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quinta-feira, 25 de abril de 2013

ASSIM, TAMBÉM EU ERA UM MEGA - EMPRESÁRIO . . .



ESTADO DE S. APULO
25/04/2013
‘Eike, emblema e indício’
DEMÉTRIO MAGNOLI

 
Eike Batista valia US$ 1,5 bilhão em 2005, US$ 6,6 bilhões em 2008, US$ 30 bilhões em 2011 e US$ 9,5 bilhões em março passado, depois de 12 meses em que seu patrimônio encolheu num ritmo médio de US$ 50 milhões por dia. Desconfie das publicações de negócios quando se trata do perfil dos investimentos de grandes empresários. Apenas cinco anos atrás uma influente revista de negócios narrou a saga de Eike sem conectá-la uma única vez à sigla BNDES. Mas o ciclo de destruição implacável de valor das ações do Grupo X acendeu uma faísca de jornalismo investigativo. Hoje o nome do empresário anda regularmente junto às cinco letrinhas providenciais – e emergem até mesmo reportagens que o conectam a outras quatro letrinhas milagrosas: Lula.

A história de Eike é, antes de tudo, um emblema do capitalismo de Estado brasileiro. Durante o regime militar, Eliezer Batista circulou pelos portões giratórios que interligavam as empresas mineradoras internacionais à estatal Vale do Rio Doce. Duas décadas depois seu filho se converteu no ícone de uma estratégia de modernização do capitalismo de Estado que almeja produzir uma elite de megaempresários associados à nova elite política lulista.

“O BNDES é o melhor banco do mundo”, proclamou Eike em 2010, no lançamento das obras do Superporto Sudeste, da MMX. O projeto, orçado em R$ 1,8 bilhão, acabava de receber financiamento de R$ 1,2 bilhão do banco público de desenvolvimento, que também é sócio das empresas LLX, de logística, e MPX, de energia. No ano seguinte o banco negociou com o empresário duas operações de injeção de capital no valor de R$ 3,2 bilhões, aumentando em R$ 600 milhões sua participação na MPX e abrindo uma linha de crédito de R$ 2,7 bilhões para as obras do estaleiro da OSX, orçadas em pouco mais de R$ 3 bilhões, no Porto do Açu, da LLX. Hoje o endividamento do Grupo X com o banco mais generoso do mundo gira em torno de R$ 4,5 bilhões – algo como 23% do seu valor total de mercado.

“A natureza sempre foi generosa comigo”, explicou Eike. “As pessoas ricas foram as que mais ganharam dinheiro no meu governo”, explicou Lula. A política, não a economia, a “natureza” ou a sorte, inflou o balão do Grupo X. Dez anos atrás o BNDES não era “o melhor banco do mundo”. Alcançou essa condição por meio de uma expansão assombrosa de seu capital deflagrada no final do primeiro mandato de Lula da Silva. A mágica sustentou-se sobre o truque prosaico da transferência de recursos do Tesouro Nacional para o BNDES. O dinheiro ilimitado que irrigou o Grupo X e impulsionou uma bolha de expectativas desmesuradas no mercado acionário é, num sentido brutalmente literal, seu, meu, nosso, dos filhos de todos nós e das crianças que ainda não nasceram, mas pagarão a conta da dívida pública gerada pela aventura do empresário emblemático.

Eike é emblema, mas também indício. A saga da célere ascensão e do ainda mais rápido declínio do Grupo X contém uma profusão de pistas, ainda não exploradas, das relações perigosas entre o círculo interno do lulismo e o mundo dos altos negócios.

Na condição de “consultor privado”, em julho de 2006 o ex-ministro José Dirceu viajou à Bolívia, num jatinho da MMX, exatamente quando o governo de Evo Morales recusava licença de operação à siderúrgica de Eike. Nos anos seguintes, impulsionado por um fluxo torrencial de dinheiro do BNDES, o Grupo X atravessou as corredeiras da fortuna. Durante a travessia, em 2009 o empresário contou com o beneplácito de Lula para uma tentativa frustrada de adquirir o controle da Vale, pela compra a preço de oportunidade da participação acionária dos fundos de pensão, do BNDES e do Bradesco na antiga estatal. Naquele mesmo ano o fracasso de bilheteria Lula, o Filho do Brasil, produzido com orçamento recordista, contou com o aporte de R$ 1 milhão do empreendedor X.

A parceria entre os dois “filhos do Brasil” não foi abalada pela reversão do movimento da roda da fortuna. Em janeiro passado, a bordo do jato do virtuoso empresário, Eike e o ex-presidente visitaram o Porto do Açu. O tema do encontro teria sido um plano de transferência para o Açu de um investimento de R$ 500 milhões de um estaleiro que uma empresa de Cingapura ergue no Espírito Santo. Em março, depois que Lula lhe recomendou prestar maior atenção às demandas dos empresários, Dilma Rousseff reuniu-se com 28 megaempresários, entre eles o inefável X. Dias depois, numa reunião menor, a presidente e um representante do BNDES se teriam sentado à mesa com Eike e seus credores privados do Itaú, Bradesco e BTG-Pactual.

