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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

" SOLIDARIEDADE PROLETÁRIA " . . .

DIÁRIO DE NOTICIAS

09-09-2011
SITAVA reage a Lula e está contra privatização da TAP


O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA) reafirmou hoje que é contra a privatização da transportadora aérea nacional, em reacção às declarações do ex-presidente brasileiro, Lula da Silva, sobre o interesse do país na TAP.

Aviação: Sindicato da aviação e aeroportos não comenta interesse do Brasil na TAP, empresa diz-se "honrada"

Lisboa, 08 set (Lusa) -- "A nossa posição tem sido muito clara, somos contrários à privatização da TAP. É uma empresa nacional, a primeira transportadora aérea, não faz sentido que a empresa seja vendida", disse Vítor Mesquita, da direção do SITAVA.

Por sua vez, o porta-voz da TAP António Monteiro disse apenas que a empresa se sente honrada pelas palavras de Lula da Silva.

"A TAP sente-se honrada pelas palavras do ex-presidente Lula da Silva, uma figura de grande importância e respeito para os países lusófonos e para todo o mundo", limitou-se a dizer sem fazer mais comentários.

Na quarta-feira, em Lisboa, Lula da Silva referiu que um dos assuntos discutidos com os governantes portugueses nesta sua visita, que começou na segunda-feira, foi o eventual interesse do Brasil na TAP, que considerou ser "uma empresa extremamente importante".



NOTA : A EXTREMA ESQUERDA EM PORTUGAL, FICOU A CONHECER LULA DA SILVA, E A " SOLIDARIEDADE PROLETÁRIA " DO PT . . .


PERCEBERAM AGORA ? . . .


quarta-feira, 23 de março de 2011

MAIS VALE TARDE QUE NUNCA . . .


NOTA : A REACÇÃO VEM TARDE, MAS, MAIS VALE TARDE DO QUE NUNCA ! . . .
E NO TOCANTE A OUTROS DITADORES E OUTRAS DITADURAS ?
VÃO DEMORAR MUITO A RECONSIDERAR ?

domingo, 6 de março de 2011

DILMA DEMARCA TERRENO ! E DEIXA LULA NO LUGAR QUE LHE É DEVIDO !


NOTA : O CHAVEZ, ( O MALUQUINHO DO CARIBE . . . ) NÃO ACERTA UMA ! . . . NINGUÉM O LEVA A SÉRIO ! JÁ O FILHO DE KADHAFI LHE DISSE, PARA ELE NÃO SE METER NESTAS COISAS . . . MAS ELE PARECE NÃO TER APRENDIDO.
INSISTE EM QUERER LEVAR O " CUMPNHÉRO " LULA PARA ESTAS ACTIVIDADES DE DIPLOMACIA PARALELA, QUE QUASE NADA RESOLVEM, A NÃO SER, DAR PROTAGONISMO PARA OS INTERVENIENTES.
QUEM COSTUMA FAZER DISTO, SÃO OS ESTADOS UNIDOS, QUE MANDAM OS EX - PRESIDENTES E EX - SECRETÁRIOS, A ALGUMAS MISSÕES NO EXTERIOR, PARA TEREM ACÇÕES, QUE GOVERNANTES NÃO PODEM OU NÃO DEVEM TER . . .
DILMA, AO NÃO ACEITAR ( E MUITO BEM ) ESTAS ACÇÕES DE DIPLOMACIA PARALELA, MATA DOIS OU TRÊS COELHOS COM UMA SÓ PAULADA . . .
1º. DIZ ABERTAMENTE, QUE A PRESIDENTE É ELA, E QUE CONJUNTAMENTE COM O MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, É ALI NO ALVORADA OU NO ITAMARATY, QUE A POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA É DEFINIDA !
2º. DIZ CLARAMENTE A LULA, QUE SE DEDIQUE ÀS " PALESTRAS " ( SOBRE QUÊ ?... ), E QUE SE DEIXE DE PROTAGONISMOS IDIOTAS APOIADOS POR DITADORES LATINO - AMERICANOS, QUE JÁ MOSTRARAM, NO CASO DO IRÃO, DAQUILO QUE SÃO CAPAZES . . .
3º. LULA, NÃO VAI GOSTAR MUITO DESTAS POSIÇÕES DE DILMA, E PODE COMEÇAR AQUI ALGUM MAU ESTAR, ENTRE DILMA E O EX- PRESIDENTE.
ESTAREI ENGANADO ? O TEMPO O DIRÁ !

sexta-feira, 4 de março de 2011

À ATENÇÃO DE LULA . . .

