sábado, 13 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
SÓ FALTAVA ISTO . . .
Prefeitura do Rio convoca Fundação
RIO - Os prognósticos do Instituto de Meteorologia, que preveem chuva na virada do ano, não preocupam a prefeitura, que confia nas forças espirituais da Fundação Cacique Cobra Coral para desviar as nuvens de Copacabana e garantir belo espetáculo. Segundo o secretário municipal de Turismo Antonio Pedro Figueira de Melo, a médium Adelaide Scritori foi convidada a participar da organização da festa.
Na Argentina, o espírito que a Adelaide diz incorporar estaria influenciando o desvio das nuvens. Ela está em Buenos Aires, mas virá para Copacabana no réveillon. O prefeito Eduardo Paes acompanhou, na manhã desta terça a montagem do palco principal que está sendo erguido em frente ao Copacabana Palace para virada do ano. Os primeiros ensaios estão previstos para manhã desta quarta-feira.
Outros três palcos também estão sendo montados. Paes está acompanhado do secretário Antônio Pedro e do americano Scott Givens, que é responsável pela produção artística da festa.
Apesar do apelo ao sobrenatural da prefeitura, o secretário ressalta:
- Acredito em Deus acima de tudo.
Marcadores: PREFEITOS, RIO, SINCRETISMO
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
SINCRETISMO ? OBRIGAÇÕES PROFISSIONAIS, OU . . . PALHAÇADA ?
Luciano Huck
cai no mar
Apresentador joga flores a Iemanjá em gravação do especial de fim de ano do Caldeirão...
NOTA : MAS ELE, NÃO ERA JUDEU ? . . .
O QUE UMA PESSOA TEM QUE FAZER NA VIDA, PARA GANHAR DINHEIRO . . .
Marcadores: RELIGIÃO, SINCRETISMO
domingo, 7 de dezembro de 2008
" RELIGIÕES " AFRICANAS

O NORTE - JP
07-12-2008
Devotos vão
homenagear
Iemanjá
Cerca de cem mil
pessoas são
aguardadas
na orla da Capital
para a tradicional
festa dos
umbandistas
Fernanda Medeiros
Clamar pelo fim da violência, saúde, amor e dinheiro. Estes são os principais motivos que levam centenas de fiéis a fazer oferendas a Iemanjá, neste dia 8 de dezembro. A devoção, em João Pessoa é comemorada há 43 anos, por umbandistas e devotos da Rainha do Mar apreciam o evento. A expectativa dos organizadores é que cerca de 100 mil pessoas participem nesta segunda-feira da festa que começa a partir das 16h e só termina na madrugada da terça-feira.
Na Paraíba, o culto a Iemanjá era proibido até o ano de 1966. Os umbandistas eram perseguidos e não podiam exercer sua religião. Só depois desta data, no governo de João Agripino, foi instituída a lei 3.443 que permite o livre exercício dos cultos da Umbanda e Africanos.
Para os seguidores da religião, Iemanjá é uma divindade que rege a maternidade e representa a fertilidade. A imagem da orixá é representada por uma sereia de longos cabelos pretos com um espelho na mão, que é o espelho do mundo que ela orienta, educa e acarinha e, às vezes, com um leque metálico. É a Deusa do Mar que olha pelos marinheiros e pescadores.
Hoje, de acordo com a Federação dos Cultos Africanos do Estado da Paraíba, existem 3.650 terreiros de umbanda, sendo 125 só em João Pessoa. Um deles é de Penha de Iemanjá, localizado no bairro de Mandacaru. Lá, como a mãe de santo é filha da Rainha do Mar, a concentração de fiéis preparando as oferendas para a Orixá aconteceu durante toda semana. Foram flores, perfumes, bijuterias, sabonetes e ouro tudo em agradecimento a graças alcançadas.
"A gente alcança muitas curas. Quando as pessoas estão desenganadas pelos médicos correm para a aqui e conseguem ficar boas. Então nunca mais deixam de agradecer a Iemanjá", afirmou a filha de santo, Terezinha Ferreira.
Ela conta que há mais de oito anos tornou-se filha de santo. E para conseguir chegar a este estágio na Umbanda, ela conta que ficou oito dias trancada dentro de um quarto sendo preparada. "Antes de entrar no quarto para me tornar filha de santo fiquei muito doente, mas depois que aceitei e passei pelo processo, fiquei curada e hoje intercedo os pedidos dos fieis aos orixás", explicou Terezinha.
NOTA : COMO ATÉ À IDADE MODERNA, É DADO CIENTIFICAMENTE COMROVADO, OS POVOS AFRICANOS NÃO TINHAM ATINGIDO A FASE DA ESCRITA, OU SEJA NÃO SE CONHECE UM UNICO DOCUMENTO " ESCRITO " DA HISTÓIA DO CONTINENTE AFRICANO. SE NÃO HÁ LIVROS REVELADOS COMO NA MAIOR PARTE DAS RELIGIÕES, PORQUE NINGUÉM SABIA LER NEM ESCREVER, HÁ COISAS QUE NAO PODEM DEIXAR DE SER QUESTIONADAS, QUANDO SE QUER OLHAR PARA ESTAS FESTAS POPULARES, COM ALGUMA SERIEDADE.