Equilibrando-se à beira do abismo, o Grupo X explora diferentes hipóteses de resgate. O BNDES, opção preferencial, concedeu um novo financiamento, de R$ 935 milhões, à MMX e analisa uma solicitação da OSX, de créditos para a construção de uma plataforma de petróleo. Entrementes, diante da deterioração financeira do “melhor banco do mundo”, emergem opções alternativas. No cenário mais provável, o Porto do Açu seria resgatado por uma série de iniciativas da Petrobrás e da Empresa de Planejamento e Logística. A primeira converteria a imensa estrutura portuária sem demanda em base para a produção de petróleo na Bacia de Campos. A segunda esculpiria um pacote de licitações de modo a ligar o porto fincado no meio do nada à malha ferroviária nacional, assumindo os riscos financeiros da operação.

No registro do emblema, a vasta mobilização de empresas estatais e recursos públicos para salvar o Grupo X pode ser justificada em nome da “imagem do País no exterior”, como sugere candidamente o governo, ou da proteção da imagem do próprio governo e de seu modelo de capitalismo de Estado, como interpretam as raras vozes críticas. No registro do indício, porém, o resgate em curso solicitaria investigações de outra ordem e de amplas implicações – que, por isso mesmo, não serão feitas.



 
NOTA  :  COMO  SERIA  BOM,  VER  TUDO  ISTO  DESMENTIDO  COM  PROVAS  SÉRIAS  E  IRREFUTÁVEIS !
 
 
EM  MAIS  UMA  NEGOCIATA  COM  MUITOS  MILHÕES,  LÁ  ESTÁ  ELE,  LULA !
 
 
COMO  MUITO  BEM  DIZ  O  ARTIGO,  "  O  RESGATE  EM  CURSO  SOLICITARIA  INVESTIGAÇÕES  DE  OUTRA  ORDEM  E  DE  AMPLAS  IMPLICAÇÕES  -  QUE  POR  ISSO  MESMO,  NÃO  SERÃO  FEITAS " .
 
 
PORQUE  SERÁ ?
 
 
QUEM  IRIAM  ENCONTRAR  COM  A  MÃO  NA  MASSA ?
 
 
PODE  SER  QUE  UM  DIA  SE  SAIBA ! . . .
 

quinta-feira, 21 de março de 2013

PARA QUEM ENTENDER, SOOU O ALARME !




NOTA  :  SOBRE  ISTO,  O  MÂNTEGA  DISSE  HOJE,  QUE  TUDO  ESTÁ  TRANQUILO !
 
 
AINDA  BEM ! . . .
 
 
NO  ENTANTO,  (  E  ÓBVIAMENTE  QUE  NÃO  SOU  SÓ  EU  QUE  ME  LEMBRO  DESTAS  COISAS . . . ),  TALVEZ  SEJA  MELHOR  AVISAR  O  MÂNTEGA,  QUE  A  CRISE  ECONÓMICA  NA  EUROPA  ( OU  MELHOR  A  CRISE  BANCÁRIA  EUROPEIA ),  COMEÇOU  ASSIM !
 
 
COMEÇARAM  POR  BAIXAR  AS  CLASSIFICAÇÕES  DOS  BANCOS  ESTATAIS,  E  DEPOIS,  PASSARAM  AOS  BANCOS  PRIVADOS,  E  HOJE,  É  O  QUE  SE  SABE  E  O  QUE  SE  VÊ ! . . .
 
 
NO  ENTANTO,  E  APESAR  DO  BOM  HUMOR  E  DO  SEMBLANTE  SORRIDENTE  DO  MINISTRO  DA  FAZENDA,  DEVE  HAVER  MUITO  DIRECÇÃO  DE  BANCO  EM  S.  PAULO,  A  NÃO  DORMIR  COM  TANTA  TRANQUILIDADE ! . . .
 
 
SÓ  PARA  LEMBRAR  MAIS  UMA  VEZ,  NA  EUROPA,  TUDO  COMEÇOU  ASSIM . . .
 
 
ESTAREMOS  ATENTOS  À  EVOLUÇÃO  DESTE  DRAMA.

sábado, 16 de março de 2013

ONDE ESTÃO OS RESPONSÁVEIS ?


ESTADÃO
16-03-2013
Eike deve pelo menos R$ 7 bi a Caixa, Itaú, Bradesco e BTG
Análise dos balanços das companhias do grupo aponta exposição de mais de R$ 1 bi de cada um dos bancos brasileiros

