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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

domingo, 29 de maio de 2011

IMAGINEM NA AMAZONIA ! . . .



NOTA : ESTA GENTE GOSTA MESMO DE DESMATAR ! . . .


terça-feira, 3 de março de 2009

VISITEM JÁ, ANTES QUE SE ACABE . . .













03/03/2009

G1 GLOBO

Em três meses,

Amazônia perdeu

área igual a

metade da

cidade de SP

Inpe indica

desmatamento

de 754 km² entre
novembro e janeiro.

Em relação ao mesmo

período do ano anterior,

houve queda de 70%.

Dados divulgados pelo Instituto nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta terça-feira (3) indicam que a floresta amazônica perdeu 754,3 quilômetros quadrados de florestas entre novembro de 2008 e janeiro de 2009. A área equivale a metade do município de São Paulo.

Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve uma queda de 70% no ritmo de devastação. Entre novembro de 2007 e janeiro de 2008, a degradação florestal detectada pelo Inpe na Amazônia foi de 2.529,2 km². Quando comparado aos três meses anteriores (agosto a outubro de 2008), o índice apresenta queda de 60%. Nesse período, a degradação acumulada da floresta foi de 1.884 km².

NOTA : É CLARO, QUE O CONGRESSO, ESTÁ MUITO MAIS INTERESSADO NA ÁREA DE NEGÓCIOS, E DO " LOBBY RENTÁVEL ", DO QUE PROPRIAMENTE, PREOCUPAR-SE COM ESTAS QUESTÕES DO AMBIENTE, QUE JULGAM SER UMA MODA, E UM TEMA FORTE DE ALGUNS PARTIDOS MINORITÁRIOS DE ESQUERDA.

PORQUE NÃO LEGISLAR, OU PROPOR AO PRESIDENTE QUE ESTUDE UMA MEDIDA PROVISÓRIA, NO SENTIDO DE SEC ONFISCAREM PARA A UNIÃO, TODAS AS TERRAS DESMATADAS ILICITAMENTE ?

NÃO O QUEREM FAZER ? PORQUÊ ?

HAVERÁ DEPUTADOS E SENADORES COM INTERESSES FUNDIÁRIOS NA REGIÃO ? CONSTA QUE SIM . . .

NO CASO DE NADA SE VIR A FAZER PARA TRAVAR O DESMATAMENTO, RESTA-ME DEIXAR A TODOS UM CONSELHO : VISITEM JÁ A AMAZONIA ANTES QUE SE ACABE ! . . MAS RÁPIDO, PORQUE A ESTE RITMO, NAO VAI DEMORAR TANTO ASSIM !

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

BLÁ - BLÁ - BLÁ, E O DESMATAMENTO CONTINUA !

ESTADO S. PAULO
15-12-2008

Sem mudar leis,

regularização de

lotes no AM

levará mais

de mil anos

Governo conclui

que imbróglio jurídico

emperra trabalho e

monta grupo chefiado

por Dilma para

resolver questão

João Domingos,

BRASÍLIA



O governo concluiu que o cipoal de leis e decretos que regulamentam a questão fundiária na Amazônia tornou impossível a regularização das terras na região, o primeiro e mais importante passo para o controle do desmatamento e início do processo de desenvolvimento sustentável. A legislação é tão confusa que a Lei 6.383/76 (das terras devolutas) condiciona a regularização de uma área à ausência de problemas em toda a gleba onde essa propriedade está inserida. Ou seja, dentro de um mesmo loteamento, se o vizinho cometer uma irregularidade, o morador ao lado não conseguirá retificar a sua situação.

As exigências são muitas: é necessário certificar toda a gleba, levantando o histórico dos remanescentes naturais e georreferenciamento por satélite com precisão de 50 centímetros. Exigiria, portanto, um trabalho de campo inviável. Nesse trabalho, se for descoberto dentro da gleba um morador que não tenha respeitado a preservação de 80% da reserva florestal ou não tenha tornado sua área produtiva, após um ano ali, nenhum loteamento do conjunto poderá sair da ilegalidade.

Nesse ritmo e cenário jurídico, segundo estimativas oficiais, só para regularizar as terras no Pará, seriam necessários 286 anos, levando-se em conta o número de servidores dos órgãos ambientais existentes. No Amazonas, não dá nem para saber se a Floresta Amazônica ainda estará de pé quando o trabalho for concluído. Calcula-se que serão necessários 1.372 anos para que seja feita a varredura em todo o Estado, conclui um estudo do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Diante de tal realidade, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, fez o que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sempre faz quanto está diante de um impasse: montou um grupo de trabalho para tratar do tema. Esse grupo é chefiado por Dilma, com participação dos ministérios do Desenvolvimento Agrário, Meio Ambiente, Agricultura, Minas e Energia, Integração Nacional e Assuntos Estratégicos. Deverá apresentar as soluções para que as terras da Amazônia Legal - hoje só 10% são posses legais - sejam regularizadas num curto espaço de tempo.

PACOTE JURÍDICO

O grupo de trabalho já chegou a algumas conclusões. A principal é que a maçaroca legal inviabiliza qualquer plano para a regularização das terras na Amazônia. Portanto, no mínimo nove leis e três decretos referentes à região terão de ser modificados para que as regras sejam simplificadas. Uma medida provisória já está sendo escrita para as alterações legais, visto que o governo considera que o assunto é de extrema urgência.

