domingo, 20 de outubro de 2013
quinta-feira, 21 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
TIRO NO PÉ !
quinta-feira, 8 de março de 2012
QUE SE LIXE . . .
sábado, 18 de junho de 2011
É MELHOR PREVENIR QUE REMEDIAR . . .
BRASÍLIA - Um dos principais temores que rondam o ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão, está sendo resolvido nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF). Pelo menos seis ministros estariam dispostos a mudar o entendimento da Corte para evitar que, em caso de renúncia de réus com foro privilegiado, o caso deixe de ir a julgamento.
INFOGRÁFICO: Confira o especial sobre o escândalo do mensalão
O processo foi aberto há quatro anos para apurar o esquema de pagamento de propina a deputados da base do governo Lula. Depois de ouvidos os depoimentos de mais de 600 testemunhas e produzidas centenas de documentos, tudo pode ser posto a perder se, na véspera da decisão final, os deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) renunciarem. Eles são os únicos entre os 38 réus que ainda têm direito a foro especial e, por isso, o caso é mantido no STF. Em caso de renúncia, a regra é clara: o processo seria transferido para a primeira instância do Judiciário, com a possibilidade de ser totalmente refeito. A chance de prescrição dos crimes antes do julgamento seria grande.
Seis ministros ouvidos pelo GLOBO argumentaram que não se pode perder todo o trabalho em virtude de uma manobra dos réus. Portanto, mesmo que os dois parlamentares renunciem ao mandato às vésperas do julgamento, o grupo deverá ser julgado pelo plenário do Supremo. O relator calcula que o julgamento seja marcado para fevereiro ou março de 2012. Na quinta-feira, o processo tinha 213 volumes e 484 apensos. Só na parte dos volumes, há um total de 45 mil páginas.
A discussão sobre o que ocorre com o processo quando o réu com foro privilegiado renuncia ao mandato tomou conta do STF em outubro de 2007. Na véspera do julgamento, o então deputado Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB) renunciou. Barbosa, que também era o relator, ficou irritado. Alertou que a manobra poderia ser usada pelos réus do mensalão. Na época, ele recebeu apoio de três colegas: Carlos Ayres Britto, Cármen Lúcia e Cezar Peluso.
- No presente caso, a renúncia do réu ao seu mandato, no momento que incluída em pauta a ação penal, após todos estes anos de tramitação, tem a finalidade clara - e ao mesmo tempo espúria - de evitar o julgamento por esta Corte, que tem competência constitucional para julgar mandatários políticos - disse Barbosa no julgamento de 2007.
- Estabelecer tal precedente (a mudança de foro com a renúncia) nos levaria a praticar atos inúteis, quando esta Corte tem, a seu cargo, problemas gravíssimos que não encontram soluções rápidas e tão céleres quanto todos desejamos - ponderou Peluso.
Mas os outros sete ministros entenderam que o caso deveria ser transferido para vara criminal na Paraíba - o que aconteceu. Como o crime prescreveria naquele ano, Cunha Lima ficou impune. Ele respondia por tentativa de homicídio contra o adversário político Tarcísio Buriti desde 1995.
- A competência desta Corte se limita ao julgamento daqueles que sejam titulares de mandato. É uma competência estrita que não admite alargamentos. E, via de consequência, não sendo viável, não sendo possível reinstalar o acusado na condição de deputado federal, cargo do qual se apartou voluntária e irrevogavelmente, entendo que não subsiste a competência desta Casa - disse no voto a ministra Ellen Gracie, que presidia o tribunal.
Hoje, o plenário do STF é outro. Dois dos ministros que participaram do julgamento não estão mais na Corte. Além disso, ministros que votaram pela transferência do foro mudaram de ideia - especialmente levando em consideração o risco de impunidade. O caso só será discutido em plenário se houver renúncia por parte de João Paulo Cunha ou Valdemar Costa Neto. Como a questão pode ser examinada no futuro, os ministros não quiseram tornar públicas suas opiniões.
- Se houver renúncia no caso do mensalão, estarei disposto a rever minha posição - disse um dos ministros que votou de forma diversa em 2007.
