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segunda-feira, 18 de março de 2013

sábado, 5 de maio de 2012

ESTES HOMENS TERÃO ALGUMA COISA EM COMUM ? OU SERÃO APENAS OS CONTRASTES DO BRASIL ?


“ O  GLOBO “
05-05-2012
Mulher de Cachoeira diz que ele vai defender legalização do jogo.   Andressa Mendonça afirma que companheiro não prejudicará ninguém e cala sobre acusações


BRASÍLIA - No dia 15 de maio, quando o Congresso deve parar para ouvir o depoimento do bicheiro Carlinhos Cachoeira, pode ser que as atenções se dividam com a loira de 27 anos que ganhou fama desde que ele foi preso, em fevereiro. Sua atual mulher, Andressa Mendonça, estará presente e, segundo disse ao GLOBO, o companheiro está “superorientado” e não vai prejudicar ninguém.
Afirma que ele aproveitará o momento para defender a legalização dos jogos no país.

Andressa não quis falar do escândalo envolvendo o marido e das relações dele com o senador Demóstenes Torres e outros políticos. Ela conta que já recusou convite para posar nua na “Playboy” e que prepara o casamento para quando Cachoeira deixar a prisão.

O GLOBO: Como Carlinhos Cachoeira recebeu a notícia do depoimento no dia 15?

ANDRESSA MENDONÇA: O Cachoeira está em paz, muito bem, muito equilibrado. Ele está muito bem orientado por três advogados: a doutora Dora Cavalcanti, o doutor Márcio Thomaz Bastos e o doutor Augusto Botelho. Eu tenho certeza de que ele não quer prejudicar ninguém. Ele não é uma pessoa fria. Mas também não está nervoso. É uma pessoa bem preparada e bem orientada para enfrentar esse momento. Eu conversei hoje (ontem) com alguns deputados sobre como seria, e eles me garantiram que ele não irá algemado ou com roupa imprópria, da prisão. Eles me disseram que tem um regimento que garante que ele compareça sem algemas, com traje costume, terno e camisa social.

Você vai acompanhá-lo no depoimento à CPI?

ANDRESSA: É lógico! Estarei ao seu lado o tempo todo.

Com sua beleza, pode se transformar na musa da CPI...

ANDRESSA: Não gosto dessa história de musa. Sou uma pessoa focada, uma mãe de família que está lutando para ver o companheiro fora disso tudo o mais rápido possível. O Carlinhos gosta, mas acho que eu não sou fotogênica (risos).

Você vai posar para a “Playboy” como musa da CPI?

ANDRESSA: Eu fui convidada. Mas não vou dar esse gostinho, não! (risos). Deixa só para o Cachoeira. Eu contei do convite e ele gostou, morreu de rir. É bem-humorado e espirituoso. Me ligaram convidando para ir conhecer a empresa, ver como é a produção da revista, foram super educados. Mas eu agradeci e disse que meu papel, nesse momento, não é esse.

Quinta-feira foi aniversário do Cachoeira. Vocês comemoraram os 49 anos dele na prisão?

ANDRESSA: Eu fiz uma petição à direção da penitenciária, mas eles não liberaram porque a visita é só às terças-feiras, durante uma hora. Eu fui lá na Papuda (presídio federal em Brasília) só levar um cartão, mas não pude vê-lo nem levar presentes. Deixei um cartão de felicitações onde escrevi coisas lindas de uma mulher apaixonada.

Na visita de uma hora vocês se veem só pelo vidro?

ANDRESSA: Por enquanto, só pelo vidro, mas estou muito otimista que logo, logo tudo se resolverá. Quando a gente conversa, ele diz que vai acabar tudo bem. Eu também digo que a gente tem de ficar confiante, que é apenas uma turbulência na vida. Quem não passa por isso? Quem está livre de ser preso? Eu digo: “não é só você que está preso. Eu estou presa junto com você. Estou esperando-o muito ansiosa”. Quando sair, será muito bem recebido. O Cachoeira é uma pessoa encantadora.

Por isso encantou tanta gente, né?

ANDRESSA: Acredito que sim (risos).

Os planos de casamento no aniversário não se realizaram. Vocês podem se casar na cadeia?

ANDRESSA: Existe essa possibilidade de a gente se casar na cadeia. Já combinamos e demos entrada nos proclames. Mas não quero me casar com ele preso, não! A gente merece coisa muito melhor que isso. Vai ter um monte de surpresas boas quando ele sair da cadeia.