"Não tem regularização fundiária na Amazônia porque a lei não permite que seja feita", chega a dizer o ministro de Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. "Com a legislação atual, podemos criar dez órgãos, chamar o Exército, que não regularizamos."

Exagero à parte de Cassel, a participação do Exército tem mostrado que, mesmo com a legislação tão criticada, é possível fazer um trabalho de regularização na Amazônia, embora lento. Hoje, 56 militares trabalham junto com 45 técnicos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) numa área de 8.174,26 hectares na tentativa de regularização das terras que margeiam a BR-163, a Cuiabá-Santarém.

Conforme um levantamento dos técnicos que integram o grupo de trabalho comandado por Dilma, dos 502,2 milhões de hectares da Amazônia Legal (61% de todo o território brasileiro), 120 milhões são de terras indígenas, 67 milhões estão disponíveis para destinação a agricultores, 38 milhões foram transformados em assentamentos, 66 milhões são de áreas de conservação federal, 57 milhões de conservação estadual, 50 milhões do Instituto de Terras do Amazonas (Iteam), 15 milhões repassados pela União ao Estado de Rondônia, 7 milhões das Forças Armadas e 81,9 milhões com outras ocupações, como cidades.

NOTA : NO BRASIL, NÃO SEI SE HAVERÁ ALGUÉM QUE ACREDITE NISTO ! . . . NEM A PRÓPRIA MINISTRA DILMA ROUSSEF DEVE ACREDITAR ! . . .

TODOS OS DIAS SE DESMATA BRUTALMENTE, E AS AGÊNCIAS E ONG'S (?) QUE SE DEDICAM À PRESERVAÇÃO DA AMAZÔNIA, NÃO FAZEM QUESTÃO EM O DENUNCIAR COM A MAOR CLAREZA .

COM A PROPAGANDA QUE O GOVERNO TEM FEITO DO BIODÍSEL, TODOS OS FAZENDEIROS DA REGIÃO, SE SENTEM " ESTIMULADOS " A DESMATAR CADA VEZ MAIS, A FIM DE SE PODER PLANTAR MILHO E SOJA, E ALARGAR, PORQUE NÃO, AS SUAS ÁREAS DE PASTAGENS.

CONHECEM ALGUÉM PRESO, PELO DESMATAMENTO EM ALGUM LOCAL DA AMAZÔNIA ?

CONHECEM ALGUM CASO DE DENUNCIA DE DESMATAMENTO, EM QUE O CRIMINOSO TENHA PERDIDO AS TERRAS, OU TENHA SIDO OBRIGADO A REFLORESTAR ?

QUEREM UM CONSELHO : VISITEM JÁ A AMAZÔNIA, ANTES QUE SE ACABE ! . . .


segunda-feira, 14 de abril de 2008

TEM TODA A RAZÃO SENHOR ZIEGLER ! ! ! E... NÃO SÓ ! ! ! . . .

