O DINHEIRO TERÁ IDO PARA O ALÉM ? . . .
DROGAS
21/09/2012
SÓ COMENTO ! NÃO AUMENTO, NEM INVENTO ! POR VEZES, LAMENTO . . .
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A cada R$ 1 de dinheiro público gasto irregularmente por entidades privadas sem fins lucrativos que firmaram convênios com o governo federal, entidades públicas (como prefeituras e secretarias estaduais) gastaram indevidamente R$ 7, segundo dados do relatório de tomadas de contas especiais da Controladoria Geral da União (CGU).
As informações sobre as irregularidades constatadas pela CGU no primeiro semestre deste ano mostram que, apesar de o governo federal restringir repasses para entidades privadas, a maior quantidade de verba pública empregada irregularmente se refere aos convênios com municípios, estados e empresas públicas.
Na última segunda-feira (31), foi publicado no "Diário Oficial da União" um decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff que suspende os repasses para ONGs por 30 dias para que seja feita uma "avaliação da regularidade" da execução dos convênios firmados. A medida foi tomada após suspeitas em convênios do Ministério do Esporte, que levaram à saída de Orlando Silva do cargo de ministro.
Em setembro, a CGU tornou pública a lista de convênios irregulares para que o Tribunal de Contas da União (TCU) peça a devolução do dinheiro.
A maioria dos processos enviados ainda não começou a ser analisada pelo tribunal. Ao todo, a controladoria pede de volta R$ 868,6 milhões repassados pela União.
As supostas fraudes se referem a 311 convênios assinados entre 1997 e 2008 por 19 ministérios.
Do valor que a CGU espera reaver, 85% se referem a convênios firmados com organismos públicos (214 com municípios, sete com estados e 17 com empresas públicas). Ao todo, a CGU quer de volta R$ 743,15 milhões repassados a entidades públicas.
Outros R$ 110,8 milhões se referem a 58 convênios com entidades privadas, como organizações não governamentais (ONGs) e associações de classe. Há ainda 15 convênios com empresas e pessoas físicas - bolsistas no exterior, por exemplo -, cujo pedido de devolução soma R$ 14,65 milhões.
O Ministério do Trabalho é a pasta com mais irregularidades em convênios com entidades privadas - 19 convênios, dos quais a CGU pede de volta R$ 56 milhões. O G1 procurou a pasta, que não respondeu até a publicação desta reportagem.
Prefeituras
Na avaliação do presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, há mais irregularidades envolvendo entidades públicas porque o maior número de contratos da União é firmado com estados e municípios.
"A diferença é que os municípios têm a fiscalização, os tribunais de contas estaduais estão próximos, sempre há auditores nos corredores das prefeituras. Claro que, se algum prefeito roubou, temos que ajudar a colocar na cadeia. Mas o problema não é esse. A maioria dos erros é formal, de documentação. Há dolo só em 10% dos convênios", estima Ziulkoski.
O presidente da CNM prevê que, com a restrição nos convênios com ONGs, haverá uma "avalanche" de convênios com prefeituras e, portanto, mais riscos de irregularidades.
"A União chama o prefeito, atrai, joga a isca para o prefeito. O governo age irresponsavelmente quando manda o prefeito construir a creche. Eles não orientam. O governo sabe que o município vai aumentar o gasto acima da Lei de Responsabilidade Fiscal", diz o presidente da confederação.
O TCU informou que realiza capacitação de gestores para prestação de contas.
O presidente da CNM diz ainda que, para solucionar o problema, seria necessário ampliar as transferências obrigatórias, como Fundo de Participação de Municípios (FPM) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
"As transferências voluntárias [como os programas] não são republicanas. São 393 programas que o governo federal tem com os municípios. Isso é gigantesco. (...) Isso se chama, em vez de centralizar, desconcentrar."
