sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
MUITO BEM, PRESIDENTE ! É ASSIM QUE SE CHEGA LÁ ! . . . AO CONSELHO DE SEGURANÇA !
G1 GLOBO24/03/2011
Brasil vota a favor de envio de relator sobre direitos humanos ao Irã Resolução teve apoio de 22 membros; 7 votaram contra e 14 se abstiveram. Desde 2005 país não deixa entrar nenhum dos relatores temáticos da ONU.
O Brasil votou a favor de uma resolução que cria um mandato de relator especial para a situação dos direitos humanos no Irã, nesta quinta-feira (24), no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra.
Desde 2002, o Irã não autoriza a renovação do último mandato do relator especial sobre o país e, desde 2005, não deixa entrar no país nenhum dos relatores temáticos da ONU.
Vinte e dois membros do Conselho votaram a favor da resolução apresentada pela Suécia, sete votaram contra e 14 se abstiveram.
A resolução que determina a nomeação de um relator especial para o Irã também teve o apoio dos Estados Unidos e países como Zâmbia, Panamá e Colômbia.
Entre os sete países que votaram contra figuram a China, Cuba, Paquistão e Rússia.
MudançaO voto brasileiro indica uma mudança em relação a votações anteriores sobre o país persa. Em novembro do ano passado, a ONU votou resolução contra o Irã após sentença de morte por apedrejamento de iraniana condenada por adultério. O governo brasileiro se absteve porque considerou que a Assembleia Geral não era o espaço adequado para discutir o tema, mas sim o Conselho de Direitos Humanos da ONU.
A decisão foi criticada pela então presidente eleita Dilma Rousseff em entrevista ao jornal "Washington Post".
Brasil e Turquia também foram os únicos países a votar contra uma resolução do Conselho de Segurança que previa sanções ao Irã para tentar conter seu seu programa nuclear.
Meses antes, os dois países haviam sido mediadores de um acordo que previa enviar urânio iraniano para enriquecimento em território turco. O acordo foi rechaçado pelas potências.
Em agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto apoiando a aplicação pelo Brasil das sanções contra o Irã aprovadas pelo Conselho de Segurança. Na ocasião, o então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que Lula assinou o documento “contrariado” porque o governo nunca apoiou a adoção de medidas de retaliação ao programa de enriquecimento de urânio do país comandado por Mahmoud Ahmadinejad.
NOTA : PARECE QUE FINALMENTE APRENDERAM ! . . . AINDA BEM, MAIS VALE TARDE . . .
NÃO BASTA OBAMA DIZER QUE TEM O " MAIOR APREÇO " PARA VER O BRASIL NO CONSELHO DE SEGURANÇA. É PRECISO FAZER POR ISSO, E É ASSIM NESTAS ACÇÕES, QUE SE DEMONSTRA O PERFIL DO ESTADO QUE IRÁ OCUPAR TÃO IMPORTANTE LUGAR, BEM COMO AS SUAS OPÇÕES EM TERMOS DE POLÍTICA EXTERNA !
O QUE TERÁ PENSADO LULA DE TUDO ISTO ? . . .
FELIZMENTE, ESTAS COISAS PARACEM ESTAR A MUDAR PARA MELHOR !
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quarta-feira, 23 de março de 2011
MAIS VALE TARDE QUE NUNCA . . .
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domingo, 20 de março de 2011
AS " GAFFES " DO " CUNPANHÉRO " . . .
CORREIO DA MANHÃ ∕ LISBOA
20-03-2011
Brasil: Constrangimento marca primeiro dia da visita oficial. Lula deixa Obama a ‘falar sozinho’
Depois de se ter aliado a Hugo Chávez, da Venezuela, e a Mahmoud Ahmadinejad, do Irão, nas críticas aos EUA, o ex-presidente Lula da Silva deu ontem nova demonstração de anti-americanismo.
Sem cerimónias, recusou o convite para o almoço em homenagem ao presidente norte--americano, Barack Obama, que chegou ontem a Brasília em visita oficial e que passa o dia de hoje no Rio de Janeiro.
