domingo, 17 de junho de 2012
quinta-feira, 16 de junho de 2011
OUTRA VEZ ? EXPLIQUEM AO HOMEM ! . . .
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta quinta-feira (16), durante jantar com embaixadores de países de africanos, em Brasília, apoio ao pleito brasileiro por uma vaga permanente no conselho de segurança da ONU, segundo relato do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que participou do encontro.
No jantar, oferecido na casa do embaixador da Angola, Leovigildo da Costa e Silva, disse aos embaixadores que nos próximos dias vai à sede da União africana- Adis Abeba, Etiópia- apresentar propostas para o desenvolvimento do continente. De acordo com o senador, Lula disse que “não vai levar prato feito”, mas que vai conversar e ouvir as necessidades dos povos africanos.
“Ele [Lula] vai dizer que Brasil e Àfrica devem estar juntos e afirmou que vai levar para União Africana uma mensagem de otimismo. Lula disse aos embaixadores que se orgulha de ter construído uma relação válida com a África e acredita que Dilma vai manter a relação”, disse Crivella a jornalistas após deixar o jantar.
Após a visita à União Africana, Lula fará uma viagem ao Egito, onde vai proferir uma palestra na biblioteca de Alexandria.
Também participaram do jantar nesta quinta-feira os ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, José Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Garcia, Ana de Hollanda, ministra da Cultura, e os ex-ministros Franklin Martins e Edson Santos. O encontro é uma homenagem à atuação do ex-presidente pela integração entre Brasil e África.
Lula criticou a maneira como os países ricos têm se comportado em relação à crise política no norte da África. Lula disse que os países ricos deveriam promover a paz e não atacar os países”.
“Agora têm países que quando o presidnte cai nas pesquisas autoriza o ataque a outro país", disse o senador.
Ainda de acordo com Crivella, Lula foi aplaudido durante sua fala pelos embaixadores, que pediram transferência de tecnologia para geração de energia e produção de alimentos.
NOTA : O FUTURO PRESIDENTE, O PRESIDENTE - SOMBRA, O EX-PRESIDENTE - LULA, COITADO, AINDA NÃO PERCEBEU, ( NEM O FRANKLIM MARTINS LHE CONSEGUE EXPLICAR, PORQUE ELE FOI UM DOS ESTRATEGAS DA POLITICA EXTERNA DO PLANALTO... ) QUE NÃO É AGORA, DEPOIS DE TER ANDADO COM O AHMADINEJAD AO COLO, DE MÃO DADA COM O CHAVEZ, E DE BEIJO NA BOCA COM OUTRA GENTE DE MAU PORTE, QUE VÃO DAR AO BRASIL QUALQUER LUGAR NO CONSELHO DE SEGURANÇA !
O CONSELHO DE SEGURANÇA, NÃO É PARA ESTES POPULISMOS ! . . .
PARA ESSAS CENAS CIRCENSES, É MELHOR ESPERAR OUTRO MANDATO . . .
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
QUE MAIS FALTARÁ ? . . .

DIÁRIO DE NOTÍCIAS - LISBOA
24-11-2010
Diplomacia
Irão autoriza propaganda nazi
por LUMENA RAPOSO
Novo 'site' em Teerão registou logo 300 membros. Presidente Ahmadinejad sempre negou Holocausto.
O Ministério da Cultura e Orientação Islâmica do Irão decidiu levantar ontem o bloqueio brevemente imposto a um site pró-nazi e anti-judaico. A decisão não foi pacífica - conservadores e reformistas manifestaram a sua preocupação -, mas acabou por vencer o que um escritor contemporâneo denomina de "lado do Mal".
A decisão é tanto mais surpreendente quanto o ministério em causa tem encerrado sites culturais, religiosos, políticos e alguns que classifica como "indecentes". Mas não pareceu ter grandes dúvidas em autorizar o irannazi.ir, também chamado de Centro para os Estudos Históricos da I Guerra Mundial e do Nazismo.
Segundo algumas fontes, o sítio em causa é gerido por um grupo que se denomina de Centro para os Estudos de nazis iranianos. Mal foi aberto, acolheu 300 novos membros e recebeu 3200 e-mails de apoio. A decisão de Teerão de autorizar a abertura na Internet deste site para os fanáticos da Alemanha nazi não deixa de levantar questões, ou de tirar dúvidas, sobre a atitude oficial anti-semita do regime iraniano.
O site pró-governamental Tabnak pediu ao Executivo que explicasse as razões da sua decisão, enquanto o site reformista rooz online denunciou o ministro da Cultura, Ali Ramin, como tendo relações com os nazis na Europa e por apoiar ideias nazis. Ramin é, segundo publicações árabes, o fundador do Instituto do Holocausto em Teerão e foi o presidente de uma conferência que nega a aniquilação dos judeus pelo III Reich.