A empresa Delta perdeu os contratos e está à venda. Os negócios de Cachoeira também estão sendo afetados com o escândalo?

ANDRESSA: Não tenho conhecimento disso. Mas acredito que ele vai aproveitar esse momento para levantar uma grande bandeira pela legalização dos jogos no país. Ele está nessa batalha há muitos anos e agora é a hora de conscientização da importância da legalização dos jogos.




NOTA  :  EIKE  BATISTA,  O  HOMEM  MAIS  RICO  DO  BRASIL  E  UM  DOS  MAIS  RICOS  DO  MUNDO,  PROVEM  DO  MUNDO  EMPRESARIAL,  COM  INTERESSES  DIVESIFICADOS,  DESDE  A  HOTELARIA  AO  PETROLEO,  SEM  ESQUECER,  DESDE  SEMPRE,  CORDIAIS  LAÇOS  COM  O  PODER,  SEJA  ELE  QUAL  FOR.


CACHOEIRA,  VEM  DO  SUB-MUNDO  DA  POLITICA  GOIANA - BRASILIENSE,  COM  LIGAÇÕES  FORTISSIMAS  AO  MUNDO  POLITICO,  QUE  SE  DEIXA  CORROMPER  COM  AS  AVULTADAS  SOMAS  QUE  SÃO  CONSEGUIDAS  DA  " EXTORSÃO "  DO  DINHEIRO  PUBLICO,  ONDE  OBRAS  PUBLICAS  E  OUTROS  GOLPES  BAIXOS,  FACE  À  IMPUNIDADE  REINANTE,  VÃO  FAZENDO  A  FORTUNA  DE  MUITA  GENTE.


NÃO  SEI  SE  POR  ACASO,  AMBOS  MANIFESTAM  AGORA  O  SEU  APETITE  VORAZ  POR  UMA  ACTIVIDADE  QUE  NO  BRASIL  CONTINUA  PROIBIDA  :  O  JOGO !


UM,  (  O  CACHOEIRA )  TEM    AUMENTADO   O  SEU  IMPERIO  À  CUSTA  DO  JOGO  CLANDESTINO  E  ILEGAL,  COM  ALGUMA  COBERTURA  DADA  POR  POLICIAIS  CORRUPTOS,  FLORESCE  COM  BONS  DIVIDENDOS.


O  OUTRO  ( EIKE ),  PERSPECTIVA  NO  JOGO  LEGAL  A  EXPANSÃO  DOS  SEUS  NEGOCIOS,  ASSENTE  EM  ALGUM  PATRIMONIO  JA  ASSEGURADO,  E  COM  A  DESCULPA  DA  OFERTA  DE  OPÇÕES  DE  LAZER  PARA  OS  VISITANTES  QUE  O  RIO  ESPERA  PARA  OS  MEGA - EVENTOS  QUE  VAI  ORGANIZAR.


CONTINUAM   A  DIZER-ME,  QUE  AS  OBRAS  DO  HOTEL  GLORIA  CONTINUAM  À  ESPERA  DE  UMA  AUTORIZAÇÃO  PARA  A  LEGALIZAÇÃO  DO  JOGO  NO  BRASIL,  PARA  QUE  ALI  VENHA  A  SER  CONSTRUIDO  UM  CASINO !


A  DAR  OUVIDOS  AO  QUE  A   IMPRENSA  NOTICIOU,  A   CUPULA  DO  JOGO  DO  BICHO  CARIOCA  TERIA  REJEITADO  QUALQUER  POSSIBILIDADE  DE  NEGOCIO  COM  EIKE  BATISTA  PARA  UMA  SOCIEDADE  EXPLORADORA  DO  JOGO  NO  BRASIL,  UMA  VEZ  QUE  OS  SEUS  INTERESSES  SE  CONCENTRAM  NO  URUGUAI.


COMO  ALIAR  ESTES  DOIS  INTERESSES,  O  DA  FINANÇA  E  O  DO  SUB - MUNDO  DO  JOGO  CLANDESTINO ?


BOM,  SABE-SE  QUE  O  DINHEIRO  FAZ  MILAGRES,  E  SOBRETUDO  QUANDO  PARECE  HAVER  DINHEIRO  DE  SOBRA  PARA  " SENSIBILIZAR "  A  CLASSE  POLITICA  QUE  DECIDE  ESTES  ASSUNTOS,  TUDO  FICA  MUITO  MAIS  CLARO,  NO  TOCANTE  À  LEGALIZAÇÃO  DO  JOGO  NO  BRASIL !...