Quando um processo muda de foro, muitas vezes as instruções são refeitas - especialmente os depoimentos. Com isso, é provável haver a prescrição dos crimes antes do julgamento. No caso do mensalão, a prescrição será definida a partir da sentença a ser dada pelos ministros em 2012. Isso porque, segundo o Código Penal, se for arbitrado a pena mínima, a prescrição tem tempo menor e, se for dada a pena máxima, possui prazo maior. Além dos deputados, são réus o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu e o publicitário Marcos Valério, entre outros.
NOTA : LIDAR COM GENTE DESTA NATUREZA ( MENSALEIROS ), OBRIGA A ALGUNS CUIDADOS, PORQUE JÁ SE CONSTATOU SER GENTE, NA VERDADE, CAPAZ DE TUDO !
FICÁMOS FINALMENTE A SABER, QUE EM 2012 TEREMOS O INÍCIO DO JULGAMENTO, COM ALGUMA GARANTIA, DE QUE O STF ESTÁ ATENTO AOS POSSÍVEIS E HABITUAIS GOLPES DOS FAMOSOS ESCRITÓRIOS QUE DEFENDEM OS MENSALEIROS.
NÃO DEIXA DE SER CURIOSO, ASSISTIRMOS À ESTRATÉGIA DE ALGUNS RÉUS E ADVOGADOS, ATENDENDO ÀS CUMPLICIDADES CONHECIDAS . . .
ASSISTIREMOS A UM MINISTRO DA JUSTIÇA ( JOSÉ EDUARDO CARDOZO ) A SER JULGADO COMO RÉU, COISA QUE DEVE SER INÉDITA NO MUNDO, MAS QUE NO BRASIL É POSSÍVEL . . .
SÓ FALTA AGORA, QUE DO OUTRO LADO, APAREÇA UM FACTO NÃO MENOS INÉDITO. UM ESCRITÓRIO DE ADVOGADOS CHEFIADO POR UM ADVOGADO QUE ERA O MINISTRO DA JUSTIÇA NA OCASIÃO DO CRIME, MARCIO THOMAS BASTOS.
ENTRETANTO, COMO PARA ALGUMAS PESSOAS, " O MENSALÃO NUNCA EXISTIU ", TEREMOS DE FELICITAR O STF PELA BRILHANTE OBRA DE FICÇÃO PRODUZIDA, QUE LEVA JÁ, SEGUNDO A NOTICIA, 213 VOLUMES NUM TOTAL DE 45.000 PÁGINAS ! . . .
Marcadores: CORRUPÇÃO, DINHEIRO PÚBLICO, MENSALÃO, STF
terça-feira, 3 de maio de 2011
COMO SE LIMPA UMA FICHA SUJA . . .
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, liberou nesta terça-feira (3) o ex-governador da Paraíba Cássio Cunha Lima para tomar posse como senador. Mesmo barrado pela Lei da Ficha Limpa, ele obteve mais de 1 milhão de votos. Agora, o ex-governador tem de esperar o julgamento do STF.
Cunha Lima foi liberado com base na decisão do STF que , em março, anulou a validade da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2010. A partir da liberação do Supremo, o ex-governador poderá ser diplomado senador pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Depois de diplomado, Cunha Lima vai ocupar a vaga do senador Wilson Santiago (PMDB-PB).
Na decisão, Barbosa reafirmou sua posição pela validade da Lei da Ficha Limpa, mas acatou a decisão tomada pela maioria dos ministros, em março. “Por maioria apertada e em sentido contrário ao meu voto, prevaleceu essa última corrente [que defendeu a não aplicação da norma em 2010]”, disse Barbosa
O registro de Cássio Cunha Lima foi barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), porque ele teve o mandato de governador cassado em 2008. A condenação teve dois motivos: abuso de poder econômico e político e por conduta vedada a agente público. Segundo a acusação de abuso de poder, Cunha Lima foi condenado a pena de 3 anos de inelegibilidade, sentença já cumprida.