14/04/2008
Biocombustíveis são

'crime contra a
humanidade',
diz relator da ONU

Produtos seriam responsáveis por redução da área destinada ao plantio de alimentos.Comissão Européia deve propor supressão de subvenções a essa forma de energia.
A produção em massa de biocombustíveis representa um crime contra a humanidade por seu impacto nos preços mundiais dos alimentos, declarou nesta segunda-feira (14) o relator especial da ONU para o Direito à Alimentação, o suíço Jean Ziegler, em entrevista a uma rádio alemã.
Os críticos dessa tecnologia argumentam que o uso de terras férteis para cultivos destinados a fabricar biocombustíveis reduz as superfícies destinadas aos alimentos e contribui para o aumento dos preços dos mantimentos.
Ziegler pediu ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que mude suas políticas sobre os subsídios agrícolas e deixe de apoiar apenas programas destinados à redução da dívida. Segundo ele, a agricultura também deve ser subsidiada em regiões onde se garanta a sobrevivência das populações locais.
O ministro das Relações Exteriores alemão, Peer Steinbrueck, deu seu apoio ao apelo feito pelo FMI e o Banco Mundial neste fim de semana para responder à crise gerada pelo aumento de preços dos alimentos, que está gerando violência e instabilidade política em inúmeros países. "A Alemanha não fugirá de sua obrigação nesse tema", afirmou Steinbrueck.
Ziegler acusou a União Européia de dumping agrícola na África. "A UE financia as exportações de superávits agrícolas europeus para a África, onde são oferecidos pela metade ou a um terço de seu preço de produção", queixou-se Ziegler. "Isso arruina completamente a agricultura africana", acrescentou.
Em entrevista ao jornal francês Liberation, Ziegler também advertiu que o mundo se dirige para "um período muito longo de distúrbios e outros tipos de conflitos derivados da escassez de alimentos e aumentos de preços".
Nesse contexto, a Comissão Européia indicou nesta segunda-feira que vai propor a supressão das subvenções para os cultivos destinados à produção de biocombustíveis, em meio à crescente polêmica causada pelo desenvolvimento dessa fonte de energia para lutar contra a mudança climática.
Vários outros dirigentes europeus já manifestaram preocupação com a utilização da produção agrícola com fins energéticos em detrimento dos alimentos, num contexto de alta dos preços das matérias-primas. "A produção agrícola com fins alimentares deve ser claramente prioritária", afirmou o ministro francês da Agricultura, Michel Barnier.
A França propôs nesta segunda-feira uma iniciativa européia frente ao aumento de preços das matérias-primas e a crise alimentar que isto provoca, impulsionando um apoio reforçado à agricultura comunitária e uma ajuda maior a este setor nos países pobres.
"Em um mundo em que vai ser necessário produzir mais e melhor para alimentar nove bilhões de habitantes, há necessidade dos esforços de todos e também da Europa", afirmou o ministro francês da Agricultura, Michel Barnier, ao antecipar as grandes linhas da proposta que deve apresentar a seus colegas da União Européia em Luxemburgo.
NOTA : O SENHOR ZIEGLER, PÔS O DEDO NA FERIDA !
ANDA MUITA GENTE A TENTAR VENDER A IDEIA DOS BIOCOMBUSTIVEIS, ENTRE ELES O PRESIDENTE LULA ( AGORA ATÉ TEM ANDADO MAIS CALADO COM O ASSUNTO . . . ), SEM SE PREOCUPAREM COM O EFECTIVO PREÇO DOS ALIMENTOS QUE ESSA PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA, PARA COMBUSTIVEIS, FARÁ INEVITAVELMENTE SUBIR DE PREÇO.
SÓ FALTOU AO SENHOR ZIEGLER DIZER QUE, ESPECÍFICAMENTE NO BRASIL, A PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA, ESTÁ DIRECTAMENTE RELACIONADA COM O DESMATAMENTO DA AMAZONIA, E OUTRAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, NA MIRA DO LUCRO DESENFREADO, PERANTE A COMPLACÊNCIA DE TODAS AS AUTORIDADES !
OU SERÁ QUE, AINDA NINGUÉM DEU POR ISTO ? . . . JÁ NÃO DIGO O LULA, QUE ESSE NUNCA SABE DE NADA, MAS NÃO HÁ NINGUÉM QUE CHAME A ATENÇÃO PARA O ASSUNTO ?
AGUARDEMOS A RESPOSTA DO GOVERNO BRASILEIRO ! . . .

domingo, 10 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

LULA, VAI FICAR NA HISTÓRIA !

ESTADO DE S. PAULO
Desmatamento avança
ao norte de MT
Portal da Floresta,

região setentrional do
Estado, está sendo
devastada pelo ciclo
do boi e pelo corte
de madeira
Cristina Amorim

O nome de Alta Floresta não corresponde mais fielmente à realidade. A cidade, uma das principais de Mato Grosso, com 49 mil habitantes, está cercada por pasto, assim como outros municípios do Portal da Amazônia, região no extremo norte do Estado. Imagens feitas por satélite demonstram que, em agosto, três das dez cidades mato-grossenses que mais desmataram no mês estão nessa região: Apiacás, Nova Bandeirante e Novo Mundo. Outras quatro (Colniza, Itaúba, Santa Carmen e São Félix do Araguaia) estão coladas ao Portal. Ali, onde o bioma amazônico é predominante, ficaram concentrados 11% dos focos de calor detectados em setembro.Em comum, todas vivem atualmente o ciclo do boi. É o segundo estágio da tríade madeira-gado-soja, indicado como a principal força econômica por trás do desmatamento no Estado. O local passa atualmente pela consolidação do processo de derrubada da floresta, visto antes na parte sul e central de Mato Grosso. A exceção é Colniza, no extremo noroeste, que sofre forte influência de quem desmata em Rondônia. Como mostrou ontem reportagem do Estado, Rondônia apresentou uma alta de 600% na taxa de desmatamento entre setembro de 2006 e de 2007, segundo o Ibama, impulsionada pela grilagem. Em Mato Grosso, onde o desmatamento cresceu 107% entre junho e setembro em relação ao ano passado, o Estado visitou cinco municípios (Alta Floresta, Carlinda, Novo Mundo, Marcelândia e Peixoto de Azevedo) e sobrevoou a região.Perto das zonas urbanas e ao longo das estradas, há apenas poucos fragmentos florestais, isolados como ilhas, cercados por pastagens. Áreas de proteção permanente - topos de morros e margens de rio - são com freqüência mera figura jurídica. Na maior bacia hidrográfica do mundo, no Estado onde estão importantes nascentes, já há rios assoreados e erosão em morros, tal qual o Sudeste e o Centro-Oeste.A área ainda possui grandes extensões de floresta no interior. Porém, estão cada vez mais pressionadas à medida que o desmatamento sobe na direção norte. A busca por madeiras nobres e o avanço do gado já pressionam unidades de conservação e terras indígenas ainda mais norte, em Mato Grosso, Amazonas e Pará, que formam um cinturão de áreas protegidas . . . / / / . . .
NOTA : LULA, CORRE O SÉRIO RISCO DE FICAR NA HISTÓRIA DO BRASIL, POR TER SIDO, ATÉ AGORA, O PRESIDENTE EM CUJO MANDATO MAIOR DEGRADAÇÃO AMBIENTAL SE CONSENTIU !
INDEPENDENTEMENTE, DAS ATROCIDADES AMBIENTAIS QUE FAZENDEIROS E MADEIREIROS SEMPRE TÊM VINDO A COMETER, A TÃO PROPALADA FEBRE DOS BIOCOMBUSTIVEIS, QUE LULA NÃO DEIXA DE APREGOAR, ACIRRA OS APETITES JÁ INCONTIDOS, DE TODOS AQUELES QUE VIVEM À CUSTA DOS CRIMES AMBIENTAIS, SONHANDO COM A EXPANSÃO DAS CULTURAS, DO DINHEIRO FÁCIL, E DO ENRIQUECIMENTO PESSOAL, À CUSTA DE UM PATRIMÓNIO, QUE A TODO O BRASIL PERTENCE !
A QUEM CABE FISCALIZAR O DESMATAMENTO ? QUE HOMENS E QUE MEIOS É QUE SÃO POSTOS À DISPOSIÇÃO DA FISCALIZAÇÃO, PARA EVITAR O DESMATAMENTO ?
SE NINGUÉM NO MATO GROSSO, CONSEGUE VER, QUE O DESMATAMENTO AUMENTOU 107 %, ( É MAIS DO DOBRO ! ! ! . . . ), PREFEITOS, VEREADORES, GOVERNADORES, POLICIAIS E O MINISTÉRIO PÚBLICO ( INCUMBIDO DE DEFENDER A UNIÃO ), DEVEM SOFRER DE CATARATAS OU OUTRO TIPO DE DOENÇA, QUE LHES DIFICULTA, E MUITO, A VISÃO REAL DE TUDO O QUE SE PASSA À SUA VOLTA ! . . .
EM RONDÔNIA ENTÃO, COM 600 % DE DESMATAMENTO, DEVE TRATAR-SE DO CASO MAIS GRAVE DE CEGUEIRA ENDÉMICA, UMA VEZ QUE NÃO SE TEM CONHECIMENTO, DE NINGUÉM TER DADO POR NADA . . .
A INCAPACIDADE DO ESTADO, E NESTE CASO DO PRESIDENTE E SEUS MINISTROS, DE SE OPOR ÀS OLIGARQUIAS DA TERRA, É UMA COISA QUE DÁ QUE PENSAR ! . . .