Em declarações à televisão Alarabiya, o jornalista iraniano Mohammad Reza Yazdanpanah avança que Ramin é como que a "iminência parda" do Presidente Ahmadinejad no que se refere à política do Chefe do Estado iraniano para com os judeus e a negação do Holocausto. "Mito" e "mentira" é como o Chefe do Estado iraniano se tem referido ao Holocausto ao mesmo tempo que prevê o fim do Estado de Israel.
Curiosamente, Israel foi um dos países que reagiu à abertura deste sítio. "Agora temos mais uma evidência das simpatias do seu regime", disse a propósito, Yigal Palmor, o - às vezes - fleumático porta-voz da diplomacia israelita.
E enquanto os "amantes do nazismo" se podem deliciar com o seu novo site, a repressão do regime iraniano continua. Um mandado de captura foi emitido contra Mehdi Hachémi, um filho do antigo presidente reformador Akbar Rafsandjani. Os conservadores continuam a acusar Hachémi de ter incitado às grandes manifestações contra Ahmadinejad após as eleições de 9 de Junho de 2009.
Entretanto, o Irão foi ontem notícia por uma outra razão: o Governo da Gâmbia decidiu cortar todas as suas relações com o Executivo de Teerão. A decisão foi súbita e surpreendeu o regime de Ahmadinejad.
O pequeno país de África, além de cortar as relações com o Irão, deu 48 horas a este país para retirar todo o seu pessoal do território gambiano. A decisão de Banjul estará ligada a uma polémica sobre uma misteriosa entrega de armas de Teerão à Gâmbia.
Banjul não comentou esta decisão mas Teerão acusa a Gâmbia de ter cedido às pressões americanas que, segundo fontes concordantes, têm tentado convencer o Governo de Banjul a prescindir das armas e do apoio financeiro de Tee
NOTA : UM PAÍS QUE RENEGA A HISTÓRIA E TENTA REESCREVÊ-LA DE ACORDO COM AS SUAS CONVICÇÕES ;
UM PAÍS QUE FAZ APOLOGIA DE UMA CAUSA ASSASSINA E DA LOUCA TEORIA DE ELIMINAÇÃO DE POVOS ;
UM PAÍS QUE AMEAÇA OUTRAS NAÇÕES DE SEREM ELIMINADAS DO MAPA ;
UM PAÍS QUE MATA HOMOSEXUAIS EM NOME DA LEI, E APEDREJA ATÉ À MORTE MULHERES ADÚLTERAS ;
UM PAÍS QUE É GOVERNADO POR CHEFES RELIGIOSOS FANÁTICOS, EM VEZ DE DIRIGENTES ELEITOS PELO SEU POVO ;
UM PAÍS QUE TEM UM MINISTRO DA CULTURA (?) QUE TUDO ISTO INCITA E PROMOVE ;
QUE RESPOSTA MERECE DO MUNDO OCIDENTAL MAIS ESTA ATITUDE IRANIANA ?
QUE COMENTÁRIOS FARÃO SOBRE MAIS ESTA CABOTINAGEM, AS ILUMINADAS CRIATURAS QUE DIRIGEM AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS EM BRASÍLIA, CARACAS E HAVANA ? . . .
O QUE PENSARÁ DE TUDO ISTO DILMA ROUSSEFF ?
O SILÊNCIO NESTAS COISAS, É ALTAMENTE COMPROMETEDOR ! . . .
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
CIRQUE DE SOLEIL OU... CIRQUE DE PLUIE ?
Presidente iraniano saudou 'laços profundos e firmes entre os dois países'.Objetivo de visita é cooperação bilateral nos setores do petróleo e gás.
Os dois presidentes são malvistos pelos Estados Unidos, que lideraram a imposição de pesadas sanções da ONU contra o Irã por causa de seu programa nuclear, que o governo norte-americano teme possa conduzir à fabricação de uma bomba atômica. Venezuela e Irã são grandes exportadores de petróleo.
"A posição fraternal e evoluída da Venezuela na condenação das sanções contra o Irã impostas pelo abuso das potências é indicativa dos laços profundos e firmes entre os dois países", disse Ahmadinejad, segundo reportou a agência de notícias Isna.
Chávez está no décimo dia de um giro pela Europa e Oriente Médio. Na sexta-feira, ele firmou um acordo com a Rússia para a construção da primeira usina nuclear venezuelana.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
" WITH LOVE FROM ISRAEL "
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domingo, 17 de outubro de 2010
SIMBOLISMOS. CADA UM TEM OS QUE PODE TER . . .