Cunha Lima foi acusado de ter distribuído 35 mil cheques a pessoas carentes durante a campanha eleitoral de 2006, por meio de programa assistencial da Fundação Ação Comunitária (FAC), vinculada ao governo estadual.
No julgamento no TSE, a defesa do candidato argumentou que o caso é semelhante a outros analisados pelo TSE nos recursos envolvendo os ex-governadores cassados Marcelo Miranda (TO) e Jackson Lago (MA), que cumpriram as penas de inelegibilidade e tiveram as candidaturas liberadas.
NOTA : FOI O POVO BRASILEIRO QUE SE UNIU, E EXIGIU A CRIAÇÃO UMA LEI QUE FICARIA CONHECIDA COMO LEI DA FICHA LIMPA, TENTANDO DESTE MODO IMPEDIR, QUE POLÍTICOS CORRUPTOS E AUTORES DE OUTRAS VENALIDADES, NÃO OCUPASSEM DE NOVO O PODER.
ESPERAVA-SE, QUE ALGUNS TRIBUNAIS SUPERIORES ( QUE AMIUDADAMENTE SE LAMENTAM DE TER QUE ADMINISTRAR A JUSTIÇA COM AS LEIS QUE O PODER LEGISLATIVO LHES DÁ ), TENDO AGORA NA MÃO UMA PODEROSA FERRAMENTA PARA AJUDAR A MORALIZAR A VIDA POLÍTICA BRASILEIRA, COLABORASSEM COM O DESIDERATO POPULAR, E " AJUDASSEM ", COMO PODERIAM, A AFASTAR DO PODER POLÍTICO, GENTE, QUE NUNCA LÁ DEVERIA TER CHEGADO . . .
MAS QUANDO SÃO OS TRIBUNAIS SUPERIORES, A DAR ESTES EXEMPLOS DE MORALIZAÇÃO AO PAÍS, O QUE ESPERAR DO RESTO DA SOCIEDADE ?
COMO SE DIZ POR AQUI, " TEM JEITO NÃO " ! . . .
TEM FICHAS LIMPAS, E UMAS, MAIS LIMPAS QUE OUTRAS ! TUDO DEPENDE DO DETERGENTE(?) QUE SE USA . . .
Marcadores: BONS EXEMPLOS, JUSTIÇA, STF
sábado, 5 de fevereiro de 2011
SUPLICY PARA O S. T. F. ! JÁ ! ! ! . . .
G1 GLOBO
03/02/2011
Carta de Battisti gera primeira polêmica do ano no Senado
Senadores de oposição o chamaram de assassino e pediram sua extradição.Suplicy leu carta de Battisti no plenário e defendeu permanência dele no país
Suplicy visitou Battisti no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, na manhã desta quinta. Da tribuna do Senado, afirmou que “como bisneto e neto de italiano”, depois de estudar o caso Battisti, estava convencido da inocência do italiano.
A reação ao discurso de Suplicy foi imediata entre os senadores da oposição. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) afirmou que a população brasileira não quer que o Brasil dê abrigo a criminosos. ...∕∕∕...
sábado, 25 de setembro de 2010
O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, NO PAÍS DO FUTEBOL . . .
Em pleno julgamento do candidato Joaquim Roriz - que sacramentará a constitucionalidade ou não da Lei da Ficha Limpa - o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, demonstrou estar mais preocupado com o jogo do Santos, marcado para as 22h. Segundo o site Congresso em foco, ao ser perguntado sobre a situação do réu, o ministro desconversou e ressaltou apenas que sairia do plenário antes do início da partida contra o Corinthians.
Santista, Gilmar aproveitou para criticar a confusão entre o jogador Neymar e o técnico Dorival Júnior, demitido ontem. Durante uma rápida entrevista na porta do plenário, ele conversou com repórteres sobre o episódio - cuja análise mereceu mais tempo do que o julgamento em questão.
NOTA : PALAVRAS PARA QUÊ ? . . . É O PAÍS DO FUTEBOL . . .
Marcadores: JUSTIÇA, PAÍS DO FUTEBOL, STF
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
O PRESIDENTE FICOU ABATIDO . . . COITADO . . .