A  DITA  " BANCADA  EVANGELICA "  NO  CONGRESSO,  PODE  SER  UM  ENTRAVE  E  ESTE  PROCESSO,  MAS,  SABENDO  COMO  SE  SABE,  O  REAL  AFECTO  DESTA  GENTE  POR  DIZIMOS  E  OUTRO  TIPO  DE  DOAÇÕES,  DESDE  QUE  SEJA  EM  DINHEIRO  VIVO,  TUDO  SE  PODE  ARRANJAR . . .



AGUARDEMOS.  MUITO  EM  BREVE  ALGUMA  COISA  SABEREMOS !

sexta-feira, 30 de março de 2012

RECORTES DA IMPRENSA BRASILEIRA . . .


NOTA  :  NO  CASO  DE  QUERER  LER  MELHOR  AS  BABOSEIRAS  DESTE  SENADOR,  CLIQUE  NA  IMAGEM  QUE  ELA  CRESCE  NA  MESMA  PROPORÇÃO  DO  SALÁRIO  DELE . . .  MAS  DEPOIS,  NÃO  SE  LAMENTE  SE  FICAR  ENOJADO (A) . . .

domingo, 19 de abril de 2009

CONTRASTES DO BRASIL . . .





















ÉPOCA
18/04/2009
Da porta de banheiro
para a pesquisa acadêmica
Livro de professor da USP
analisa e reproduz mais
de 14 mil registros do
folclore escrito urbano,
que vão desde mensagens
em porta de banheiro a
adesivos de "bebê a bordo"
no carro
Juliano Machado

Quando crianças, os filhos do professor da USP Américo Pellegrini Filho conheceram vários países do mundo. Nessas viagens, ajudaram o pai numa inusitada tarefa: registrar, com fotos, todo tipo de mensagem escrita, desde adesivos de "bebê a bordo" em carros até inscrições em monumentos históricos, como a Torre Eiffel, passando por frases de porta de banheiro. "Eu pedia para eles prestarem atenção em qualquer coisa curiosa na rua. Criei esse hábito neles", diz Pellegrini. A peregrinação começou em 1987 e só terminou 20 anos depois, provavelmente com a mais extensa pesquisa acadêmica sobre o que Pellegrini chama de "folclore urbano". O resultado disso é o livro Comunicação Popular e Escrita (Editora Unesp), que reúne mais de 14 mil desses registros, coletados em 107 países. "Comecei sem saber como ia terminar. Foi uma gostosa loucura", diz Pellegrini, de 73 anos, sobre a experiência.

O interesse sobre o tema começou em sua tese de doutorado, cujo tema era o folclore escrito. "Percebi que só se falava de manifestações folclóricas orais. Mas havia as escritas, tipicamente urbanas", diz o pesquisador. Foi aí que ele decidiu ampliar sua pesquisa e rodar o mundo atrás de tudo que lhe parecesse interessante. Pellegrini fotografou mensagens em portas de banheiros, cartazes de fiado, inscrições em lápides. Durante quase todo o tempo, bancou seu trabalho do próprio bolso - só entre 2000 e 2001 ganhou uma bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e foi para Grenoble, na França, que lhe serviu de base para visitar quase toda a Europa. Além dos filhos e da mulher como ajudantes informais, Pellegrini contou com contribuições de alguns pesquisadores e amigos, mas quase tudo foi tocado por ele mesmo.

O material presente no livro, que inclui um CD com as imagens, traz registros engraçados (confira ao final do texto uma galeria com algumas dessas mensagens). Num túmulo de um cemitério de Hamburgo, na Alemanha, está escrito: "Não chore na frente da minha sepultura. Eu não estou aqui. Eu não morri." Uma criança de Dublin, na Irlanda, escreve a Papai Noel pedindo presentes e, como agradecimento, diz que vai lhe deixar um copo de Coca na cozinha. Isso sem contar as "latrinálias", nome dado à sabedoria popular de banheiro. Numa delas, o autor credita à humorista Dercy Gonçalves a seguinte máxima: "Aqui neste lugar humilde/onda toda vaidade acaba/é que o fraco faz força/e todo valente se caga."