 
Quatro grandes bancos brasileiros possuem exposição superior a R$ 1 bilhão cada um às empresas de Eike Batista. Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco e BTG Pactual são os principais credores do dono do grupo EBX no sistema financeiro nacional.
A conclusão vem da análise dos balanços das companhias abertas pertencentes à EBX feita pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, e de informações de fontes do mercado.
Ao todo, as quatro instituições já teriam liberado pelo menos R$ 7 bilhões ao empresário. Trata-se de um grande salto em relação a 2011, quando os números contábeis da Caixa, Itaú e Bradesco, juntos, não chegavam a R$ 1,5 bilhão.
O elevado nível de endividamento de Eike chama a atenção de executivos do setor financeiro. Vários profissionais apontam que as linhas de empréstimos nos grandes bancos brasileiros secaram diante de promessas de resultados que não ocorreram até agora. Isso explicaria o arranjo para a aliança estratégica anunciada na semana passada com o banqueiro André Esteves.
Conforme fontes próximas, o BTG já deu financiamentos de cerca de R$ 3 bilhões ao empresário. Pelos balanços das companhias abertas do grupo, só é possível detectar uma exposição de R$ 500 milhões - considerando que a holding EBX é fechada e não divulga informações. Além disso, o acordo anunciado dias atrás embute nova linha de liquidez de US$ 1 bilhão, valor colocado à disposição por Esteves para Eike usar como e quando quiser.
A avaliação dos balanços mais recentes das companhias abertas do grupo mostra que a Caixa concedeu financiamentos de R$ 1,4 bilhão ao empresário até o ano passado. Em 2011, a Caixa não aparecia entre as credoras.
O levantamento aponta que o Itaú tem praticamente a mesma cifra de financiamentos (R$ 1,4 bilhão), muito mais do que os cerca de R$ 250 milhões concedidos até 2011. O Bradesco já liberou R$ 1,3 bilhão, sendo que até 2011 tinha linhas de R$ 1 bilhão.
Procurados, EBX, Caixa, Itaú, Bradesco e BTG Pactual informaram que não vão comentar o assunto.
Os números do levantamento só consideram os empréstimos que aparecem de forma discriminada nas demonstrações financeiras da OGX, MPX, MMX, LLX e OSX. Há, ainda, empréstimos sindicalizados, debêntures e emissões de títulos no exterior onde não fica possível identificar os recursos tomados pelos bancos.
Para chegar às cifras, foi considerado ainda que a linha de crédito de R$ 600 milhões contratada com o Itaú e o Bradesco em agosto de 2012 pela MMX Sudeste foi dividida igualmente entre os dois bancos. Isso porque, no balanço, não foi especificado o montante de cada um.
Foram usados os balanços até setembro de 2012 no caso da OGX, MMX e LLX e os de dezembro para a MPX e OSX, pois são os últimos disponíveis. Os financiamentos tomados em dólares foram convertidos para reais, conforme os dados das próprias notas explicativas dos balanços.
Embora o elevado endividamento de Eike Batista levante cautela entre grandes executivos do setor, a exposição não é considerada suficiente para provocar grandes danos ao sistema financeiro no caso eventual da crise no grupo se agravar muito.Há possibilidades de problemas pontuais, como redução do lucro em algum trimestre. As regras nacionais, porém, evitam chances de risco sistêmico, segundo especialistas.
Os bancos têm de seguir as regras prudenciais do Banco Central, que definem limite de crédito a clientes. A resolução 2.844 estabelece que as instituições financeiras devem ter, no máximo, exposição de 25% do patrimônio de referência por cliente. Esse porcentual refere-se à exposição total, incluindo empréstimos, subscrição e investimentos em valores mobiliários.
 
 
NOTA  :  QUE  OS  BANCOS  PRIVADOS  SE  METAM  NESTES  CAMBALACHOS,  O  PROBLEMA,  É  DOS  ACCIONISTAS  E  ADMINISTRADORES.
 
 
ESTRANHA-SE  NO  ENTANTO,  QUE  UM  BANCO  ESTATAL  APAREÇA  ENTRE  OS  FINANCIADORES  DO  SENHOR  BATISTA . . .
 
 
COMO  É  ÓBVIO,  O  NÃO  PAGAMENTO  DOS    EMPRÉSTIMOS,  TERÃO  INEVITÁVELMENTE  RESULTADOS  MENOS  BONS  NOS  LUCROS  APRESENTADOS,  MAS  ISSO  PARA  OS  BANCOS  PRIVADOS,  VOLTO  A  DIZER,  É  DA  RESPONSABILIDADE  DAS  ADMINISTRAÇÕES,  QUE  TERÃO  DE  EXPLICAR  AOS  ACCIONISTAS,  PORQUE  É  QUE  EMPRESTARAM  A  QUEM  NÃO  PODIA  PAGAR ! . . .
 
 
O  QUE  DIRÁ  DISTO  O  BANCO  CENTRAL ?
 
 
E  O  MANTEGA ? ANDA  POR  AÍ ? . . .
 
 
QUEM  AVALIZA  EMPRÉSTIMOS  DE  DINHEIRO  PÚBLICO  A  ESPECULADORES ?
 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

PERCEBA A " CRISE EUROPEIA ", QUE NÃO É ECONÓMICA, É SIMPLESMENTE, BANCÁRIA !



EXPLICA-ME COMO SE EU FOSSE MUITO, LEIGO NA MATÉRIA...

 
 QUE É O BCE?

- O BCE é o banco central dos Estados da UE que pertencem à zona euro, como é o caso de Portugal.


E DONDE VEIO O DINHEIRO DO BCE?

- O dinheiro do BCE, ou seja o capital social, é dinheiro de nós todos, cidadãos da UE, na proporção da riqueza de cada país. Assim, à Alemanha correspondeu 20% do total. Os 17 países da UE que aderiram ao euro entraram no conjunto com 70% do capital social e os restantes 10 dos 27 Estados da UE contribuíram com 30%.


E É MUITO, ESSE DINHEIRO?

- O capital social era 5,8 mil milhões de euros, mas no fim do ano passado foi decidido fazer o 1º aumento de capital desde que há cerca de 12 anos o BCE foi criado, em três fases. No fim de 2010, no fim de 2011 e no fim de 2012 até elevar a 10,6 mil milhões o capital do banco.