terça-feira, 16 de outubro de 2007

VISITE A AMAZÓNIA ANTES QUE SE ACABE !

Estado S Paulo
Desmatamento volta

a crescer e faz governo
rever plano para
Amazônia
Devastação em MT,

por exemplo, saltou
107% na comparação
de junho-setembro
com mesmo período
de 2006
Cristina Amorim

O governo federal prepara uma ação emergencial para tentar conter a retomada da curva ascendente de desmatamento na Amazônia. Segundo dados independentes e oficiais, a derrubada - que foi controlada por três anos consecutivos - ganhou nova força em 2007 e, sem ações de controle, pode crescer ainda mais no próximo ano.

Informações preliminares do próprio governo, obtidas pelo sistema por satélite Deter, indicam que o desmatamento em Mato Grosso cresceu 107% entre junho e setembro deste ano, comparado ao mesmo período do ano anterior. Em Rondônia, o índice é de 53% e, no Acre, de 3%.Já o Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), elaborado regularmente pelas organizações não-governamentais Imazon e Instituto Centro de Vida (ICV), mostram que o corte em Mato Grosso subiu pelo quarto mês consecutivo: 262 quilômetros quadrados, 147% a mais do que agosto de 2006.

Os índices destoam devido a diferenças de metodologia, porém a tendência de alta se mantém. O Estado é o que mais derruba na região e serve como termômetro da tendência a ser seguida pelos demais Estados amazônicos.Frente aos números, o Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia, que passa atualmente por revisão para divulgação em 2008, foi desmembrado em três momentos. O primeiro, de curtíssimo prazo, prevê ações de comando e controle ainda neste ano, especialmente no Pará, em Mato Grosso e Rondônia.“Esse é um fator de preocupação. Os sinais são de recuperação do mercado de commodities e, com a expectativa de lucro presente, as pessoas se arriscam mais”, disse o diretor de ações da Amazônia do Ministério do Meio Ambiente (MMA), André Lima. “Além disso, em 2008 há eleições municipais, que normalmente são acompanhadas pelo crescimento do desmatamento.”No ano que vem, a intenção do governo é trabalhar com os cerca de 30 municípios amazônicos que derrubam mais. Entre 2008 e 2010, o ministério promete lançar mecanismos - especialmente financeiros - que promovam a exploração sustentada da floresta, além de exigir uma participação maior dos poderes estaduais e municipais para controlar a derrubada.Para o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, a volta da curva ascendente é um indicativo de que é preciso “acertar alguns controles e reformular algumas estratégias de fiscalização”, mas ela não fará com que o País apresente novamente taxas anuais positivas e elevadas de desmatamento. “Há sinais de que, em tese, está havendo um reaquecimento do desmatamento e estamos trabalhando para que isso não se consolide”, afirmou.