Sem se preocupar com o constrangimento da presidente Dilma Rousseff, Lula disse que ia passar o dia em casa com a família. Elogiado várias vezes por Obama em discursos pelo mundo, Lula, quando ainda era presidente, respondeu com críticas ao homólogo dos EUA e chegou a afirmar que Obama era uma decepção.
Mostrando que, apesar de ser a herdeira política de Lula, não pensa como ele, Dilma acolheu Obama de forma cordial. "A sua visita enche-me de alegria e desperta os melhores sentimentos do nosso povo", afirmou Dilma após reunião com Obama, acrescentando: "Vejo com optimismo o futuro comum. No passado, esse relacionamento foi encoberto por uma retórica vazia, que escondia o que estava realmente em jogo."
Em resposta, Obama realçou a importância das parcerias EUA-Brasil, que reconheceu como o grande líder da América do Sul, e acompanhou Dilma Rousseff no optimismo quanto ao futuro das relações bilaterais.
DILMA COM O ANTECESSOR NA DESLOCAÇÃO A PORTUGAL
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, fará uma visita a Portugal nos próximos dias 29 e 30 deste mês. Dilma acompanhará o anterior chefe de Estado brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que receberá o título de doutor ‘honoris causa’ pela Universidade de Coimbra. Estas informações, já confirmadas por assessores da presidência brasileira, referem ainda que na agenda da visita está previsto que Dilma se encontre com o homólogo português, Aníbal Cavaco Silva, e com o primeiro-ministro José Sócrates. Embora não esteja confirmada, há ainda a possibilidade de a nova presidente brasileira efectuar seguidamente uma deslocação à Grécia. Caso se confirme esta visita, a chefe de Estado deverá então avistar-se com o homólogo grego, Karolos Papoulias, e também com o primeiro-ministro daquele país, Georgius Papandreou, em Atenas.
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quinta-feira, 3 de março de 2011
COM AMIGOS DESTES . . .
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
NÃO VÁ O SAPATEIRO, ALÉM DA CHINELA ! . . .
Apoio de Lula ao Irã repercute na imprensa internacional
O New York Times afirmou que o Brasil e Turquia foram enganados pelos iranianos. O debate na ONU sobre novas sanções pode levar várias semanas.
A proposta de novas sanções foi apresentada ontem por Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, China e Alemanha.
O esforço do presidente Lula no Irã foi novamente notícia na imprensa internacional. O New York Times afirmou que o Brasil e a Turquia foram enganados pelos iranianos, como já aconteceu com outros países.
Segundo o britânico Financial Times, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, deu a entender que os dois países foram ingênuos e acabaram sendo usados pelo Irã.
O debate na ONU sobre novas sanções pode levar várias semanas. Nesta quarta, o Irã reagiu, dizendo que a decisão de despachar o urânio levemente enriquecido para a Turquia enfraquece a pressão por novas punições.
Mas as potências mundiais alegam que o problema é a insistência do Irã em continuar enriquecendo urânio a 20%, fabricando em casa material que poderia ser a base para armas nucleares.
O vice-presidente da Agência de Energia Atômica do Irã, Ali Salehi, acusou as potências mundiais de inventarem desculpas para levar o Irã a um confronto com o Ocidente.
China e Rússia, que tem laços comerciais fortes com o Irã, decidiram apoiar as potências, mas conseguiram retirar do rascunho algumas sanções consideradas mais duras.
Nesta quarta, Brasil e Turquia mandaram uma carta ao Conselho de Segurança. Defenderam o acordo com o Irã e a negociação, em vez de medidas que, segundo o documento, seriam contrárias a uma solução pacífica.
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sábado, 15 de agosto de 2009
CHAVEZ VAI ÀS COMPRAS ! . . .
preparam acordo
armamentista
Parceria deve se
estender
aos setores
petrolífero e
bancário.
Pacto entre
Colômbia
e EUA é ameaça,
alega Caracas.