ENTÃO, SE O BCE É O BANCO DESTES ESTADOS PODE EMPRESTAR DINHEIRO A PORTUGAL, OU NÃO? COMO QUALQUER BANCO PODE EMPRESTAR DINHEIRO A UM OU OUTRO DOS SEUS ACCIONISTAS ?

- Não, não pode.


PORQUÊ?!

- Porquê? Porque... porque, bem... são as regras.


ENTÃO, A QUEM PODE O BCE EMPRESTAR DINHEIRO?

- A outros bancos, a bancos alemães, bancos franceses ou portugueses.


AH PERCEBO, ENTÂO PORTUGAL, OU A ALEMANHA, QUANDO PRECISA DE DINHEIRO EMPRESTADO NÃO VAI AO BCE, VAI AOS OUTROS BANCOS QUE POR SUA VEZ VÃO AO BCE.

- Pois.


MAS PARA QUÊ COMPLICAR? NÂO ERA MELHOR PORTUGAL OU A GRÉCIA OU A ALEMANHA IREM DIRECTAMENTE AO BCE?

- Bom... sim... quer dizer... em certo sentido... mas assim os banqueiros não ganhavam nada nesse negócio!


AGORA NÃO PERCEBI!!..

- Sim, os bancos precisam de ganhar alguma coisinha. O BCE de Maio a Dezembro de 2010 emprestou cerca de 72 mil milhões de euros a países do euro, a chamada dívida soberana, através de um conjunto de bancos, a 1%, e esse conjunto de bancos emprestaram ao Estado português e a outros Estados a 6 ou 7%.


MAS ISSO ASSIM É UM "NEGÓCIO DA CHINA"! SÓ PARA IREM A BRUXELAS BUSCAR O DINHEIRO!

- Não têm sequer de se deslocar a Bruxelas. A sede do BCE é na Alemanha, em Frankfurt. Neste exemplo, ganharam com o empréstimo a Portugal uns 3 ou 4 mil milhões de euros.


ISSO É UM VERDADEIRO ROUBO... COM ESSE DINHEIRO ESCUSAVA-SE ATÉ DE CORTAR NAS PENSÕES, NO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO OU DE NOS TIRAREM PARTE DO 13º MÊS.

As pessoas têm de perceber que os bancos têm de ganhar bem, senão como é que podiam pagar os dividendos aos accionistas e aqueles ordenados aos administradores que são gente muito especializada.


MAS QUEM É QUE MANDA NO BCE E PERMITE UM ESCÂNDALO DESTES?

- Mandam os governos dos países da zona euro. A Alemanha em primeiro lugar que é o país mais rico, a França, Portugal e os outros países.


ENTÃO, OS GOVERNOS DÃO O NOSSO DINHEIRO AO BCE PARA ELES EMPRESTAREM AOS BANCOS A 1%, PARA DEPOIS ESTES EMPRESTAREM A 6 E A 7% AOS GOVERNOS QUE SÃO DONOS DO BCE?

- Bom, não é bem assim. Como a Alemanha é rica e pode pagar bem as dívidas, os bancos levam só uns 3%. A nós ou à Grécia ou à Irlanda que estamos de corda na garganta e a quem é mais arriscado emprestar, é que levam juros a 6, a 7% ou mais.


ENTÃO NÓS SOMOS OS DONOS DO DINHEIRO E NÃO PODEMOS PEDIR AO NOSSO PRÓPRIO BANCO!...

- Nós, qual nós?! O país, Portugal ou a Alemanha, não é só composto por gente vulgar como nós. Não se queira comparar um borra-botas qualquer que ganha 400 ou 600 euros por mês ou um calaceiro que anda para aí desempregado, com um grande accionista que recebe 5 ou 10 milhões de dividendos por ano, ou com um administrador duma grande empresa ou de um banco que ganha, com os prémios a que tem direito, uns 50, 100, ou 200 mil euros por mês. Não se pode comparar.


MAS, E OS NOSSOS GOVERNOS ACEITAM UMA COISA DESSAS?

- Os nossos Governos... Por um lado, são, na maior parte, amigos dos banqueiros ou estão à espera dos seus favores, de um empregozito razoável quando lhes faltarem os votos.


MAS ENTÃO ELES NÃO ESTÃO LÁ ELEITOS POR NÓS?

- Em certo sentido, sim, é claro, mas depois... quem tem a massa é quem manda. É o que se vê nesta actual crise mundial, a maior de há um século, para cá. Essa coisa a que chamam sistema financeiro transformou o mundo da finança num casino mundial, como os casinos nunca tinham visto nem suspeitavam, e levou os EUA e a Europa à beira da ruína. É claro, essas pessoas importantes levaram o dinheiro para casa e deixaram a gente como nós, que tinha metido o dinheiro nos bancos e nos fundos, a ver navios. Os governos, então, nos EUA e na Europa, para evitar a ruína dos bancos tiveram de repor o dinheiro.


E ONDE O FORAM BUSCAR?

- Onde havia de ser!? Aos impostos, aos ordenados, às pensões. De onde havia de vir o dinheiro do Estado?...


MAS METERAM OS RESPONSÁVEIS NA CADEIA?

- Na cadeia? Que disparate! Então, se eles é que fizeram a coisa, engenharias financeiras sofisticadíssimas, só eles é que sabem aplicar o remédio, só eles é que podem arrumar a casa. É claro que alguns mais comprometidos, como Raymond McDaniel, que era o presidente da Moody's, uma dessas agências de rating que classificaram a credibilidade de Portugal para pagar a dívida como lixo e atiraram com o país ao tapete, foram... passados à reforma. Como McDaniel é uma pessoa importante, levou uma indemnização de 10 milhões de dólares a que tinha direito.