O governo federal tem comemorado a queda da taxa de desmatamento da Amazônia nos últimos anos, numa média de 30% em relação ao pico de 2004 - que atingiu 27.379 quilômetros quadrados, o segundo maior já contabilizado. Duas frentes principais do Plano de Combate ao Desmatamento, lançado há três anos, tiveram resultados positivos.A primeira foram as ações de comando e controle, que desarticularam quadrilhas especializadas em grilagem e exploração ilegal da madeira. Isso segurou o corte indiscriminado e coibiu a prática. Outra foi a criação de unidades de conservação em áreas que sofrem grande pressão de grileiros e madeireiros, como a Terra do Meio, no Pará.

Especialistas e ambientalistas afirmavam que as medidas eram bem-sucedidas, porém de forma relativa. O lançamento do plano coincidiu com uma queda no preço das commodities, especialmente a soja, e com uma rejeição estrangeira ao gado brasileiro por causa da febre aftosa. O governo, que negava a influência econômica, agora assume seu papel na dinâmica da retomada do desmatamento em 2007. Para Capobianco, o aumento dos preços das commodities é um dos motivos que transformaram este em um ano complicado - além da seca prolongada observada na região Norte, que estende o período propício para o corte e a queimada das árvores.“O governo se beneficiou de uma conjuntura, mas algumas coisas estão deixando de ser favoráveis, como os preços da soja e da carne”, diz Paulo Adário, coordenador da campanha da Amazônia do Greenpeace. “Por enquanto, o crescimento é pequeno. Mas esta é uma tendência preocupante.”


NOTA : JÁ POR AQUI TENHO ESCRITO, QUE NINGUÉM ACREDITA NAS REFERÊNCIAS QUE O GOVERNO FAZ À DIMINUIÇÃO DO DESMATAMENTO DA AMAZÓNIA. NEM O POVO, E MUITO MENOS AS INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS QUE CONTROLAM A DEVASTAÇÃO . . .

AS PASTAGENS VÃO CRESCENDO ! OS " PROVIDENCIAIS " FOGOS FLORESTAIS, VÃO CONTINUANDO A SURGIR JUNTO ÀS FAZENDAS, E, AINDA POR CIMA, O PRESIDENTE NÃO SE CALA COM OS BIOCOMBUSTÍVEIS, E COM A NECESSIDADE DE SE PLANTAR MILHO E CANA ! . . . DEPOIS DISTO, QUEREM O QUÊ ?

NO CASO DE ESTAR INTERESSADO, VISITE A AMAZÓNIA, ANTES QUE SE ACABE !

domingo, 7 de outubro de 2007

ALGUMAS PERGUNTAS INGÉNUAS SOBRE A AMAZÔNIA

ESTADO DE S PAULO
Canaviais e queimadas
já desafiam Amazônia
Usina parceira da

Coca-Cola tem
4 mil hectares
de cana na floresta
Agnaldo Brito

A indústria sucro-alcooleira, que assumiu a tarefa mundial de curar o planeta do 'vício do petróleo', continua a avançar rumo ao Norte. Nascida no planalto paulista e no Nordeste brasileiro, a cultura da cana já encontra fôlego para levar seus tentáculos para além da fronteira agrícola, no coração da maior floresta do mundo, a Amazônica. O plantio de cana para produção de açúcar e álcool, apesar de ainda modesto, recorre ao desmatamento e às queimadas e usa 65% da força manual para a colheita.

A cana desafia a Amazônia. Mais do que isso, a ousadia humana já encontrou formas de driblar a hostilidade do ambiente. Somado ao ciclo de prosperidade do álcool combustível no Brasil e no mundo, tem não só ressuscitado projetos do Proálcool como atraído dinheiro para novas usinas, tanto na gigante Amazônia Legal quanto na frágil e exuberante área do bioma amazônico, região que cobre cerca de 4% do planeta e de onde se conhece apenas 50% das espécies que ali vivem.

O tema é a mais nova batalha entre os integrantes do governo Lula. A definição de um zoneamento agroecológico que indique vocações no País no próximo ano pôs em choque o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. A pasta da Agricultura admite a produção de cana-de-açúcar em escala na Região Amazônica. A ministra reagiu e parece disposta a não ceder.

A velocidade dos investimentos em produção de cana e derivados na região está longe de ser equivalente aos programados para o Centro-Sul do Brasil, área que até o final do primeiro biênio da próxima década deverá receber US$ 17 bilhões, o suficiente para erguer 90 usinas de etanol.Além de projetos no norte de Mato Grosso, a Região Amazônica tem planos de produção de álcool no Acre (que pode começar a operar em 2008 e alcançar 3 milhões de toneladas) e no Pará. Há dois novos projetos previstos para Roraima. Mas a prova de que a Amazônia, apesar de tudo, tem condições de produzir cana está em Presidente Figueiredo, 100 quilômetros ao norte de Manaus, localizada às margens da BR-174, que liga a capital do Amazonas a Boa Vista, capital de Roraima.