Rússia e Venezuela preparam novos acordos de cooperação nos setores técnico-militar, petrolífero e bancário, que serão discutidos na próxima visita do presidente venezuelano, Hugo Chávez, à Russia, em setembro, moldando uma parceria que pode envolver os russos em uma polêmica sobre a presença militar dos Estados Unidos na Colômbia.
Chávez afirmou na semana passada que está preparado para comprar dezenas de tanques russos para combater a intenção norte-americana de aumentar a presença militar na Colômbia.
"O presidente da Venezuela é um dos principais políticos internacionais. Ele tem uma personalidade muito forte e é um grande amigo da Rússia", afirmou neste sábado (15) o vice-primeiro-ministro russo, Igor Sechin, que nos últimos meses realizou várias viagens ao país sul-americano para impulsionar os negócios bilaterais.
"Eu sei, por experiência, que se ele disser algo, cumprirá", afirmou Sechin em coletiva de imprensa após uma reunião com o vice-presidente venezuelano, Ramón Carrizalez, quando perguntado se a Rússia venderia tanques à Venezuela
"Nós, como um estado soberano, precisamos proteger nosso povo e, nesse sentido, podemos comprar armas que acharmos necessárias", afirmou Carrizalez.
Sechin disse que a cooperação militar com a Venezuela ajudará o complexo industrial bélico russo, que passa por dificuldades, a lidar com a crise econômica, mas se negou a detalhar o acordo dos tanques, dizendo que era papel dos presidentes.
No dia 5 de agosto, Chávez anunciou que prevê assinar "um acordo importante sobre armamento" no mês que vem na Rússia. "Será um conjunto de acordos, não só de armas, mas um acordo sobre todo tipo de armamento para aumentar nossa capacidade militar operacional, a de nossos sistemas defensivos, de nossa defesa antiaérea", entre outros aspectos, disse na ocasião.
O líder venezuelano justificou a necessidade do novo acordo militar com a Rússia pela "ameaça" que, segundo sua opinião, representa para a Venezuela e para outras nações sul-americanas o pacto negociado entre a Colômbia e os Estados Unidos para permitir o uso de sete bases militares colombianas por soldados americanos.
A Rússia, segunda maior exportadora de petróleo do mundo, quer restaurar seus laços com a América Latina, cultivados durante a era soviética.
A recente viagem de Sechin à América Latina incluiu Cuba e Nicarágua, tradicionais aliados da União Soviética.
Rússia e Venezuela devem apresentar no próximo mês uma parceria que tem como meta a exploração do campo de petróleo em Junin 6, na região de Orinoco, onde a Venezuela diz existir a maior reserva de hidrocarbonetos do mundo.
A AMEAÇA CONSTANTE QUE CHAVEZ REPRESENTA PARA A PAZ DA AMÉRICA LATINA, FICOU AGORA MAIS CLARA !
COM O ARGUMENTO DE CEDÊNCIA DE BASES COLOMBIANAS AOS ESTADOS UNIDOS, CHAVEZ, VOLTA A ARMAR-SE NO MERCADO RUSSO, QUE VÊ NESTE TARADO, UM BOM ALIADO PARA FAZER OS RECADOS QUE FIDEL, JÁ NÃO PODE FAZER.
EM NOME DO BOLIVARIANISMO, CHAVEZ, ARVORA-SE EM DIRECTOR ESPIRITUAL DE OUTROS LÍDERES SUL AMERICANOS, ONDE O BRASIL, MAIS POR OMISSÃO DO QUE POR ACÇÃO, DEIXA QUE TUDO ACONTEÇA COM A MAIOR - APARENTE - NORMALIDADE.
A POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA, ENTREGUE A CELSO AMORIM E LULA, VAI SOMANDO FRACASSOS, SEM COMBATER, O PERIGO IMINENTE DE CONFLITOS REGIONAIS DE ALGUMA GRAVIDADE, QUE PODEM ATINGIR O BRASIL.
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