DIÁRIO DE NOTICIAS ∕ LISBOA
04-03-2011
Revolta na Líbia
Filho de Kadhafi rejeita proposta de mediação de Chávez. O filho do líder líbio Muammar Kadhafi, Said el Islam Kadhafi, rejeitou hoje a proposta do Presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de criar uma missão internacional de paz para resolver o conflito na Líbia.


Numa entrevista ao canal de notícias britânico Sky News, Said el Islam Kadhafi admitiu não estar informado sobre a proposta de Chávez, mas descartou, de forma categórica, uma possível mediação internacional.
"Não sei nada sobre esse assunto. É como se eu fosse facilitar um acordo na Amazónia", afirmou o filho do líder líbio, que conduziu uma equipa de repórteres da estação britânica pelas ruas de Tripoli.
Os venezuelanos "são nossos amigos e são respeitados, mas estão longe e não têm ideia" da situação do país, disse Said el Islam Kadhafi.
"A Líbia está localizada no Médio Oriente e no norte de África e a Venezuela na América Latina. Obrigado, agradecemos. São nossos amigos. É um bom gesto, mas somos capazes de resolver os nossos próprios problemas. Não há necessidade de uma intervenção estrangeira", reforçou.
As declarações de Said el Islam Kadhafi vêm contradizer as informações divulgadas também hoje pelo Governo de Caracas, que assegurou que o líder líbio e a Liga Árabe estariam a estudar a proposta apresentada pelo chefe de Estado venezuelano. Chávez propôs criar uma missão internacional de paz, constituída por diversos países amigos, para mediar negociações entre o dirigente líbio e a oposição armada e encontrar uma solução para o conflito no território líbio.

NOTA : OH LULA, QUE CHATICE ! TEM DE VIR O GAROTO DIZER À " COMUNIDADE DOS TÓ - TÓS ", QUE O CHAVEZ É MALUQUINHO, E QUE NINGUÉM O LEVA A SÉRIO NA COMUNIDADE INTERNACIONAL ! . . .

VÊ LÁ TU, ONDE ANDASTE METIDO ! . . . ATÉ O GAROTINHO ( DA LÍBIA, NÃO É O DE CAMPOS... ) JÁ VIU ESTAS COISAS ! . . .


sábado, 1 de janeiro de 2011

1º TESTE PARA O NOVO ITAMARATY DE DILMA


NOTA : LOGO PARA COMEÇAR, O NOVO ITAMARATY SOB O COMANDO DE DILMA, VAI TER O PRIMEIRO TESTE, NADA FÁCIL, QUE LHE FOI DEIXADO PELO " COMPANHÉRO ", MESMO, NO ÚLTIMO DIA DE MANDATO.
PELA REACÇÃO QUE O ITAMARATY TIVER, FICAREMOS COM A NOÇÃO, DE COMO IRÁ SER A POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA NOS PRÓXIMOS TEMPOS.
EMBORA ESTE CASO NÃO SEJA EMBLEMÁTICO PARA TRAÇAR EVENTUAIS FUTUROS CENÁRIOS, PORQUE FOI DEIXADO TODO " RESOLVIDO ", PODE NO ENTANTO DAR A ENTENDER, MUITA COISA SOBRE A NOVA EQUIPA DE DILMA.
AGUARDEMOS.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O QUE FICA DEPOIS DA PUBLICIDADE, EM QUE OS GOVERNOS LULA FORAM PRÓDIGOS . . .

FOLHA DE S.PAULO
29/12/2010 - 09h08
Em oito anos, Lula visitou 85 países em busca de parceiros comerciais e políticos
DA BBC BRASIL



