quinta-feira, 14 de maio de 2009

ISTO NÃO SERÁ DEMAIS ? . . .















G1 GLOBO

14/05/09

Arquidiocese
apura denúncias

de gastança do

seu ex-administrador

Novo ecônomo, Monsenhor Abílio,
quer examinar contas do antecessor. Imóvel de luxo na Avenida Rui Barbosacustou R$ 2,2 milhões.

O novo ecônomo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, monsenhor Abílio Ferreira da Nova, informou nesta quinta-feira (14), através de sua assessoria, que pretende fazer um levantamento sobre denúncias de supostos gastos indevidos por seu antecessor, o padre Edvino Steckel.

O ecônomo é o religioso indicado para administrar os bens e contas bancárias da igreja.

De acordo com a assessoria, monsenhor Abílio não pretende mais falar publicamente sobre o assunto até que os dados concretos sejam reunidos para apresentar ao novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, sucessor de Dom Eusébio Scheid.

O objetivo do levantamento é esclarecer onde foram aplicados R$ 3 milhões dos R$ 5,1 milhões repassados pela prefeitura, em março, à Arquidiocese como pagamento de uma ação judicial.

Em entrevista concedida na quarta-feira (13) ao jornal "O Globo", monsenhor Abílio afirmou que o padre Edvino deixou o caixa da Cúria vazio, com dinheiro apenas para pagar funcionários e alguns compromissos.

Uma das denúncias revela que o antigo responsável pela administração dos bens teria comprado, pela Arquidiocese, um apartamento de luxo, na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, Zona Sul do Rio, por R$ 2,2 milhões. O imóvel serviria de residência para o ex-arcebispo, Dom Eusébio, nas suas vindas à cidade. Outras compras seriam de móveis luxuosos.

O caso poderá ser levado ao Tribunal Eclesiástico, no Vaticano, e, se ficar provado de que houve má-fé ou uso indevido dos recursos por parte do padre Edvino, ele pode sofrer punições como advertência e afastamento temporário. O ex-ecônomo pode até perder o direito de celebrar casamentos e ouvir confissões.

Procurado pelo G1, o padre Edvino Steckel não foi localizado para falar das denúncias. Na Igreja Nossa Senhora do Parto, no Centro do Rio, onde ele costumava celebrar as missas das quintas-feiras, às 12h30, não compareceu. A secretaria da igreja informou apenas que ele telefonou para dizer que não iria. Dom Eusébio vive em São José dos Campos, a cerca de 100 km de São Paulo.

NOTA : PELOS VISTOS, O DESAPEGO AOS BENS MATERIAIS, SÃO COISAS DO PASSADO . . .

HOJE, O ENTENDIMENTO DO VOTO DE POBREZA, QUE ALGUNS ECLESIÁSTICOS FAZEM, TEM UM SENTIDO COMPLETAMENTE DIFERENTE DO QUE ANTIGAMENTE ERA ENTENDIDO !

NESTE MOMENTO, PARECE QUE SÓ AQUELAS IDEIAS MEDIEVAIS, CONTRARIANDO ATÉ POR VEZES A PRÓPRIA CIÊNCIA, PERMANECEM INCÓLUMES NA IGREJA CATÓLICA !

GASTAR NA AQUISIÇÃO DE UM IMÓVEL 2,2 MILHÕES DE REAIS, FORA AS OBRAS E DECORAÇÃO, PARA A RESIDÊNCIA TEMPORÁRIA DE UM BISPO, PARECE-ME QUE JÁ É DEMAIS. OU NÃO ? . . .

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