar matéria-prima e da falta histórica de uma política industrial farmacêutica.
Mas o preço alto também é atribuído, em parte, a uma espécie de "comodismo" dos laboratórios oficiais. "O setor sabe que é estratégico e, diante da segurança que essa situação lhe dá, nem sempre toma as medidas necessárias para se tornar mais competitivo", afirma a pesquisadora de economia em saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Lia Hasenclever.
NOTA : OS MEDICAMENTOS SÃO COMPRADOS PELO ESTADO AOS LABORATÓRIOS, PARA QUE POSTERIORMENTE, SE FAÇA A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA AOS INTERESSADOS..
COMO É O ESTADO QUE PAGA ( OU SEJA TODOS NÓS . . . ), OS MINISTÉRIOS QUE ENTRAM NA NEGOCIAÇÃO, NEM DEVEM DSCUTIR PREÇOS . . . ESTÁ-SE MESMO A VER NÃO É ? . . .
AGORA O QUE EU NÃO SABIA, E QUE A ESTAS NEGOCIATAS, SE CHAMAVAM NO BRASIL, DE " COMODISMO " ! ! ! . . .
VIVENDO E APRENDENDO !
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domingo, 9 de setembro de 2007
O TRISTE CASO " MADIE "
CASO MADIE
AVÔ CONFESSA USO
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domingo, 19 de agosto de 2007
OS PERIGOS DA AUTO - MEDICAÇÃO
Ladrão dorme
Homem foi encontrado
Um homem foi preso no Recife, depois de arrombar uma clínica. Ele foi encontrado por seguranças no sábado (18), dormindo no local. Segundo a delegada Josenilda Clemente, o suspeito havia separado o material do roubo, mas acabou dormindo porque decidiu ingerir uma substância encontrada na clínica, usada para provocar sonolência em pacientes que fazem endoscopia.
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terça-feira, 24 de julho de 2007
PREMIAR A INCOMPETÊNCIA, NÃO É SÓ NA AVIAÇÃO . . .

O DIA - 24/07/2007
Prémios para a
incompetência
Depósito onde
R$ 20,4 milhões
em remédios
perderam validade
foi homenageado
pelo estado
A Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) da Secretaria Estadual de Saúde, onde foram encontrados R$ 20,4 milhões em medicamentos vencidos e do qual sumiram outros remédios no valor de R$ 47 milhões, recebeu o Prêmio de Qualidade Rio — concedido pelo governo do estado — em 2005 e 2006. Segundo o corregedor da secretaria, Pedro Henrique Di Masi, por causa dos prêmios, a atual gestão demorou seis meses para descobrir que havia remédios vencidos desde 1999, pois acreditava que a CGA funcionava adequadamente. “Como sabíamos que a CGA tinha recebido dois prêmios de qualidade, imaginávamos que não havia problemas. Mas à medida que comprávamos insumos e os hospitais continuavam a reclamar que não conseguiam os itens no estoque, começamos a achar estranho e fomos verificar”. . . ./ / / . . . A secretaria informou que vai enviar hoje os documentos solicitados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que investiga compras sem licitação de roupas de cama e material hospitalar à empresa Emprefour Ltda. Há suspeita de superfaturamento: o estado teria pago até 187% a mais do que o Hospital Geral de Bonsucesso, do governo federal, por produtos semelhantes.
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sábado, 16 de junho de 2007
... GRANDE NEGÓCIO ! ! ! . . .
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