Lula lamentou pedido de prisão do governador Arruda, diz assessor
Presidente soube da notícia pela internet.
Ele pediu ao ministro da Justiça cuidado com exposição do governador.
A prisão se baseia na tentativa de suborno do jornalista Edmilson Edson dos Santos, conhecido como Sombra. O jornalista é testemunha do suposto esquema de corrupção no governo do Distrito Federal, que ficou conhecido como mensalão do DEM de Brasília. Arruda é apontado como suposto chefe do esquema, o que ele nega.O G1 apurou que Lula soube do pedido de prisão ao ler uma notícia na web e aproveitou que o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, estava no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória do governo enquanto o Palácio do Planalto é reformado, e pediu informações sobre o caso. Segundo esse assessor próximo ao presidente, ele “ficou abatido” e lamentou dizendo que isso “não era bom para o Brasil e para a política”. O presidente recomendou a Barreto que a Polícia Federal tome cuidado com a exposição da imagem do governador, segundo o auxiliar.A maioria dos 15 ministros da Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) votou nesta quinta-feira (11) pela decretação da prisão preventiva de Arruda.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
JÁ ESTÁ AO " SERVIÇO " ! . . .
03/12/2009
Senador é acusado de
Azeredo foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por suposto envolvimento com caixa dois de sua campanha à reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998, ocasião em que o tucano foi derrotado por Itamar Franco.
“Não vi um ato praticado por Eduardo Azeredo. Também não vi na própria denúncia a participação de Azeredo [na suposta formação de caixa dois]”, afirmou Toffoli. Ele destacou que não é possível constatar o vínculo do acusado às práticas dos crimes relatados na denúncia. “A denúncia imputa-lhe os fatos apenas por ele ter sido na época o governador.”
Em plenário, durante o voto de Toffoli, o ministro Joaquim Barbosa se desentendeu com o mais novo ministro do STF. “Vossa Excelência está fazendo comparações absolutamente impertinentes”, disse Barbosa, quando o colega se referia a um recibo citado no voto do relator. O documento comprovaria que Azeredo teria recebido R$ 4,5 milhões do grupo do empresário Marcos Valério, apontado como o operador do caixa dois da campanha.
Ao ser interrompido, Toffoli pediu para Barbosa deixá-lo prosseguir e continuou a leitura do voto. No entanto, o relatou voltou a reclamar. “Nessa fase não se examina se tal recibo é ou não falso”, criticou. Em resposta, Toffoli respondeu que já havia ouvido Joaquim Barbosa por dois dias (tempo que ele levou para ler o extenso voto). Barbosa então retrucou: “Não ouviu meu voto, não leu os autos”.
O advogado do senador, José Gerardo Grossi, afirmou que uma perícia técnica feita no recibo a pedido da defesa de Azeredo teria comprovado que o documento é falso. “O recibo para ser examinado nesse momento deveria ter sido colocado na denúncia e não foi”, disse.
Nove ministros ainda têm direito a voto no julgamento que está empatado com o placar de um a um. Os magistrados deverão decidir entre aceitar ou não a denúncia oferecida pelo MPF. Caso a maior parte dos ministros considere que há indícios de que o senador tenha envolvimento com o suposto caixa dois, Azeredo passará à condição de réu em ação penal a ser julgada pelo próprio Supremo.
De acordo com a denúncia do MPF, parte da verba que seria destinada ao caixa dois era repassada para uma empresa intermediária, que transferia o dinheiro público para as contas da campanha no formato de doação. No entanto, os empresários teriam tomado empréstimos fictícios para comprovarem a origem lícita do recurso que era doado ao comitê de campanha.
“Ocultaram a origem aparentemente criminosa desses recursos. [A denúncia] Confirma fartamente que o dinheiro deriva de recursos públicos destinados de companhias estatais”, disse Joaquim Barbosa, em seu voto proferido em novembro. "As empresas de Marcos Valério não tinham nenhuma participação formal na campanha. Só entram para proceder a lavagem de dinheiro", completou Barbosa.