Restrição de repasses
Para Vera Masagão, da diretoria executiva da Associação Brasileira de Organizações não Governamentais (Abong), a iniciativa do governo de restringir repasses às entidades prejudica o atendimento à população, uma vez que o poder público não tem capacidade para atender a demanda.
"Temos no Brasil um modelo de filantropia que sempre recebeu dinheiro do governo. Se paralisarem os convênios - e eles fazem parte de uma cadeia de assistência do próprio governo -, você desatende à maioria das crianças que estudam em escolas comunitárias, às instituições de auxílio ao deficiente físico e outros setores que o governo sozinho não alcança", disse.
Para ela, a restrição é "autoritária e ineficaz". Em vez de suspender repasses, diz ela, o governo federal deveria estabelecer parâmetros objetivos de fiscalização e transparência na relação com as entidades.
"Do contrário, lança-se apenas uma cortina de fumaça onde o problema realmente se encontra, que é na relação do governo com seus aliados."
Conforme a Abong, o governo mantém atualmente convênios com 100 mil entidades sem fins lucrativos, desde filantrópicas até associações de classe. A maioria (96%), segundo ela, com contratos de menos de R$ 100 mil.
Fiscalização
De acordo com o ministro do TCU Augusto Sherman, que analisa diversos convênios da União, a população deve ajudar a fiscalizar.
"Quanto à fiscalização, além dos técnicos de cada órgão ou entidade federal, somam-se os esforços de controle interno [CGU], externo, como Congresso Nacional e TCU, Ministério Público, conselhos estaduais e municipais das áreas temáticas. E, com maior ênfase, deveria contar com a fiscalização da sociedade em geral, do cidadão que está ali próximo de onde o dinheiro é empregado", afirmou.
| MINISTERIOS COM MAIS IRREGULARIDADES EM CONVÊNIOS, CONSIDERANDO O VALOR DAS SUPOSTAS IRREGULARIDADES | ||
| CONVÊNIOS COM ENTIDADES PRIVADAS | ||
| Pasta | Valor a ser restituído aos cofres públicos | |
| Ministério do Trabalho e Emprego | R$ 56.215.711,98 | |
| Ministério da Saúde | R$ 19.746.271,52 | |
| Ministério da Ciência e Tecnologia | R$ 5.495.118,15 | |
| Ministério do Esporte | R$ 4.506.788,25 | |
| Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento | R$ 4.276.519,25 | |
| As cinco pastas somam R$ 90,24 milhões - 80% de todo o valor cobrado de entidades privadas | | |
| | ||
| CONVÊNIOS COM ENTIDADE PÚBLICAS Pasta | Valor a ser restituído aos cofres públicos | |
| Ministério da Saúde | R$ 487.452.090,34 | |
| Ministério da Fazenda | R$ 107.178.657,46 | |
| Ministério da Integração Nacional | R$ 98.132.416,80 | |
| Ministério dos Transportes | R$ 19.216.487,34 | |
| Ministério do Meio Ambiente | R$ 9.952.668,76 | |
| As cinco pastas somam R$ 721,93 milhões - 97% de todo o valor cobrado de entidades públicas | | |
| Fonte: Relatório de Tomadas de Contas Especiais da CGU | ||
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G1 GLOBO
Reportagem publicada nesta segunda-feira (24) pelo jornal "O Estado de S.Paulo" mostra que o programa Pintando a Cidadania, do Ministério do Esporte, é suspeito de repassar R$ 1,3 milhão para empresas de fachada ou que não possuem nenhuma relação com os produtos fornecidos à organização não-governamental conveniada.
O jornal exibiu cópias de cheques assinados pelo Instituto Pró-Ação, com sede em Brasília, que firmou convênio de R$ 2 milhões com o ministério em 31 de dezembro de 2009. O convênio foi assinado pelo secretário de Esporte Educacional, Wadson Ribeiro. Ribeiro é filiado ao PC do B e, conforme a publicação, é um dos responsáveis pela assinatura de convênios sob suspeita.