E ENTÃO COMO É? COMEMOS E CALAMOS?

Isso já não é comigo !

Eu só estou a explicar...
 
 
 
 
NOTA  :  POR  ENQUANTO,  É  SÓ  NA  EUROPA ! 
 
MAS  OS  PRINCÍPIOS  DA  BANCA,  ESSES,  SÃO  UNIVERSAIS ! . . .

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

O NEGÓCIO NÃO É DA CHINA ! É MESMO DO BRASIL ! ! !


 
NOTA  :  CHEGA  FINALMENTE  ÀS  PRIMEIRAS  PÁGINAS  DOS  JORNAIS  DO  BRASIL,  AQUILO  QUE  TODA  A  GENTE  JÁ  HAVIA  CONSTATADO.
 
 
HÁ  MUITA  GENTE  A  GANHAR  DINHEIRO  DEMAIS,  À  CUSTA  DOS  CONSUMIDORES !
 
 
PARA  AS  MONTADORAS,  O  NEGÓCIO  É  FLUORESCENTE,  MAS,  E  OS  OUTROS ? . . .
 
 
PARA  O  GOVERNO,  É  OPTIMO !  QUANTO  MAIS  DINHEIRO  FOR  TRANSACCIONADO,  MAIOR  CARGA  TRIBUTÁRIA  SE  APLICA,  E  MAIS  VERBA  SE  ARRECADA !  QUE  BOM . . .
 
 
PARA  OS  BANCOS,  QUANTO  MAIOR  FOR  A  VERBA  ENVOLVIDA  NOS  FINANCIAMENTOS,  MAIOR  É  A  PERCENTAGEM  DOS  LUCROS  OBTIDOS,  NUM  NEGÓCIO  COM  UM  RISCO  MÍNIMO !  QUE  BOM ! . . .
 
 
AGORA  ADIVINHE  PARA  QUEM,  TUDO  ISTO,  NÃO  PASSA  DE  UMA  TREMENDA  " FURADA ",  COM  GASTOS  ELEVADÍSSIMOS,  NA  INVERSA  PROPORÇÃO  DOS  LUCROS  OBTIDOS  POR  TODOS  OS  INTERVENIENTES  NO  NEGÓCIO . . .
 
 
JÁ  PERCEBEU  PORQUE  É  QUE  O  GOVERNO  BAIXA  O  I.P.I.,  TORNANDO  OS  PRODUTOS  INDUSTRIALIZADOS  MAIS  BARATOS ?
 
 
JÁ  PERCEBEU  PORQUE  É  QUE  A  INDÚSTRIA  ( COM  O  APOIO  DOS  BANCOS,  ÓBVIAMENTE ... )   É  QUEM  APELA  AO  GOVERNO  PARA  MANTER  A  TAXA  DE  I.P.I.  REDUZIDA ?
 
 
JÁ  PERCEBEU  PORQUE  É  QUE  DILMA  DÁ  " CARTA  BRANCA "  AO  MINISTRO  DA  FAZENDA  PARA  DECIDIR  SOBRE  A  CONTINUAÇÃO  DO  I. P. I.  REDUZIDO ?
 
 
VENDEM  " MAIS  BARATO " ( MENTIRA !!! )  MAS  GANHAM  MUITO  MAIS !
 
 
NÃO  É  UM  NEGÓCIO  DA  CHINA ! 
 
 
É  MESMO  DO  BRASIL  ! . . .
 

domingo, 6 de novembro de 2011

SÓ AGORA ? PORQUÊ ? . . .



NOTA : E EU A JULGAR QUE OS FINANCIAMENTOS DAS CAMPANHAS ELEITORAIS SE FAZIAM ANTES DA ELEIÇÃO . . .


FINANCIAMENTOS À POSTERIORI ? COISA ESTRANHA !


UMA DOAÇÃO DE 500 MIL FEITA POR UM BANCO ?


OS DIRECTORES DIZEM QUE A DOAÇÃO FOI . . . PESSOAL ?


QUE BONZINHOS ! . . .


E VOCÊ ACREDITA NO PAPAI NOEL, NO PETER PAN E NO COELHINHO DA PÁSCOA ? . . .


EU TAMBÉM . . .


segunda-feira, 4 de abril de 2011

OS LOBOS, E O, LOBÃO . . .

G1 GLOBO

04/04/2011

Vale precisa contribuir mais com desenvolvimento do país, diz Lobão.Segundo ministro, produção de aço no Brasil é 'conveniente' e 'necessária'. Sucessão na Vale será tema de reunião de acionistas nesta semana.