Na defesa de Azeredo, o ex-ministro José Gerardo Grossi desqualificou a denúncia feita pelo MPF. “Não diz onde, quando e de que maneira [os fatos ocorreram]”, destacou. “A denúncia não indica um ato de Azeredo com participação de obtenção de dinheiro. Descreve muito sinuosamente, indo para lá e para cá, trazendo coisas impertinentes. O dinheiro de Minas tinha contratos devidos de licitações”, afirmou Grossi.
Outros denunciados por suposto envolvimento com o mensalão mineiro que também seriam julgados pelo STF passaram a responder o inquérito na Justiça Federal de Minas Gerais. Em maio, o inquérito acabou desmembrado por Joaquim Barbosa. Assim, acusados como o empresário Marcos Valério e o ex-ministro das Relações Institucionais Walfrido dos Mares Guia, então coordenador da campanha de Azeredo, passaram a responder ao processo em Minas.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
DIREITO, MAS NÃO TANTO, SENHOR DOUTOR . . .
MINISTRO DO STF
É SUSPEITO DE
USAR ESQUEMA
PARA FACILITAR
VIAGENS
INTERNACIONAIS
DE PARENTES
Em meio às denúncias de má utilização das passagens aéreas pelos deputados e senadores, o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do STF (Supremo Tribunal Federal), é suspeito de usar prerrogativa concedida aos ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para facilitar o embarque e desembarque de familiares e de amigos em viagens internacionais --sem a necessidade de serem vistoriados pela Receita Federal.
Reportagem publicada pela revista "IstoÉ" desta semana afirma que 12 ofícios do STJ, emitidos entre fevereiro e dezembro de 2008, revelam que familiares e amigos do ministro tinham acesso a um esquema VIP nos embarques e desembarques internacionais no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
A facilidade nas viagens internacionais é permitida pelo STJ para ministros em atividade, aposentados e respectivos cônjuges, mas o órgão não inclui autoridades de outros tribunais ou filhos, parentes e amigos dos ministros.
STF e o ministro Menezes Direito não quiseram se manifestar sobre as denúncias publicadas pela revista.
Pelo esquema, o STJ emitiria ofícios para que a Infraero e a Receita Federal facilitassem o embarque e desembarque dos familiares e amigos de Menezes Direito, assim como do ministro Luiz Fux, do STJ.
Segundo a reportagem, os amigos e parentes de Direito conseguiram viajar a Paris numa classe superior à determinada pela passagem e voltar de Miami sem passar pelos trâmites impostos pela Receita Federal aos cidadãos comuns --como submeter as malas a equipamentos de raio-X.
Segundo a revista, o STJ tem representações no Rio de Janeiro e São Paulo destinadas a facilitar o deslocamento dos ministros quando estão a serviço da corte. Direito foi ministro do STJ durante 11 anos, mas em agosto de 2007 foi indicado para o Supremo. A reportagem afirma que, apesar da mudança, Direito continuou a usar a estrutura do outro tribunal para facilitar o trânsito da mulher, dos filhos, da nora e de amigos no aeroporto internacional do Galeão, no Rio.
Um dos ofícios publicados pela revista mostra que o ex-chefe de representação do STJ no Rio solicita "atendimento especial" para a promotora de Justiça Luciana Direito, filha do ministro do STF, e também pede para que o pai ministro possa ter acesso à área restrita do aeroporto. Além da Receita Federal, segundo a reportagem, ofícios com conteúdo semelhantes foram encaminhados pelo STJ aos representantes da Polícia Federal e da Infraero no aeroporto internacional do Rio de Janeiro.
NOTA : O TÍTULO NÃO TEM NADA A VER COM A NOTÍCIA ! . . .
NO ENTANTO, NÃO DEIXA DE SER CURIOSO, O PEDIDO DE FACILIDADES, QUE NORMALMENTE SÃO SOLICITADAS PARA AUTORIDADES, EM SERVIÇO, PARA SEREM AGORA APLICADAS A FAMILARES E AMIGOS, EM VIAGENS DE LAZER . . .