Com visitas a 85 países em um período de oito anos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva colocou em prática uma política de diversificação das relações do Brasil com o mundo que ajudou a projetar o país do ponto de vista econômico, mas que ao mesmo tempo colecionou polêmicas na arena política.
Com um discurso contrário à concentração das exportações brasileiras para um número "restrito" de países, Lula passou a usar as visitas internacionais como forma de "vender" o produto brasileiro em novos mercados.
A diversificação das relações, no entanto, também teve um forte cunho político, refletindo sobretudo a busca de apoio ao Brasil por um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
O fortalecimento da relação com a África é apontada por especialistas como "principal símbolo" dessa estratégia. Em oito anos, Lula visitou 27 países do continente, enquanto Fernando Henrique Cardoso esteve em apenas três deles.
"Lula assumiu como ninguém o papel de garoto-propaganda do produto brasileiro no mercado internacional. Sem dúvida o empenho foi bem-vindo, mas o resultado prático deixou a desejar", diz o vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior), Fábio Martins.
Ele cita a permanência de barreiras sanitárias impostas por Estados Unidos, Rússia e Japão à carne brasileira, apesar das insistentes "reclamações" do presidente Lula junto a esses países.
Ainda segundo Martins, a busca por mercados consumidores menos tradicionais, como na África e no Oriente Médio, acabam tendo "pouco impacto" no total exportado.
"O problema é que diversificamos para esses países, que têm menos peso comercial, e perdemos espaço em mercados altamente consumidores, como o dos Estados Unidos", diz Martins.
Em 2002, as exportações brasileiras para os Estados Unidos representavam 28% do total exportado, caindo para 11% em 2010.
O governo, no entanto, argumenta que o processo de diversificação está "começando" e que as vantagens puderam ser constatadas durante a crise financeira, quando países dependentes da economia americana, como o México, sofreram um impacto muito maior do que o Brasil.
O professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense Williams Gonçalves diz que a política externa do presidente Lula seguiu a tradição "nacionalista" e que, nesse contexto, é "impossível" separar os interesses econômicos dos objetivos políticos.
"A busca pela ampliação dos parceiros comerciais obedeceu a uma orientação política, que não chega a ser nova na história das relações internacionais do Brasil", diz o professor.
Sob a gestão do presidente Lula, o Brasil ampliou ou intensificou suas relações com países de fora do eixo ocidental - alguns deles com governos polêmicos, despertando uma série de críticas na opinião pública.
O caso mais emblemático passou a ser o do Irã, acusado de abusos em direitos humanos, mas há também exemplos como Venezuela, Sudão, Líbia, Cuba e Guiné Equatorial, todos visitados pelo presidente Lula.
Na avaliação de Gonçalves, a diplomacia dos anos Lula foi "coerente", na medida em que privilegiou os "interesses nacionais".
Como resultado concreto o professor cita a reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI), que segundo ele foi resultado, dentre outros fatores, de uma ação conjunta de Brasil, China e Índia.
"É claro que não vamos defender causas absurdas, mas precisamos fazer nossos cálculos. Uma parte da nossa sociedade quer que sejamos uma potência ética, mas isso não existe", diz o professor da UFF, lembrando que, assim como o Brasil, diversas outras democracias também têm relações próximas com governos polêmicos.
Já na avaliação do ex-secretário geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento, Rubens Ricupero, o presidente Lula fez alguns "julgamentos equivocados" em sua busca por novos parceiros.
"No caso do Irã, por exemplo, tentamos impor nossa agenda e tivemos um resultado negativo, que não deu certo", diz Ricupero, referindo-se à tentativa de acordo nuclear intermediada por Brasil e Turquia.


NOTA : A VERDADE É ESTA !





ACREDITO QUE AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS DO BRASIL DA ERA DILMA, SERÃO SUBSTANCIALMENTE DIFERENTES. PRIMEIRO PORQUE OS PRINCIPAIS INTERVENIENTES SERÃO OUTROS. DEPOIS, PORQUE OS RESULTADOS PÍFIOS DE TANTA VIAGEM, FICARAM POR DEMAIS ESCANCARADOS, E PIOR DE TUDO, COM INFLUÊNCIA FORTEMENTE NEGATIVA NA ECONOMIA BRASILEIRA, AO CONTRÁRIO DO QUE SERIA DE ESPERAR, PARA JÁ NÃO FALAR NAS INÚMERAS " GAFFES ", QUE FARÃO CERTAMENTE PARTE, DO ANEDOTÁRIO DIPLOMÁTICO INTERNACIONAL.



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

QUE MAIS FALTARÁ ? . . .


DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA
24-11-2010
Diplomacia
Irão autoriza propaganda nazi
por LUMENA RAPOSO