O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta segunda-feira (4) que a administração federal gostaria de ver a mineradora Vale alinhada e colaborando com o governo para trabalhar em questões consideradas de 'interesse nacional' "A Vale precisa contribuir mais fortemente com o desenvolvimento interno do país", disse Lobão em Brasília. "Nós desejamos que a Vale esteja sempre numa linha de colaboração com o governo para o interesse nacional". O ministro usou como exemplo a necessidade de agregar valor ao minério de ferro antes de exportá-lo. "A produção de aço aqui é conveniente, é necessária ao povo brasileiro", disse As colocações de Lobão são talvez as mais diretas até agora sobre o tema feitas por parte de um membro da cúpula do governo. O ministro expôs o que era um pensamento explícito do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que, aparentemente, se manteve no governo atual: o de que a mineradora deve participar mais de programas que tenham o objetivo de desenvolver a indústria brasileira e agregar valor às exportações. Segundo Lobão, a saída de Roger Agnelli do comando da mineradora não deveria ser vista como algo "anormal", uma vez que o término do mandaro do executivo está previsto para maio. Ao ser questionado sobre se a troca de comando na presidência-executiva da Vale facilitaria o alinhamento da companhia aos planos do governo, o ministro disse acreditar que o próprio Agnelli "se esforçou nesse sentido" nos últimos 10 anos.


A Vale construiu uma siderúrgica no Rio de Janeiro, a CSA, com a alemã Thyssen, e elevou sua participação no projeto após pressão pública feita pelo então presidente Lula. Outra usina está em construção, no Ceará, com as coreanas Dongkuk e Posco; e duas estão com algumas fases ainda dependendo da aprovação no Conselho de Administração, uma no Pará e outra no Espírito Santo.


A sucessão na Vale será tema de reunião prévia de acionistas, nesta segunda-feira, e de reunião do Conselho de Administração na quinta-feira.



NOTA : OH! SENHOR MINISTRO, ISSO, TODA A GENTE SABE ! . . .



TODA A GENTE SABE, QUE OS PARTIDOS COMUNISTAS QUANDO CHEGAM AO PODER, NUMA ECONOMIA ABERTA, COM A QUAL OS MAIS RADICAIS NÃO CONCORDAM, TÊM SEMPRE SEMPRE A TENTAÇÃO DE COEXISTIR PACIFICAMENTE COM A INICIATIVA PRIVADA, DESDE QUE . . . COMO SE COMPROVA POR ESTE CASO, OS " CAPITALISTAS " SE . . . " MANTENHAM ALINHADOS " ! . . .



A GENTE SABE DESSAS COISAS LOBÃO . . .



O QUE NÃO SABEMOS, MAS LÁ CHEGAREMOS, É PORQUE É QUE O BRADESCO VAI FAZER ESTE " SERVIÇO " AO PT . . .



SERÁ SÓ O BANCO POSTAL ? . . . NÃO ACREDITO ! . . . DEPOIS VEMOS ISSO . . .

domingo, 12 de dezembro de 2010

ESTA, É QUE É A VERDADE ! . . .


RETIRADO DO SITE http://www.rebelion.org/noticia.php?id=118145, TEMOS AQUI A VERDADE SOBRE A CRISE ECONÓMICA MUNDIAL. APESAR DE ESTAR ESCRITO EM CASTELHANO, VALE A PENA !



O mandamos a los banqueros a la cárcel o la economía no se recuperará
Joseph Stiglitz
Yahoo’s Daily Finance