A espingarda que o Hezbollah ofereceu ao Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, como um “despojo de guerra” conquistado às forças israelitas durante a ofensiva do Verão de 2006 afinal não é utilizada pelo Exército do estado judaico há mais de 30 anos. Com pompa e circunstância, a organização radical libanesa, classificada como terrorista pelos Estados Unidos, anunciara na quinta-feira que o seu líder, Hassan Nasrallah dera a espingarda – supostamente pertencente a um soldado israelita – como um “símbolo de lealdade e gratidão” a Ahmadinejad, seu apoiante e declarado inimigo comum de Israel. Mas na sua edição de hoje, o diário israelita "Yediot Aharonot" revela, citando fontes militares, que aquela arma – uma espingarda automática ligeira de fabrico belga FN FAL, de calibre 7.62 – não é usada pelas Forças de Defesa Israelitas desde 1974. As mesmas fontes asseveram, por isso, que a espingarda oferecida ao chefe de Estado iraniano não pode ter sido capturada durante o conflito de 2006. NOTA : SE AS FORÇAS ARMADAS DE ISRAEL, COMBATESSEM EM 2006 ESSA CORJA DE MALUCOS, COM ARMAMENTO BELGA DE 1974, PROVÁVELMENTE, JÁ NÃO EXISTIRIAM... AQUELA ARMA DEVE TER SIDO ENCONTRADA NUMA LOJA DE " 1,99 " NO TERRITÓRIO PALESTINIANO . . .
“Muito provavelmente é uma das espingardas que o Exército israelita forneceu no passado à milícia sua aliada Exército do Líbano do Sul”, avaliava uma daquelas fontes militares.
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
O " CIRCO HAMADINEJAD " EM CURTA TEMPORADA NO LÍBANO
DIÁRIO DE NOTICIAS / LSBOA
14-10-2010
Polémica
Presidente do Irão visita Líbano e vai à fronteira com Israel
Israelitas consideram "provocatória" viagem de Ahmadinejad, que apoia Hezbollah
por LUMENA RAPOSO
"Ambos temos interesses e inimigos comuns", afirmou ontem o Presidente do Irão, Mahmud Ahmadinejad, ao ser recebido no palácio presidencial de Baabda, em Beirute, pelo seu homólogo libanês, Michel Sleimane. Ahmadinejad referia-se assim a Israel, o país que ele ameaçou "erradicar do mapa". E para reforçar o seu apoio à "resistência" libanesa, o Presidente do Irão desloca-se hoje ao Sul do Líbano, zona controlada pelo Hezbollah junto à fronteira com Israel, atitude que é encarada por alguns como provocação.
A declaração de Ahmadinejad foi feita em conferência de imprensa conjunta com Sleimane, horas depois de ter sido recebido como herói por milhares de xiitas libaneses que emolduraram a auto-estrada que liga o aeroporto de Beirute até à cidade.
"Este acolhimento popular será uma bofetada em todos aqueles que criticaram a visita, nomeadamente os Estados Unidos e Israel, que vivem num estado de enervamento por causa da vinda de Ahmadinejad", afirmou a Al-Manar. Mas embora a televisão do Hezbollah, o grupo xiita libanês que tem no Irão o seu principal apoio e que forçou os israelitas a retirarem do Líbano (2000), apenas tenha referido os EUA e Israel, a verdade é que os sunitas e cristãos libaneses também não estão a ver com bons olhos esta visita, embora os seus líderes - como o primeiro-ministro sunita Saad Hariri - tenham recebido Ahmadinejad. Até porque muitos dos fundos que ajudaram a reconstruir o Líbano na sequência da última guerra com Israel (2006) vieram do regime de Teerão.
"Já não é o nosso país, é o país do Hezbollah e do Irão", lamentou-se à AFP Gerges, um cristão da região de Tripoli, cidade onde o sinal de alvo foi desenhado em cartazes de Ahmadinejad.
A partir de Pristina, onde realiza uma visita oficial, a chefe da diplomacia dos EUA, Hillary Clinton lançou um alerta a Ahmadinejad: "O equilíbrio interno do Líbano é para ser mantido." Opinião idêntica terá sido dada na véspera ao Presidente do Irão quando este telefonou ao Rei saudita.
Em Israel, um responsável governamental criticava como "provocatória" a visita ao país vizinho do Presidente iraniano, cujo rapto foi sugerido por um líder da extrema-direita israelita.
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
É MELHOR NÃO ABUSAR . . .
PÚBLICO - LISBOA
13-10-2010
Visita inspira receios a Ocidente
Ahamdinejad acolhido em Beirute
com arroz e flores e multidão em júbilo
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