QUE OS ANTIGOS AFRICANOS, ADORASSEM A ÁGUA, O FOGO, OS FENÓMENOS ATMOSFÉRICOS ETC; É PERFEITAMENTE NATURAL, UMA VEZ QUE OS POVOS DA ANTIGUIDADE, E AINDA HOJE ALGUMAS PESSOAS O FAZEM, ENTREGAM À RESPONSABILDADE E LIVRE ARBÍTRIO SOBRENATURAL DAS DIVINDADES QUE VENERAM, TUDO AQUILO QUE ATRAVÉS DA CIÊNCIA, NÃO SABEM, NÃO COMPREENDEM, OU AINDA NINGUÉM LHES EXPLICOU.
IMAGINE-SE SÓ, UMA RELIGIÃO SEM LIVRO REVELADO, VINDA DE ÁFRICA, E SENDO MANTIDA ATÉ HOJE PELA ORALIDADE . . .
ALGUÉM DE BOA FÉ, PODE ACREDITAR SERIAMENTE NISTO ?
Marcadores: RELIGIÃO, SINCRETISMO
domingo, 21 de outubro de 2007
. . . O TAL SINCRETISMO ! . . .
Curso de bacharelado
A primeira reconhecida
Simone Iwasso
Eles cursaram sociologia, psicologia, filosofia, ciências políticas, matemática, artes e lógica. Também estudaram anatomia, botânica, administração templária e sistemas filo-religiosos. Agora, após quatro anos, estão prontos para serem os 35 primeiros bacharéis formados pela Faculdade de Teologia Umbandista (FTU), localizada na Vila Santa Catarina, zona sul de São Paulo, primeira do tipo a ser credenciada e reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).“Para que uma faculdade de umbanda? É o que mais costumávamos ouvir, no começo, de muita gente. Até das redondezas, havia uma certa curiosidade, um pouco de desconfiança”, conta o coordenador do curso, Roger Soares, médico especializado em didática de ensino. Ele mesmo responde: “Estudamos a teologia da umbanda com um enfoque multidisciplinar, passando pela ciência e pela religião e resgatando a cultura popular. O umbandista é o mestiço brasileiro e a faculdade é a valorização dessa cultura.”A explicação fica mais fácil de entender na prática. Primeiro, pelo perfil dos estudantes: brancos, negros e orientais distribuem-se pelo espaço. A mais nova, uma professora de 24 anos. O mais velho, um aposentado de 68. Há advogado, escritora, psicólogo, secretária, fisioterapeuta. Parte deles antigos praticantes da religião, outros adeptos mais recentes. Apenas uma integrante da turma é também sacerdotisa (mãe de santo, na linguagem popular). No primeiro ano, chegaram a ter um padre católico entre os estudantes - ele se inscreveu movido pela curiosidade, mas abandonou as aulas no ano seguinte.Ao chegarem para as aulas - ministradas no período noturno, de segunda à sexta - passam pelo pátio principal e, antes de tomarem um café na lanchonete ou irem direto para as salas de aula, retiram os sapatos e fazem uma reverência em um dos dois templos do local. Um ritual para equilibrar as forças negativas e positivas representadas por entidades, que, segundo a religião, norteiam o mundo e devem manter-se em equilíbrio.“O que mais prezamos é a tolerância, o respeito à diferença. Não há preocupação em converter as pessoas, em transformar todos em pessoas iguais”, diz Antônio José Vieira da Luz, de 50 anos. Formado em fisioterapia e exercendo sua profissão, ele conta que se matriculou na faculdade movido pela vontade de aprender mais sobre a religião e também pela proposta do curso. “Aqui não distinguimos religião, ciência, cultura, história. Tentamos estudar e discutir todos os assuntos. Isso, para quem fez uma faculdade tradicional como eu, é muito diferente.”Como em qualquer outra faculdade, porém, há controle de faltas e são feitas avaliações regulares para cada disciplina por meio de seminários, provas escritas, orais, debates e monografias. O curso, com duração de quatro anos, não é organizado apenas com apresentação de aulas teóricas. Os alunos também aprendem a preparar os rituais e conduzir as cerimônias tradicionais da umbanda, religião que mescla elementos africanos, indígenas, católicos e espíritas.Desse modo, manuseiam ervas e folhas secas, tradição de uso dos elementos da natureza provavelmente originada em conhecimentos indígenas. Acreditam na reencarnação e na comunicação com entidades transcendentais, assim como os espíritas. A influência africana aparece nas roupas usadas, nas músicas e na presença dos orixás.No entanto, a proposta do curso não é formar pessoas para comandar templos umbandistas - apesar de os formandos terem capacidade para fazer isso. “Formamos bacharéis em teologia, que podem dar aulas na educação básica, como qualquer outro formado em teologia tradicional. Ele pode também ser pesquisador de religião, continuar seus estudos num curso de pós-graduação”, esclarece Soares.Mas, ao menos dessa primeira turma de formandos, o interesse não é usar o diploma obtido no mercado de trabalho: todos os alunos já vivem de suas profissões ou exercem outras atividades. “Sou advogado e sou umbandista. Há muitos anos freqüento um terreiro em Guarulhos. Mas, só depois da faculdade, compreendi muita coisa da minha própria religião”, resume Raimundo Santos de Rosa, de 54 anos.
Marcadores: RELIGIÕES AFRO, SINCRETISMO
terça-feira, 28 de agosto de 2007
. . . O TAL SINCRETISMO RELIGIOSO DO BRASILEIRO . . .
Marcadores: POLITICA À BRASILEIRA, RELIGIÃO, SINCRETISMO