Como no se han cansado de repetir el economista James Galbraith y el economista y penalista William Black, no podemos resolver la crisis económica a menos que metamos en la cárcel a los delincuentes que han cometido actos fraudulentos. Y el ganador del premio Nobel de economía George Akerlof ha demostrado que la negligencia en punto a castigar a los delincuentes de guante blanco, y a fortiori, el rescatarlos, crea incentivos para que se cometan más delitos económicos y se proceda a una ulterior destrucción de la economía en el futuro. El premio Nobel de economía Joseph Stiglitz acaba de expresar la misma idea. El pasado 20 de noviembre declaró lo que sigue a Yahoo's Daily Finance:Es un asunto realmente importante y nuestra sociedad debe comprender cabalmente. Se supone que el sistema jurídico es la codificación de nuestras normas y de nuestras creencias, de lo que tenemos que hacer para que nuestro sistema funcione. Si se percibe un carácter explotador en nuestro sistema jurídico, entonces la confianza en todo nuestro sistema comienza a erosionarse. Y ese es realmente el problema que tenemos ahora.Una muchedumbre de prácticas predatorias están en vías de continuar como si nada en los créditos para la compra de automóviles. ¿Por qué están bien los malos préstamos en el sector automovilístico y no en el mercado hipotecario? ¿Hay alguna razón de principio? Todos sabemos la respuesta: no. No hay razones de principio, hay razones de dinero. Son las contribuciones a las campañas electorales, el cabildeo, las puertas giratorias entre la ñpolítica y los negocios, todas esas cosas.El sistema está ahora mismo diseñado para estimular ese tipo de prácticas, aun a pesar de las multas [en referencia al antiguo ejecutivo de Countrywide, Angelo Mozillo, que acaba de pagar 10 millones de dólares de multa, una ínfima parte de lo que ganó fraudulentamente, porque ganó centenares de millones de dólares].Conozco mucha gente que dice: es un escándalo que tuviéramos más supervisión, control y rendición de cuentas en los 80, cuando se dio la crisis de las cajas de crédito y ahorro, que ahora. Sí, les multamos, ¿y cuál es la gran lección que se saca de eso? Compórtate mal, y el gobierno de quitará un 5% o un 10% de los beneficios malhabidos, que estarás muy tranquilo en casita con varios centenares de millones de dólares que aún te quedarán luego de pagar unas multas que parecen enormes, pero que son en realidad muy pequeñas en relación con la cantidad de dinero que has conseguido embolsarte.El sistema está configurado de tal modo, que aun si te pillan, el castigo es sólo una ñinfima parte de lo que te llevas a casita. La multa es sólo un coste más del negocio. Es como una multa de estacionamiento. A veces decides estacionar mal sabiendo que te caerá una multa, porque empezar a dar vueltas en busca de estacionamiento lleva mucho tiempo.Yo creo que deberíamos hacer lo que hicimos en los 80 con la crisis de las cajas de crédito y ahorro, y meter en la cárcel a un buen número de estos tipos. Lo creo absolutamente. No son sólo delitos de guante blanco o pequeños incidentes. Hay víctimas reales. Ese es el asunto. Hubo víctimas en el mundo entero.¿O es que confiamos en que estos tipos que nos metieron en el lío actual han cambiado realmente de actitud? Todo lo contrario. He oído alguno discursos que decían: "En realidad, no se hizo nada realmente mal. No hicimos las cosas demasiado bien. Pero nuestra comprensión de estos asuntos es bastante razonable". Si de verdad piensan eso, estamos en un lío verdaderamente tremendo.[En la disuasión del delito] hay distintos aspectos. Los economistas se centran por entero en la idea de los incentivos. A veces, la gente tiene incentivos para comportarse mal, porque pueden ganar más dinero si estafan o se meten en actividades fraudulentas. Si queremos que nuestro sistema económico funcione, tenemos que asegurarnos de que lo ganan cuando defraudan quede anulado por el sistema de castigos y multas.Por eso, pongamos por caso, en nuestra legislación anti-oligopólica a menudo no detenemos a la gente cuando se comporta mal, sino cuando lo hace y podemos decir que hay daños constatables. Entonces pagan tres veces el daño que han causado. Es una forma muy radical de disuasión. Desgraciadamente, lo que estamos haciendo ahora en el caso de estos delitos financieros recientes son multas por fracciones --¡fracciones!— del daño directo causado, y una fracción aún más pequeña del daño social total. Es decir: el sector financiero llevó realmente al desplome de la economía global, y si incluyes todos los daños colaterales, estamos hablando ya realmente de billones de dólares.Pero se puede hablar en un sentido aún más amplio de daño colateral y al que no se le ha prestado atención. Y es la confianza en nuestro sistema jurídico, en el imperio de la ley y el Estado de Derecho, en nuestro sistema de justicia. Cuando se hace el Juramento de Lealtad [constitucional en EEUU], se dice "justicia para todos". Pues bien; la gente no está segura de que tengamos justicia para todos. Algunos son detenidos por algún delito menor de droga, y dan con sus huesos en la cárcel por mucho tiempo; pero cuando se trata de esos llamados delitos de guante blanco, que no dejan de tener víctimas, casi ninguno de los gachós que los perpetran acaba entre rejas.***Se me permitirá otro ejemplo que ilustra hasta qué punto nuestro sistema jurídico ha descarrilado, contribuyendo a la crisis financiera.En 2005 aprobamos una reforma del proceso de quiebra. Fue una reforma pretendida por los bancos. Estaba concebida para permitir legalmente el préstamo –el mal préstamo— a gentes que no entendían de qué iba el asunto, y básicamente destinada a estrangularlas. A expoliarlas. Y podríamos haberla llamado con justicia "la nueva ley de servidumbre permanente". Porque es lo que en realidad era.Se me permitirá que cuente brevemente lo mala que era. No creo que los norteamericanos entiendan hsta qué punto era mala. Hace realmente muy difícil que las personas puedan librarse de la deuda. El principio básico en los EEUU del pasado era la gente tenía derecho a comenzar bien. La gente comete errores. Especialmente cuando son presa de expolio. Y entonces tienes derecho a volver a empezar bien. Borrón y cuenta nueva. Paga lo que puedas, y vuelve a empezar. Ahora, si lo haces una y otra vez, entonces es distinto. Pero al menos, cuando andan sueltos estos prestamistas predadores, deberías conservar el derecho a volver a empezar sin cargas.Pero los bancos dicen: "No, no y no; no puedes librarte de la deuda", o no puedes librarte de ella tan fácilmente.***Eso es servidumbre permanente. Y criticamos a otros países por permitir ese tipo de servidumbre duradera, trabajo esclavo. Pero en Norteamérica lo hemos instituido en 2005 sin apenas debate público sobre las consecuencias. Lo que hizo esa ley fue animar a los bancos a realizar préstamos todavía peores.***Los bancos pretenden que creamos que no hicieron malos préstamos. Se niegan a aceptar la realidad. Es un hecho de alteraron los criterios contables, de modo que los préstamos dañados por la incapacidad de los prestatarios para devolver lo que deben se contabilizan igual que las hipotecas que se pagan a buen ritmo y sin mora.De modo que toda la estrategia de los bancos ha consistido en esconder las pérdidas, seguir enredando y conseguir que el gobierno mantenga los tipos de interés realmente bajos.***Resultado: si toleramos esa estrategia, tendrá que pasar mucho tiempo antes de que la economía se recupere.Joseph Stiglitz fue Premio Nobel de Economía en 2001.



NOTA : DEPOIS NÃO DIGAM QUE NÃO FORAM AVISADOS . . .

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

E O QUE É QUE DIZ O MÂNTEGA ? . . .