O Ministério do Esporte é alvo desde a semana passada de denúncias de irregularidades em repasses para entidades. O ministro Orlando Silva foi à Câmara e ao Senado explicar as denúncias. Na sexta (21), após reunião de quase uma hora e meia com a presidente Dilma Rousseff, Orlando Silva anunciou que ficaria no cargo.
O G1 procurou o Ministério do Esporte para saber sobre as supostas irregularidades apontadas pelo jornal, mas a assessoria de imprensa não respondeu até a publicação deste texto. O G1 também tenta contato com o Instituto Pró-Ação.
A reportagem de "O Estado de S. Paulo" traz cópias de cheques assinados pela ONG Pró-Ação nos valores de R$ 364.440,05 para a Contemporânea Comércio e Serviços, de R$ 178.187,50 para a Guerreiro Comércio e Serviços e de R$ 311.346,05 para a Automatec Comércio e Serviços. A Automatec, registrada na cidade de Valparaíso de Goiás, funciona como uma loja de motos, a Oliveira Motos, conforme o jornal. A nota fiscal, porém, dá conta de que a verba pagou tecidos, algodão e tinta.
O dono da Automatec disse ao jornal que "arranjou o nome da empresa para um amigo". Esse amigo seria Edinaldo Morais, dono da Contemporânea, que recebeu cinco cheques da ONG Pró-Ação. Atualmente, a empresa não funciona no endereço indicado, informou a reportagem.
A outra empresa, Guerreiros Comércio e Serviço, não existe no endereço indicado em Cidade Ocidental (GO), segundo o jornal. A empresa recebeu R$ 178.187,50 para vender cadarços, tecidos e agulhas.
O presidente do Instituto Pró-Ação, Zilmar Moreira, afirmou a "O Estado de S. Paulo" que as empresas escolhidas fizeram a melhor oferta e que tem "quase certeza de que isso [uso de empresas de fachada] não é verdade".
Reportagem da revista "Época" deste fim de semana aponta suspeitas sobre a mesma ONG, que teria contratado para confecção de bolas e bonés uma cooperativa dirigida pela mulher de Zilmar Moreira. Sobre a suposta irregularidade, Zilmar Moreira disse ao "Estadão" que escolheu a ONG da mulher por ser de "confiança".
Relatório
Reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” desta segunda também apontou a existência de um relatório elaborado pelo Ministério do Esporte que aponta desvios de R$ 17 milhões em 15 convênios que o ministério assinou com organizações não governamentais. O documento teria sido repassado pelo ministério ao deputado Izalci (PR-DF) após um requerimento. A Controladoria Geral da União (CGU) está cobrando os valores, conforme o Ministério do Esporte.
Nesta segunda, Izalci fez um requerimento solicitando informações ao Ministério do Esporte. Segundo ele, a pasta tem até quinta-feira (27) para enviar o detalhamento dos convênios celebrados com as ONGs. Segundo o deputado, as informações preliminares mostram utilização de notas frias, liberação irregular de recursos e falta de alunos nos cursos. ...∕∕∕...
NOTA : ESTA HISTÓRIAS, DO PT, PC DO B, ETC; JÁ NEM MERECEM COMENTÁRIOS.
FICA APENAS A HILARIANTE DECLARAÇÃO DO SENHOR ZILMAR MOREIRA, PRESIDENTE DO INSTITUTO " PRÓ - AÇÃO " . . . ( QUAL SERÁ A AÇÃO ?... ).
DECIDE ATRIBUIR UM SUBSÍDIO À ONG DA MULHER, " POR SER DE CONFIANÇA " ! ! ! . . .
DEPOIS DISTO, DILMA, NÃO HÁ MAIS NADA A DIZER . . .

A crise que o ministro do Esporte, Orlando Silva, vem enfrentando desde a semana passada, quando foi acusado de usar os convênios do programa Segundo Tempo para desviar recursos públicos para os cofres do seu partido, o PC do B, parece que não vai acabar tão cedo. Nesta segundo feira, o jornal "Folha de São Paulo” revela que um relatório apresentado pelo governo em julho aponta desvios de R$ 17 milhões em convênios.