A estrada, de piso novo, corta a mata fechada. O clima é úmido ao extremo, em alguns momentos acima de 80%.A chuva é freqüente, principalmente a partir de agora. Mas quis a natureza que o céu desaguasse mais a partir de agosto. 'Este ano choveu demais. Os canaviais ficaram encharcados, não havia como colher. Teve dia que a usina ficou parada', diz Waltair Prata Carvalho, superintendente da Agropecuária Jayoro, em Presidente Figueiredo. Em toda a Amazônia, é o projeto que mais desafia o ambiente. E, apesar das apostas de que é um projeto inviável, tem conseguido sobreviver.

A reportagem do Estado esteve na área, uma imensidão de 59 mil hectares, 4 mil deles cobertos com cerca de 8 variedades de cana mais adaptadas às condições. 'Apesar de todas as dificuldades de se produzir cana na região, o projeto sobrevive, já encontrou o equilíbrio econômico-financeiro e precisa somente ampliar a escala para alcançar rentabilidade', assegura Carvalho.

A Jayoro é a parceira da Coca-Cola e só está de pé graças a um acordo assinado pelos controladores e a multinacional, em 1996. Todo o açúcar usado pela Recofarma, a indústria responsável pela produção da base da Coca-Cola, localizada em Manaus, sai da cana produzida naquelas glebas.

Sai de lá também todo o extrato de guaraná que a companhia utiliza para a produção do refrigerante Kuat.A Jayoro é a maior agroindústria do Amazonas. Emprega, neste momento, período de safra, 900 trabalhadores, tanto na usina quanto na colheita manual e mecânica da cana.

A Jayoro tem cinco colhedoras de cana que rasgam os canaviais às margens da imensidão da floresta. 'Já vi onça, veado, todo o tipo de bicho nesse canavial', diz Osvaldino Santos de Oliveira, o operador de uma das máquinas há oito safras.

Criada no final da década de 70, a agroindústria surgiu no Proálcool. Tinha uma missão: levar o novo combustível para Manaus. O desconhecimento do ambiente, os custos elevados de manutenção e o declínio do programa no fim da década de 80 transformaram a Jayoro numa mera produtora de cachaça. O novo ciclo do etanol, referendado agora pelo mundo, reacendeu expectativas e pode, em pouco tempo, fazer a Jayoro elevar em mais de 50% a capacidade de produção, de 300 mil toneladas por ano para 450 mil.

'Não vamos derrubar uma árvore. Toda a produção de cana até agora ocorreu rigorosamente no mesmo espaço desmatado na década de 70. E assim continuará a ser', garante Arislando Prado, diretor da empresa contratada pela família Magid (controladora do projeto) para gerir o negócio.A polêmica entre a ministra Marina Silva e seu colega Reinhold Stephanes reverberou na floresta. 'Essa discussão nos preocupa. Não podem proibir o plantio de cana aqui. Não vamos tomar nenhuma decisão sobre expansão sem saber o que o governo vai decidir sobre a cana na Amazônia', explica Prado.Uma área de 2,6 mil hectares, no limite da imensa gleba da Jayoro, pode se tornar uma opção para o plano de expansão. Ali, um pasto degradado descansa sob os olhos da Amazônia. Como no resto do País, é uma área candidata a se tornar um canavial, apesar de o endereço ser 'bioma amazônico'.


NOTA : JÁ ALGUÉM VIU, UM INCÊNDIO FLORESTAL NA AMAZÓNIA, TER O SEU INÍCIO NO MEIO DA MATA, LONGE DE TUDO E DE TODOS, SEM ESTAR CONTÍNUA A PROPRIEDADES PRIVADAS ?
CLARO QUE NÃO !

JÁ ALGUÉM VIU, O GOVERNO OBRIGAR OS FAZENDEIROS, ADJACENTES ÀS ÁREAS QUEIMADAS, A REPLANTAR O TERRENO COM O MESMO TIPO DE VEGETAÇÃO ARDIDA ?
CLARO QUE NÃO !

JÁ ALGUÉM VIU, ALGUM FAZENDEIRO, E AGORA COM AS MULTINACIONAIS NO NEGÓCIO, AFIRMAR QUE DESMATOU ?
CLARO QUE NÃO !

JÁ ALGUÉM VIU, ALGUM FAZENDEIRO E SEUS EMPREGADOS, JULGADOS E PRESOS, POR DESMATAR, INCENDIAR E DEPREDAR, ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL ?
CLARO QUE NÃO !

VOCÊ ACREDITA, QUE ENTRE OS GRANDES FAZENDEIROS E OS ÍNDIOS DE ALGUMAS RESERVAS, NÃO EXISTAM PACTOS DE COMÉRCIO PARA A EXPLORAÇÃO ILEGAL DA FLORESTA ?
CLARO QUE NÃO !

JÁ ALGUÉM VIU, O GOVERNO AGIR COM CELERIDADE E SERIEDADE, CONTRA A GRILAGEM DE TERRAS, QUE DEIXA OS GRANDES FAZENDEIROS ESTENDEREM AS SUAS PROPRIEDADES, ROUBANDO ÁREA PÚBLICA QUE É MATA A SER PRESERVADA ?
CLARO QUE NÃO !
VOCÊ ACREDITA QUE O IBAMA, DEPOIS DE TANTO ESCÂNDALO A QUE SE TEM ASSISTIDO, É AUTORIDADE CAPAZ DE CONTROLAR O DESMATAMENTO, SEM ENTRAR NA REDE DE NEGÓCIOS DE MADEIREIROS E FAZENDEIROS ?
CLARO QUE NÃO !
QUANDO A COMUNIDADE INTERNACIONAL, LEVANTA AS MAIORES RESERVAS À MANEIRA COMO O GOVERNO LIDA COM O DESMATAMENTO DA AMAZÓNIA, CEDENDO ÀS MULTINACIONAIS E GRANDES PRODUTORES, TEM RAZÃO ?
INFELIZMENTE, CLARO QUE SIM !

sábado, 8 de setembro de 2007

ISTO É PARA RIR, OU QUÊ ?

