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sábado, 22 de agosto de 2009

FAZ O QUE EU DIGO, NÃO FAÇAS O QUE EU FAÇO . . .
























G1 GLOBO

22/08/09

Tarso Genro volta

a pedir julgamento

de torturadores

da ditadura

'Nós não estamos

pedindo que os

torturadores sejam

torturados', disse.

Aprovação da Lei

da Anistia completa

30 anos neste sábado.

O ministro Tarso Genro (Justiça) voltou a pedir neste sábado (22) o julgamento das pessoas envolvidas em casos de tortura durante a ditadura militar. Em ato público organizado pelo Ministério da Justiça no Rio de Janeiro para lembrar os 30 anos da Lei de Anistia, Tarso cobrou do Supremo Tribunal Federal (STF) agilidade na análise de ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que questiona a extensão da lei. “O que fará uma anistia total, ampla geral e irrestrita é exatamente curar essas feridas. Curar essas feridas pela conciliação democrática, pelo reconhecimento do direito das pessoas e pela capacidade que deve demonstrar o Estado democrático de direito de processar aqueles que diretamente realizaram torturas nos porões do regime militar”, disse Tarso.

Segundo o ministro, a idéia de que punir torturadores seja “revanchismo” é falsa. “É uma fraude esse argumento. É mentiroso esse argumento. Nós não estamos pedindo que os torturadores sejam torturados. Nós estamos pedindo é que eles sejam julgados e aquilo que eles fizeram seja exposto à sociedade brasileira.”

Na ação que corre no STF, a OAB alega que servidores e militares envolvidos com tortura, morte e desaparecimento de militantes políticos não poderiam se beneficiados pela lei.

O STF pediu à Procuradoria Geral da República (PGR) um parecer sobre o caso. Na semana passada, o procurador-geral, Roberto Gurgel, disse que deveria concluir seu parecer em cerca de 15 dias. O relator do caso no STF, ministro Eros Grau, não revela quando deve levar o tema ao plenário, mas a expectativa é de que o questionamento da OAB seja julgado ainda este ano.
Em fevereiro passado, a Advocacia Geral da União (AGU) havia manifestado em parecer ser favorável à não punição dos agentes de Estado acusados de tortura durante a ditadura militar.

A posição é defendida pelo o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, sob a alegação de que os atos cometidos na época configuram crime político e não crime comum. Para o ministro Tarso Genro e o secretário Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, porém, os torturadores devem ser responsabilizados criminalmente.


NOTA : ESPERAVA-SE DO SENHOR MINISTRO DA JUSTIÇA, IGUAL APELO, PARA AS ATROCIDADES ÀS LEIS DA REPUBLICA QUE SE FAZEM NESTE PAÍS ! . . .

PORQUE NÃO, PEDIR ENCARECIDAMENTE AOS SEUS COMPANHEIROS DO PT, QUE DEIXEM A JUSTIÇA TOMAR CONTA DOS LADRÕES DO DINHEIRO PÚBLICO DESTE PAÍS, QUE NO SENADO, FAZEM O QUE QUEREM, A COBERTO DA IMPUNIDADE, QUE O SENHOR, COMO MINISTRO DA JUSTIÇA, NÃO OUSA ALTERAR ? . . .


PEÇA PARA SARNEY, RENAN E OUTROS, SEREM JULGADOS TAMBÉM, PELA FALSIDADE IDEOLÓGICA, ESTELIONATO E IMPROBIDADE, E TANTOS OUTROS CRIMES QUE A IMPRENSA NOTICIA, E QUE A FORÇA DOS VOTOS DO SEU PARTIDO E ALIADOS, IMPEDEM QUE JUSTIÇA SE FAÇA !


O SENHOR TEM CORAGEM E PESO POLÍTICO PARA O FAZER ?


SE NÃO TEM, É MELHOR ABANDONAR O CARGO QUE DESEMPENHA NA REPUBLICA, OU ENTÃO, REDUZIR-SE AO SILÊNCIO !


COMO E ÓBVIO, A TORTURA, É UM CRIME HEDIONDO, E SEJA QUAL FOR O REGIME EM QUE TENHA SIDO COMETIDO, É SEMPRE MOTIVO PARA A REPROVAR.
MAS, E OS OUTROS CRIMES, QUE HOJE SE COMETEM NO SENADO E EMPRESAS PÚBLICAS ?

PORQUE É QUE OS SEUS COMPANHEIROS TEIMAM EM RELEVÁ-LOS ?


O SENHOR QUER CONCLAMAR A SOCIEDADE E PODER POLÍTICO PARA ESCONJURAR ESTA PRAGA, OU, UNS PODEM E OS OUTROS NÃO ?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

COISAS DO BUSH . . .

SITE GLOBO - 15/02/2008
Sufocamento em

interrogatório
não é tortura, diz Bush
Presidente dos EUA diz
que método é justificável
para suspeitos de

terrorismo.
Prisioneiros são pendurados
de ponta-cabeça e
têm os rostos mergulhados
na água.