Pellegrini diz que seu trabalho mostra como o folclore urbano é universal. "As mensagens de fiado começaram a aparecer nos séculos XVII e XVIII, na França, e hoje são vistas em qualquer lugar do mundo." Outra conclusão do estudo é o caráter democrático dessas manifestações. "Tanto o pobre quanto o milionário colocam adesivos nos carros. E não há diferença de classe social para quem escreve em porta de banheiro. Ali é um momento de catarse. Sem ninguém olhando, a pessoa escreve o que bem entender." Para Pellegrini, a importância do livro está no fato de ser a primeira vez que um objeto tão popular é tratado em nível acadêmico na área de comunicação. O pesquisador fez uma classificação da comunicação popular escrita com 22 categorias, para uso universal. "Sem modéstia, acho que dei uma contribuição inédita para o assunto."

Embora avesso a fotografias de si próprio (é por isso que não há imagens do autor nesta reportagem), Pellegrini quer chamar a atenção do público no lançamento da obra, no dia 6 de maio, em São Paulo. Durante o evento, um homem do realejo vai distribuir mensagens sobre o destino. Outra manifestação de "folclore in loco" será a pintura de "lameiros" (peças de caminhão) com frases escolhidas pelos visitantes. "Quero reproduzir o espírito do meu livro."

NOTA : HÁ QUEM DIGA QUE O BRASIL É UM PAÍS DE CONTRASTES, E HÁ TAMBÉM QUEM DIGA - POR TUDO AQUILO QUE A CLASSE POLÍTICA NOS OBRIGA A CONSTATAR - QUE O BRASIL É UM PAÍS, COM TRASTES ! . . .

INDEPENDENTEMENTE DAS OPTIMAS INTENÇÕES ARGUMENTADAS PARA A PESQUISA QUE SE ANUNCIA, DE FRASES DE BANHEIROS E ADESIVOS DE AUTOMÓVEIS, BANCADAS PELO ERÁRIO PÚBLICO, PERGUNTA-SE, SE NÃO HAVERÁ MAIS NADA DE INTERESSE PARA OS ACADÉMICOS BRASILEIROS, QUE MEREÇA A PENA SER INVESTIGADO NO ESTRANGEIRO DO QUE ESTE ASSUNTO ?

QUANTOS ACADÉMICOS NÃO SONHAM EM PESQUISAS DAS SUAS ÁREAS EM UNIVERSIDADES EUROPEIAS, E NÃO O PODEM FAZER ? E, EM ÁREAS CERTAMENTE, BEM MAIS INTERESSANTES . . .

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

OS TAIS CONTRASTES BRASILEIROS . . .

O DIA - 6/12/2007

Canil no Complexo de Gericinó
será inaugurado nesta sexta

A Secretaria de Administração Penitenciária inaugura nesta sexta-feira, às 15h, o Canil do Complexo Penitenciário de Gericinó. O canil de padrão internacional, que foi construído com a mão-de-obra de internos que cumprem pena em regime semi-aberto do Instituto Penal Plácido Sá Carvalho possui dez boxes individuais para os cães. Todos os boxes são azulejados, respeitando os padrões de higiene para evitar a infestação de parasitos e também para facilitar a limpeza do local.
Os boxes possuem ainda bebedouros, banheiras (para banho dos animais) e estrados de madeira onde os animais dormem. Quatro cães da raça rotweiler com três meses de idade já estão “lotados” no canil. Eles só podem começar o adestramento a partir de seis meses de idade. Enquanto isso, quatro inspetores da Seap serão designados para fazer o curso de adestramento de cães da Polícia Militar. ...///...


NOTA : NÃO DEIXA DE SER ESTRANHO, QUE A INAUGURAÇÃO DE UM CANIL DA POLICIA, MEREÇA TODO ESTE DESTAQUE . . .


SÃO ESTAS COISAS, QUE FAZEM COM QUE O BRASIL SEJA CONHECIDO COMO UM PAÍS DE CONTRASTES ( OU COM TRASTES . . . ).


OS CÃES DA POLÍCIA, TÊM INSTALAÇÕES DE PRIMEIRO MUNDO ( COMO POR AQUI SE GOSTA DE SALIENTAR ), JÁ OS POLICIAIS . . . BOM, É SÓ VER OS JORNAIS DA ALTURA DO PAN, E VER QUAIS FORAM AS INSTALAÇÕES DESTINADAS AOS HOMENS DA FORÇA ESPECIAL QUE ESTEVE DE SERVIÇO NO RIO DE JANEIRO !


TINHAM DE DORMIR - DENTRO DAS INSTALAÇÕES - EM TENDAS, PARA ESCAPAREM DE ARANHAS, BARATAS E RATOS . . .


ISTO, PARA JÁ NÃO FALAR DAS INSTALAÇÕES DESTINADAS AOS PRESOS . . .