Ainda segundo a matéria, o documento descreve 15 projetos em que os recursos repassados pelo governo teriam sido desviados de sua finalidade.
Todos os projetos receberam recursos do programa Segundo Tempo, que repassa dinheiro público a ONGs, prefeituras e governos estaduais para incentivar a prática de atividades esportivas em comunidades carentes.
Cerca de R$ 1,3 milhão em contas de fantasmas
Já o jornal “Estado de São Paulo" afirma que outro programa do governo, o Pintando a Cidadania, depositou cerca de R$ 1,3 milhão em contas de fantasmas. O valor foi destinado para empresas sem relação com o produto vendido para a ação, que foi criada para "fomentar a prática do esporte por meio de distribuição gratuita de material esportivo e promover a inclusão social de pessoas de comunidades reconhecidamente carentes". Há cheques, por exemplo, de R$ 364 mil, R$ 311 mil, R$ 213 mil, R$ 178 mil, R$ 166 mil e R$ 58 mil.
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O Instituto Pró Ação é apontado pelo Ministério do Esporte como um modelo entre as ONGs que recebem recursos públicos para tocar projetos sociais. Quando autoridades estrangeiras vêm conhecer experiências de sucesso, geralmente são levadas a visitar as instalações da ONG no entorno pobre do Distrito Federal. Desde 2005, o Pró Ação mantém nove convênios que somam R$ 18,1 milhões do Ministério do Esporte. Foi contratado para atuar nos dois principais programas da pasta: o Segundo Tempo – que ministra práticas esportivas a alunos da rede pública quando estão fora das escolas – e o Pintando a Cidadania – dedicado a produzir o material usado no Segundo Tempo. Para ter uma ideia do tamanho dos problemas no Esporte, nem essa entidade mais conceituada escapa de suspeitas de irregularidades na aplicação do dinheiropúblico.
O Pró Ação é um negócio familiar. É presidido por Zilmar Moreira e administrado por seu filho, Eduardo Lima. Para confeccionar bolas, bonés e camisetas, a ONG contratou uma cooperativa dirigida por Maria Jovem Tibério de Lima. Maria é mulher de Zilmar e mãe de Eduardo. Parte do dinheiro público recebido pelo Pró Ação segue para a cooperativa dirigida por ela. “O ministério nunca impôs restrições”, afirma Eduardo Lima. “Além disso, prestamos contas de todas as despesas.” A contadora da ONG e da cooperativa é a mesma pessoa.
Em maio de 2008, o governo baixou uma regra controversa. Eliminou a necessidade de ONGs que prestam serviços ao Estado fazer pregões públicos para contratar fornecedores. Desde então, longe de qualquer fiscalização eficaz, as ONGs podem escolher seus fornecedores livremente. O Pró Ação aproveitou a chance e contratou três fornecedores ligados a um comerciante de Valparaíso, Goiás. ÉPOCA procurou essas três empresas que, em tese, venderam materiais para o Pró Ação. Numa delas funciona uma loja que vende motos e acessórios, artigos sem relação com os produtos fabricados pelo Pró Ação. Mesmo assim, Eduardo Lima diz que as compras do Pró Ação atenderam às exigências de preço e qualidade do ministério.