O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, se referiu aos atentados de Londres de 7 de julho de 2005 para justificar uma técnica de interrogatório de suspeitos terroristas, conhecida como "waterboarding" (afogamento simulado), em entrevista concedida à rede de TV britânica BBC.
Bush disse que a informação obtida de supostos terroristas ajudou a salvar vidas e considerou que os familiares das vítimas daqueles ataques o entenderão.
O método, que causou grande polêmica já que é visto como uma forma de tortura, consiste em pendurar o prisioneiro de cabeça para baixo e descê-lo até o pescoço em um recipiente com água, causando a sensação de sufocamento.
No entanto, o presidente americano disse na entrevista exibida na madrugada desta sexta-feira (15) na "BBC World News America" que o "waterboarding" não é tortura e ameaçou vetar o projeto do Congresso que o proibiria.
Acrescentou que seu país atua em virtude da lei para interrogar e obter informação que permita proteger os EUA e outros países.


NOTA : NÃO SEI SE HEI-DE RIR, SE HEI-DE CHORAR . . .



É CLARO QUE ESSE SISTEMA DE PENDURAREM AS PESSOAS DE CABEÇA PARA BAIXO, E MERGULHAR-LHES A CABEÇA NA ÁGUA, É UM MÉTODO RECOMENDADO PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, CRUZ VERMELHA INTERNACIONAL E AMNISTIA INTERNACIONAL, SUGERIDO ATÉ, POR OTORRINOLARINGOLOGISTAS, PARA QUE OS DETIDOS NÃO VENHAM A PADECER DE DORES DE OUVIDOS POR NÃO OUVIREM NINGUÉM, OU DANIFIQUEM AS CORDAS VOCAIS, POR ESTAREM MUITO TEMPO NO ISOLAMENTO SEM FALAR ! . . .



O BUSH, CONSEGUE DIZER ISTO SEM SE RIR, E HÁ MUITO AMERICANO QUE AINDA ACREDITA ! . . .



sexta-feira, 23 de novembro de 2007

HÁ SIM, MAS NÃO É SEMPRE ! . . .

Tortura existe,

mas não é sistemática,
diz secretário de
Direitos Humanos
Denize Bacoccina
De Brasília

O governo brasileiro contesta a afirmação da versão preliminar do relatório do Comitê das Nações Unidas contra a Tortura, divulgada nesta sexta-feira em Genebra, de que há "tortura sistemática" nas prisões brasileiras, mas admite que a prática segue ocorrendo nos estabelecimentos carcerários do país.
"A tortura existe no Brasil, mas não correspondente à vontade das autoridades e não é sistemática", afirmou à BBC Brasil o ministro-chefe da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi.
O ministro diz que a afirmação de que há "tortura generalizada e sistemática" no relatório dá a impressão de que se trata de uma orientação do governo brasileiro."Isso não é verdade", afirma. "Há uma orientação das autoridades policiais brasileiras, federais e estaduais, de não praticar tortura. As torturas acontecem, porque há notícias, mas em cada um dos casos que chega à Secretaria nós não deixamos de tomar providências."
NOTA : HÁ TORTURA SIM, MAS NÃO É SISTEMÁTICA . . . FAZEM INTERVALOS !

terça-feira, 29 de maio de 2007

BOAS NOTÍCAS

VIOLÊNCIA CONTRA VIOLÊNCIA

O Coronel que defendia choques electricos e tortura, perde o comando do Batalhão
Militar é afastado após reportagem de O DIA revelar discurso com apologia a choques elétricos

segunda-feira, 28 de maio de 2007

AI ESTA AMÉRICA LATINA . . .

PM diz sonhar com a ditadura e tortura
Thiago Prado - O DIA - RJ 28/5/2007


O tenente-coronel António Washington Borges Germano, comandante do Batalhão de Policiamento de Vias Especiais (BPVE) — responsável pelo patrulhamento da Avenida Brasil e da Linha Amarela —, adopta estilo polémico para o que chama de ‘motivar a tropa’. Em gravação obtida por O DIA, Germano afirma, em reunião de rotina do batalhão, ter vontade de torturar policiais que recebem propina, além de sentir saudades da época da ditadura militar. Procurado, ele confirmou as polémicas declarações e afirmou que adopta este discurso para “inflamar os oficiais e motivar a tropa”.
O discurso de Germano foi feito para os subordinados no dia 17 de abril deste ano. No áudio, ele reclama dos policiais que fazem negociatas com tabela de R$ 10 e R$ 20: “Como tá na democracia, eu só posso punir. Minha vontade, se tá na ditadura militar, é botar tomando choque eléctrico a noite inteira. O meu sonho é voltar essa ditadura”. Em seguida, acrescenta: “Você botava tomando choque a madrugada toda, não precisava punir, não. Choque e porrada”.