" ISTO É "
De olho na Amazônia
Brasil e China lançam
novo satélite para
monitorar e prevenir
a devastação da mata
J.T

A parceria firmada entre o Brasil e a China para a construção de instrumentos espaciais de monitoramento tem gerado bons resultados. Desde que o primeiro modelo entrou em órbita, há oito anos, os Satélites Sino-Brasileiros de Recursos Terrestres (CBERS) já emitiram mais de um milhão de imagens da Terra. Na continuidade desse programa, essencial para o bom monitoramento de territórios, os dois países colocarão em órbita o CBERS-2B. Segundo os cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (Cast), esse novo satélite será lançado até o final desse mês, condição mais que necessária para que o monitoramento da Amazônia não corra o menor risco de ser interrompido. O CBERS-2B continuará sendo, assim, um dos principais instrumentos para a análise e prevenção do desmatamento.


NOTA : AINDA ONTEM, POSTEI SOBRE OS INCÊNDIOS FLORESTAIS E O DESMATAMENTO QUE ASSOLA A AMAZONIA.

A IMPRENSA ESTRANGEIRA, JÁ NEM LIGA AO ASSUNTO, PORQUE SABE COMO ESTAS COISAS SÃO TRATADAS PELO GOVERNO . . .

MAS A IMPRENSA BRASILEIRA, DIZ, MUITO CLARAMENTE, PORQUE É QUE OS INCÊNDIOS ACONTECEM, ONDE OS INCÊNDIOS ACONTECEM, E SOBRETUDO, QUEM SÃO OS FAZENDEIROS, E ÀS VEZES AS AUTORIDADES, QUE FAZEM TUDO ISTO ACONTECER ! SÓ NÃO VÊ OU LÊ, QUEM NÃO QUISER . . .

AGORA VÊM COM A HISTÓRIA, DE UM SATÉLITE SINO-BRASILEIRO, PARA MONITORAR E PREVENIR (?) A DEVASTAÇÃO . . . DEVE SER MAIS UM GOLPE PARA ALGUÉM GANHAR DINHEIRO COM O ASSUNTO !

O SATÉLITE, ENTROU EM ÓRBITA HÁ OITO ANOS, MAS SÓ ESTE ANO, A ÁREA DEVASTADA POR INCÊNDIOS, SUBIU 43%, EM RELAÇÃO AO ANO PASSADO ?

PARA QUE SERVE O SATÉLITE ? DEVE SER, SÓ PARA CONSTATAR, A ROUBALHEIRA QUE SE FAZ À AMAZONIA . . .

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

É SIMPLES ! FOGO POSTO = MAIS ÁREA DE PASTO

Queimadas em áreas
de preservação crescem
43%


Pará
No Pará, falta fiscalização para conter as queimadas provocadas por fazendeiros. Onde o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) tem menos agentes ambientais é na Amazônia. É agora, durante o período de seca, que as queimadas se alastram por toda a região amazônica. E muitas vezes o fogo que começa no pasto termina na floresta. São as queimadas criminosas. Fazendeiros ateiam fogo para renovar as pastagens e para abrir novas áreas de criação de gado. Não respeitam nem as unidades de conservação. Só na Floresta Nacional de Carajás, no Sudeste do Pará, o fogo já consumiu 1.200 hectares de mata. Os satélites dão com exatidão a localização dos focos. O problema é o acesso.
De acordo com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), mesmo quando os fiscais conseguem chegar já não há muito o que fazer. Resta multar os culpados. "A arrecadação desses valores é muito baixa, em geral fica em menos de 2%, 3%, e se não tem uma punição posterior à emissão à emissão das multas , não tem incentivo para realmente cumprir a lei", afirma Paulo Barreto, pesquisador do Imazon.

NOTA : POR ACIDENTE, CLARO ESTÁ, A MATA DA AMAZONIA VAI ARDENDO, MESMO JUNTO DAS TERRAS DOS FAZENDEIROS DA REGIÃO, QUE SE MOSTRAM SEMPRE, MUITO " CONSTERNADOS " !

DEPOIS, LIMPA-SE A MATA ARDIDA, E NA PRÓXIMA ÉPOCA DE PLANTIO, É SÓ SEMEAR, OU CAPIM, OU SOJA !

DAQUI A UNS TEMPOS, COM A PROPAGANDA QUE O LULA ANDA A FAZER SOBRE OS BIO-COMBUSTIVEIS, PASSAR-SE-Á A PLANTAR . . . MILHO ! . . .