Novo 'site' em Teerão registou logo 300 membros. Presidente Ahmadinejad sempre negou Holocausto.
O Ministério da Cultura e Orientação Islâmica do Irão decidiu levantar ontem o bloqueio brevemente imposto a um site pró-nazi e anti-judaico. A decisão não foi pacífica - conservadores e reformistas manifestaram a sua preocupação -, mas acabou por vencer o que um escritor contemporâneo denomina de "lado do Mal".
A decisão é tanto mais surpreendente quanto o ministério em causa tem encerrado sites culturais, religiosos, políticos e alguns que classifica como "indecentes". Mas não pareceu ter grandes dúvidas em autorizar o irannazi.ir, também chamado de Centro para os Estudos Históricos da I Guerra Mundial e do Nazismo.
Segundo algumas fontes, o sítio em causa é gerido por um grupo que se denomina de Centro para os Estudos de nazis iranianos. Mal foi aberto, acolheu 300 novos membros e recebeu 3200 e-mails de apoio. A decisão de Teerão de autorizar a abertura na Internet deste site para os fanáticos da Alemanha nazi não deixa de levantar questões, ou de tirar dúvidas, sobre a atitude oficial anti-semita do regime iraniano.
O site pró-governamental Tabnak pediu ao Executivo que explicasse as razões da sua decisão, enquanto o site reformista rooz online denunciou o ministro da Cultura, Ali Ramin, como tendo relações com os nazis na Europa e por apoiar ideias nazis. Ramin é, segundo publicações árabes, o fundador do Instituto do Holocausto em Teerão e foi o presidente de uma conferência que nega a aniquilação dos judeus pelo III Reich.
Em declarações à televisão Alarabiya, o jornalista iraniano Mohammad Reza Yazdanpanah avança que Ramin é como que a "iminência parda" do Presidente Ahmadinejad no que se refere à política do Chefe do Estado iraniano para com os judeus e a negação do Holocausto. "Mito" e "mentira" é como o Chefe do Estado iraniano se tem referido ao Holocausto ao mesmo tempo que prevê o fim do Estado de Israel.
Curiosamente, Israel foi um dos países que reagiu à abertura deste sítio. "Agora temos mais uma evidência das simpatias do seu regime", disse a propósito, Yigal Palmor, o - às vezes - fleumático porta-voz da diplomacia israelita.
E enquanto os "amantes do nazismo" se podem deliciar com o seu novo site, a repressão do regime iraniano continua. Um mandado de captura foi emitido contra Mehdi Hachémi, um filho do antigo presidente reformador Akbar Rafsandjani. Os conservadores continuam a acusar Hachémi de ter incitado às grandes manifestações contra Ahmadinejad após as eleições de 9 de Junho de 2009.
Entretanto, o Irão foi ontem notícia por uma outra razão: o Governo da Gâmbia decidiu cortar todas as suas relações com o Executivo de Teerão. A decisão foi súbita e surpreendeu o regime de Ahmadinejad.
O pequeno país de África, além de cortar as relações com o Irão, deu 48 horas a este país para retirar todo o seu pessoal do território gambiano. A decisão de Banjul estará ligada a uma polémica sobre uma misteriosa entrega de armas de Teerão à Gâmbia.
Banjul não comentou esta decisão mas Teerão acusa a Gâmbia de ter cedido às pressões americanas que, segundo fontes concordantes, têm tentado convencer o Governo de Banjul a prescindir das armas e do apoio financeiro de Tee

NOTA : UM PAÍS QUE RENEGA A HISTÓRIA E TENTA REESCREVÊ-LA DE ACORDO COM AS SUAS CONVICÇÕES ;

UM PAÍS QUE FAZ APOLOGIA DE UMA CAUSA ASSASSINA E DA LOUCA TEORIA DE ELIMINAÇÃO DE POVOS ;

UM PAÍS QUE AMEAÇA OUTRAS NAÇÕES DE SEREM ELIMINADAS DO MAPA ;

UM PAÍS QUE MATA HOMOSEXUAIS EM NOME DA LEI, E APEDREJA ATÉ À MORTE MULHERES ADÚLTERAS ;

UM PAÍS QUE É GOVERNADO POR CHEFES RELIGIOSOS FANÁTICOS, EM VEZ DE DIRIGENTES ELEITOS PELO SEU POVO ;

UM PAÍS QUE TEM UM MINISTRO DA CULTURA (?) QUE TUDO ISTO INCITA E PROMOVE ;

QUE RESPOSTA MERECE DO MUNDO OCIDENTAL MAIS ESTA ATITUDE IRANIANA ?

QUE COMENTÁRIOS FARÃO SOBRE MAIS ESTA CABOTINAGEM, AS ILUMINADAS CRIATURAS QUE DIRIGEM AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS EM BRASÍLIA, CARACAS E HAVANA ? . . .

O QUE PENSARÁ DE TUDO ISTO DILMA ROUSSEFF ?

O SILÊNCIO NESTAS COISAS, É ALTAMENTE COMPROMETEDOR ! . . .

terça-feira, 17 de novembro de 2009

ELE VEM AÍ . . .