ESTADO S.PAULO
09-12-2008
País tem o maior
spread bancário
do mundo

Taxa subiu de
setembro para outubro;
número cria polêmica:
indústria se queixa e
bancos tentam justificar

Leandro Modé e
Paula Pacheco


O spread bancário no Brasil é o mais alto do mundo, o que provoca atritos entre o sistema financeiro e governos há anos. Spread é a diferença entre as taxas que os bancos pagam ao captar dinheiro no mercado e o juro que cobram nos empréstimos.

Essa nova onda de pressão de autoridades de Brasília sobre as instituições, como relatou o Estado em sua edição de domingo, tem como pano de fundo a redução dos depósitos compulsórios, dinheiro que os bancos devem deixar parado no Banco Central (BC), estimado atualmente em R$ 270 bilhões.

Para aliviar os efeitos da crise no País, o governo liberou, ao longo dos últimos dois meses, aproximadamente R$ 97 bilhões, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Apesar disso, o spread bancário médio subiu de 26,4 pontos porcentuais em setembro para 28,4 pontos em outubro.

“Não se pode aumentar ainda mais o custo para as empresas brasileiras em um momento difícil como este”, queixa-se o diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), José Ricardo Roriz Coelho. “O spread no Brasil é sete vezes maior que o de outros países. É impraticável.”
País tem o maior spread bancário do mundo


NOTA : ASSIM, REALMENTE FICA DIFICIL . . .

RESTA-NOS CONTINUAR A ASSISTIR, SEMESTRALMENTE, À COMPETIÇÃO ENTRE BANCOS, PARA VER QUEM CONSEGUE APRESENTAR, MAIORES LUCROS, VINDOS DA AGIOTAGEM LEGALIZADA E AUTORIZADA PELO BANCO CENTRAL E PELO MINISTRO MÂNTEGA . . .

SABEM À CUSTA DE QUEM, OU É NECESSÁRIO DIZER ? . . .


sexta-feira, 31 de agosto de 2007

TERMINOU O " CISMA " NO B C P

JORNAL DE NEGÓCIOS
TEIXEIRA PINTO DEMITE-SE


Teixeira Pinto afirma que demissão é “decisão pessoal”
Paulo Teixeira Pinto afirma que se demitiu da presidência do BCP por razões pessoais e por considerar que esta é a decisão que melhor defende os interesses do banco, numa mensagem que enviou esta tarde a todos os colaboradores do banco.
NOTA : OPUS DEI 1 - TEIXEIRA PINTO 0 ( ELIMINADO NO PROLONGAMENTO ) . . .

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

A BANCA E OS LUCROS

08/08/2007

ESTADO DE S PAULO
Itaú anuncia
o maior lucro
em 20 anos
NOTA : É MELHOR AVISAR O LULA, PARA O CASO DE ELE AINDA NÃO SABER, OU VIR DIZER AMANHÃ, QUE NÃO SABIA . . .
O FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, DEVE ESTAR A RIR MUITO . . .

quinta-feira, 14 de junho de 2007

. . . MAIS UM !



Preso ex-presidente do Banco de Brasília

. . . por desvio de dinheiro

BRASÍLIA - A Polícia Federal prendeu 19 pessoas, entre elas o ex-presidente do Banco de Brasília, Franklin de Moura, durante a Operação Aquarela. A operação, realizada no Distrito Federal, Goiás, Paraná e São Paulo, visava a desarticular um esquema de fraude e desvio de dinheiro.
O esquema envolveria institutições financeiras, do terceiro setor (ONGs) e empresas de médio e pequeno porte. Elas estão envolvidas num sistema de emissão de contratos fraudulentos. As instituições foram identificadas pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de Brasília.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

A PIADA DO DIA . . .

ABN Amro vai parar de financiar produtores de armas


AMSTERDAM - Investidores holandeses, como o banco ABN Amro, disseram no domingo ter parado ou que irão parar de financiar alguns produtores de armas, em meio a críticas holandesas deste tipo de investimento,
O corte nos investimentos segue ações similares dos fundos de pensão holandeses ABP e PGGM, que disseram em abril terem vendido suas ações em companhias de defesa, após a crítica da opinião pública a produtores de minas e bombas.
O ABN AMRO parou ou vai parar de financiar alguns produtores de armas nucleares, já que a política de investimento do banco não permite este tipo de aplicação, disse um porta-voz do ABN.
A fundação holandesa KNRM, que ajuda pessoas em perigo em territórios marítimos holandeses, vendeu suas ações na Lockheed Martin, Textron, Alliant Techsystems e L-3 Communications, afirmou o diretor da KNRM Roemer Boogaard.
NOTA : O PAPAI NOEL, A BRANCA DE NEVE, O PETER PAN, O PATINHAS E O PATETA, JÁ AFIRMARAM A SUA VONTADE EM TRANSFERIR PARA AQUELA INSTITUIÇÃO BANCÁRIA AS SUAS ECONOMIAS.
A MADRE TERESA DE CALCUTA, JÁ MANDOU PSICOGRAFAR UAM CARTA DE APOIO, E DEU ORDEM À SUA ORGANIZAÇÃO, PARA A TRANSFERÊNCIA IMEDIATA DAS CONTAS PARA AQUELA INSTITUIÇÃO BENEMERENTE.
O VATICANO, ESTÁ A ESTUDAR A SITUAÇÃO . . .