DESTE MODO, DESTRUINDO A AMAZONIA, OS ( JÁ ) GRANDES FAZENDEIROS DAS REGIÕES AFECTADAS PELOS INCÊNDIOS FLORESTAIS, AUMENTAM CONSIDERAVELMENTE A SUA ÁREA DE PASTAGEM, AUMENTAM A MANADA E OS LUCROS, À CUSTA DO PATRIMÓNIO PÚBLICO, COMETENDO TODO O TIPO DE CRIMES AMBIENTAIS, QUE, SUPOSTAMENTE DEVERIAM SER FORTEMENTE PUNIDOS E COMBATIDOS.

NA EUROPA, ALGUNS PAÍSES RESOLVERAM PARTE DO PROBLEMA REFERENTE AOS INCÊNDIOS FLORESTAIS, QUE SE DAVAM NAS PROXIMIDADES DE ÁREAS DE ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA OU AGRÍCOLA, PROIBINDO, NUM PRAZO DE 30 ANOS, OUTRA ACTIVIDADE, QUE NÃO SEJA A DO REPLANTIO, E CONSEQUENTEMENTE A SUA EXPLORAÇÃO.

ESSA MEDIDA NA AMAZONIA, PODERIA DAR RESULTADO. PORQUE NÃO TENTAR, ESTA, OU OUTRAS MEDIDAS DO GÉNERO ?

sábado, 7 de julho de 2007

AINDA SOBRE O ETANOL E DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA


ESTADO DE S.PAULO - 07/07/2007
Eduardo Nunomura
A mesma dificuldade em estudar a Amazônia,


40 anos depois

Desde 1966, área equivalente a dois Estados de SP foi destruída na região


ANTES E AGORA
A Amazônia tinha menos de 4% de seu território desmatado em 1966. De lá para cá, a expansão agrícola, os projetos de colonização e de desenvolvimento industrial aceleraram a ocupação da região e sua destruição. Hoje, mais de 680 mil km2 de floresta não existem mais, o equivalente a 5,8% do território nacional. A maior parte ocupada por pastagem. Nos últimos 30 anos, o número de cabeças de gado na região Norte saltou de 4 milhões para mais de 41 milhões. Entre os Censo de 1980 e 2000, a população amazônica passou de 3,6 milhões para 12,9 milhões.
. . . / / / . . .
NOTA : AINDA ONTEM, ESCREVIA SOBRE ESTE ASSUNTO . . . O DESMATAMENTO VAI CONTINUAR, AINDA QUE LULA CONTINUE A AFIRMAR O CONTRÁRIO.
A IMENSIDADE DO TERRITÓRIO, ALIADA À FALTA DE CONDIÇÕES PARA UMA EFICAZ FISCALIZAÇÃO, SEM ESQUECER A TRADICIONAL CORRUPÇÃO, ENTRE AUTORIDADES, MADEIREIROS, INDIOS E EXPORTADORES, TORNA, O DESMATAMENTO INEVITÁVEL, E SOBRETUDO, RENTÁVEL !
AGORA DESMATAM PARA O PASTO, MAS DAQUI A POUCO TEMPO COMEÇARÃO A DESMATAR PARA A SOJA E PARA A CANA.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

COMO É POSSÍVEL ?


21/06/2007 - Ibama multa senador
em R$ 3 milhões

Jayme Campos (DEM-MT)
é acusado de ter
desmatado 9 mil
hectares sem licença..

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou o senador Jayme Campos (DEM-MT) por crime ambiental. A multa é de R$ 3 milhões. O Ibama acusa o senador de desmatamento ilegal e destruição de área de preservação permanente.

O instituto sustenta que o senador não tinha licença ambiental para desmatar cerca de nove mil hectares, onde agora existe uma fazenda de criação de gado. A área total é estimada em 11 mil hectares e fica no município de Alta Floresta, no Norte de Mato Grosso.


NOTA : O SENADO EM BRASÍLIA, DEVERIA SER, EM PRIMEIRA INSTÂNCIA, UM LUGAR PRIVILEGIADO PARA A DEFESA DO QUE AINDA RESTA DA MATA BRASILEIRA.

COMO ACREDITAR QUE ISTO SEJA POSSÍVEL, QUANDO UM SENADOR, É ELE MESMO INDICIADO DE FAZER A DEVASTAÇÃO ?

A MULTA QUE AGORA LHE FOI APLICADA, NÃO IRÁ SER PAGA !

O PROCESSO, ARASTAR-SE-Á POR ANOS E ANOS, COM RECURSOS E MAIS RECURSOS QUE O PROCESSO CIVIL BRASILEIRO CONTEMPLA, PARECENDO DESTINADO A PROTEGER, QUEM PREVARICA.

ENTRETANTO, A ZONA DESMATADA, QUE, JÁ PELO CRIME COMETIDO DEVERIA SER REFLORESTADA A EXPENSAS DE QUEM A DEVASTOU, CONTINUARÁ NA POSSE DO INFRACTOR, E DESTINADA À FINALIDADE QUE O LEVOU AO CRIME AMBIENTAL, A PASTAGEM PARA GADO...

PODERÃO OS BRASILEIROS ESPERAR, QUE OS ORGÃOS DE REPRESENTAÇÃO POPULAR ALTEREM ESTE ESTADO DE COISAS ?