G1 GLOBO
17/11/2009
Irã condena cinco à morte

por protestos após as
eleições presidenciais
81 foram condenados à prisão

por contestar reeleição de
Ahmadinejad.
Condenados podem recorrer
das decisões, segundo tribunal.


Cinco pessoas acusadas de terem participado de manifestações depois da contestada reeleição do presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad foram condenadas à morte; outras 81 foram condenadas a penas de prisão de até 15 anos, informou nesta terça-feira (17) a mídia estatal, citando relatório oficial do Judiciário.
"Oitenta e nove pessoas foram julgadas até o momento" por sua participação dos protestos, diz o relatório. "Cinco foram condenadas à morte, e 81 a penas de prisão de seis meses a 15 anos."
Os cinco foram considerados culpados de "terem mantido relações com grupos antirrevolucionários, terroristas ou de oposição" ou de serem membros destes. Três dos 89 réus foram absolvidos. Os condenados podem recorrer da decisão.Durante os protestos consecutivos à polêmica reeleição, em junho passado, do presidente Ahmadinejad, cerca de 4.000 pessoas foram detidas e 140 foram levadas ante a justiça.
Alegando irregularidades em prol do presidente conservador Mahmoud Ahmadinejad, políticos e ativistas reformistas saíram às ruas depois da eleição de junho, na pior crise interna do Irã desde a Revolução Islâmica de 1979. As autoridades negaram as acusações de fraude e reprimiram duramente os manifestantes, acusando-os de estarem a serviço de governos estrangeiros. Milhares de pessoas foram detidas, e mais de cem foram levadas a julgamento. A oposição criticou os processos judiciais, que já resultaram em diversas penas de prisão. Em outubro, a agência de notícias Isna disse que três pessoas haviam sido condenadas à morte por causa dos distúrbios pós-eleitorais e de supostas ligações com grupos oposicionistas no exílio, entre eles a Organização Mujahideen Popular do Irã, grupo monarquista que é considerado terrorista tanto pelos EUA quanto pelo Irã. A alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu no mês passado ao tribunal de recursos do Irã que reveja com atenção as três condenações à morte previamente anunciadas. A oposição diz que mais de 70 pessoas morreram nos distúrbios pós-eleitorais. As autoridades dizem que o número real é de aproximadamente metade disso, e inclui também membros da milícia islâmica Basij, leal ao governo.

NOTA : O LULA, RECEBE ESTA GENTE, TORCE PELA ABSOLVIÇÃO DE UM ITALANO CONDENADO POR ASSASSINATO, ANDA DE MÃO DADA COM O CHAVEZ, E DEPOIS, QUER TER O RECONHECIMENTO DAS NAÇÕES CIVILIZADAS, PARA APOIAR A SUA ENTRADA PARA O CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU . . .

MAS QUEM É QUE ASSESSORA O PRESIDENTE ?

MAS QUEM É QUE ELE OUVE ?

terça-feira, 3 de março de 2009

E AGORA ? . . . O QUE DIRÃO OS AMIGOS DO DITADOR ?

03-03-2009
JORNAL DE
NOTICIAS
PORTUGAL
Venezuela:

Nove altos

dirigentes das

FARC estão

refugiados

no país

Caracas, 3 Mar (Lusa) -- Pelo menos nove integrantes do Estado-Maior Central das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia estão refugiados na Venezuela, revela hoje a imprensa venezuelana, citando informações dos serviços de inteligência colombianos e da rádio RCN.

Dois outros dirigentes estariam refugiados no Equador, foi noticiado.

Segundo a imprensa venezuelana Rodrigo Londoño (apodado de "Timoleón Jiménez"), Luciano Marín ("Iván Márquez"), Emilio Cabrera Díaz ("Bertulio"), Marcelino Trujillo ("Martín Villa"), Orley Jurado Palomino ("Hermes Aguilera"), Abelardo Caicedo ("Solis Almeida"), Rodrigo Granda ("Ricardo"), Jesús Santrich e Luis Alberto Albán ("Marco León Calarcá")encontram-se na Venezuela.

Dois outros chefes guerrilheiros, Guillermo Torres ("Julián Conrado") y Sixto António Cabaña ("Domingo Piojó"), estariam refugiados no Equador.

O Estado Maior Central das Farc é integrado por 31 chefes, sete deles membros do secretariado.


NOTA : NÃO É COM AMIGOS DESTES QUE LULA CONSEGUE UM LUGAR PARA O BRASIL NO CONSELHO DE SEGURANÇA !

QUANTO AO CASO DA DEPORTAÇÃO DO ITALIANO, AINDA VAMOS VER COMO FICARÁ . . .