COMO DIZIA GEORGE ORWELL NA SUA OBRA, O TRIUNFO DOS PORCOS " OS ANIMAIS, SÃO TODOS IGUAIS. MAS HÁ ALGUNS, MAIS IGUAIS DO QUE OUTROS ... "
LAMENTA-SE PROFUNDAMENTE, QUE NO PAÍS DA " CARTEIRADA ", SEJA UM MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL A DAR ESTE EXEMPLO, QUANDO DEVERIA SER O PRIMEIRO A COMBATÊ-LO . . .
Marcadores: CARTEIRADAS, REPÚBLICA, STF
terça-feira, 19 de junho de 2007
ISTO NÃO SE FAZ ! ! ! . . .
STF nega liminar para deputado
que deseja usar chapéu no plenário
A controvérsia começou quando a Mesa Diretora da Câmara anunciou que proibiria o uso do acessório. Mão Branca ingressou com o mandado de segurança , onde alega que uma eventual proibição de utilizar o chapéu nas sessões plenárias da Câmara o impediria de “exercer livremente o seu mandato” e limitaria “os seus direitos de ir e vir e de se expressar”.
Marcadores: CONGRESSO, DEPUTADOS, POLITICA À BRASILEIRA, STF
quinta-feira, 14 de junho de 2007
... SÓ FALTAVA MAIS ESTA ! ! ! . . .
BRASÍLIA. O Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu ontem a "agentes políticos" - como ministros e governadores - direito a foro privilegiado em casos de ações de improbidade administrativa, mesmo que já tenham deixado o cargo. A decisão, por seis votos a cinco, terá impacto no combate à corrupção e tende a beneficiar suspeitos de envolvimento em escândalos recentes, segundo representantes de magistrados e de procuradores.
Denunciando um "efeito nefasto", eles dizem que cerca de 10 mil inquéritos e acções contra políticos podem ser arquivados ou cancelados, porque não poderiam ter começado a tramitar na primeira instância da Justiça, como ocorreu, mas em tribunais superiores, já que há direito a foro privilegiado.
- A decisão é um absurdo. É um retrocesso imenso, pois a Lei de Improbidade Administrativa tem sido um instrumento de moralização - disse o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Walter Nunes da Silva Júnior.
Marcadores: JUSTIÇA, MAGISTRADOS, POLITICA À BRASILEIRA, STF
quarta-feira, 6 de junho de 2007
FORO ESPECIAL PARA PECADORES " VIP "
O foro especial foi criado e consolidou-se como instrumento de blindagem institucional dos três poderes. Assim, administradores, procuradores e juízes ficam protegidos no exercício da função pública ao defenderem o bem comum contra a retaliação de grupos com interesses contrariados. Mesmo só nessa acepção restrita, trata-se de uma precaução polêmica. Pode configurar privilégio descabido, contrário ao princípio fundamental de igualdade da Justiça. …///…
Apesar de as associações de magistrados e de procuradores federais pedirem ao STF que se dispense de julgar a questão, ainda há a possibilidade de o tribunal se manifestar e, por conseqüência, estender o foro privilegiado a foras-da-lei que ocuparam o poder. Um perigo e uma possibilidade.
Não importa se por decisão do Supremo ou da Câmara, a extensão do privilégio acabará por premiar a esperteza de alguns políticos que, acusados de irregularidades, instalam-se no Planalto Central camuflados de deputados ou senadores e ganham o amparo do foro especial para parlamentares. Na prática, será legalizado o odioso acobertamento das incontáveis variações criminosas investigadas pela Polícia Federal nos últimos meses. …///…
Estender uma sofisticada defesa institucional do Estado a meliantes diversos, fraudadores de licitações, beneficiários de subornos e desviadores de recursos é um delírio que nem os mais audaciosos chefes do crime sonhariam para consolidar seus negócios ilícitos. O que mostram as operações Furacão e Navalha é a necessidade de revogar-se de vez a impunidade. Impedir que a Justiça seja feita não é o que o país precisa e pede. É fundamental que os ministros da Suprema Corte e os deputados federais se empenhem em evitar mais essa injustiça.
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