Os negócios com parentes, amigos e dinheiro público são comuns no universo habitado por ONGs e governo. A ONG Pra Frente Brasil é conhecida. Comandada pela ex-jogadora de basquete Karina Rodrigues, vereadora pelo PCdoB em Jaguariúna, interior de São Paulo, a Pra Frente Brasil tem convênios de R$ 28 milhões com o Ministério do Esporte para atender crianças pelo programa Segundo Tempo em 17 cidades. Entre 2009 e 2010, foram liberados R$ 13 milhões para a ONG. Acusada de irregularidades desde o ano passado, a Pra Frente Brasil é uma entidade de família. A diretora-presidente é Rosa Malvina da Silva. Seu irmão Ronaldo Marcos da Silva é o diretor social. Entre os conselheiros estão Iara Zalla Fosco e seus dois filhos, Daniela e Bruno. Só ficou de fora o pai, Achille Nicola Fosco. Como secretário de Educação de Santo Antônio de Posse, cidade próxima a Jaguariúna, Achille contratou os serviços da Pra Frente Brasil. Em 18 de maio de 2010, ele concedeu um atestado de capacidade técnica à ONG. Esses atestados são necessários para que as entidades sejam habilitadas a receber dinheiro público. Em outro negócio, a Pra Frente Brasil pagou R$ 39.000 à JP Zonzini pelo aluguel de brinquedos infláveis. A JP pertence a João Paulo Zonzini, um dos fundadores da ONG.
A vereadora Karina Rodrigues afirma que os dois casos não caracterizam nenhum ato de má-fé. O caso do atestado de capacidade técnica seria uma coincidência. “É apenas um entre 28 atestados que apresentamos ao ministério”, diz Karina. Segundo ela, a contratação da empresa JP Zonzini não foi irregular, e o pregão foi anunciado no Diário Oficial Empresarial. Karina afirma que 22 empresas compareceram, e a JP ganhou. O Ministério Público Federal abriu, na semana passada, um inquérito para investigar a ONG. “Estou feliz que o Ministério Público investigue”, diz Karina. “Se tivesse algo a esconder, não publicaria balanços e resultados de auditorias externas em nosso site.”
As ONGs entraram para a administração pública na década de 1990. Já houve até uma CPI dedicada a elas no Senado, em 2007. Em meio à guerra entre parlamentares da base aliada e da oposição, pouco foi feito para criar regras capazes de coibir irregularidades. No ano passado, o Ministério do Esporte gastou R$ 210 milhões em convênios do programa Segundo Tempo. Recentemente, anunciou que não fará mais convênios com ONGs. Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff disse que é preciso haver cuidado no repasse de dinheiro para as ONGs em razão da “fragilidade dos convênios”. Fragilidade que, em geral, termina com dinheiro público em mãos privadas.
NOTA : O TÍTULO DA NOTÍCIA, JÁ DIZ TUDO : NEM A MELHOR DELAS ESCAPA ! . . .
SE ACABASSEM COM AS ONG’S NO BRASIL, RESOLVIA-SE 50% DOS PROBLEMAS COM A CORRUPÇÃO E O DESVIO DE DINHEIRO PÚBLICO.
ONG’S, ( COMO O PRÓPRIO NOME INDICA, SÃO ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS ) TÊM CABIMENTO NO 3º. MUNDO, ONDE O ESTADO NÃO ESTÁ ORGANIZADO, INFRAESTRUTURADO, NEM TEM TÉCNICOS À ALTURA, PARA DESENVOLVER POLÍTICAS SOCIAIS.
MAS NO BRASIL ? COM ANTO FUNCIONÁRIO QUE OS GOVERNOS DO PT TÊM ADMITIDO, ISTO JUSTIFICA-SE ?
EM CASO AFIRMATIVO, SÓ VEM PROVAR A REAL INCOMPETÊNCIA DOS PT’S QUE “ ENGORDARAM “ O NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS . . .
OU ENTÃO O ROMBO NAS CONTAS PÚBLICAS AINDA É MAIOR ! O ESTADO SUSTENTA ESSES FUNCIONÁRIOS TODOS, MAIS OS “ CARGOS DE CONFIANÇA “, E AINDA TEM DE PAGAR ÀS ONG’S PARA FAZER TAREFAS QUE COMPETIAM AO ESTADO . . .
OU SERÁ TUDO DE PROPÓSITO, SÓ PARA DESVIAR O DINHEIRO ?
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OSCIP
Organização da Sociedade Civil de Interesse Público
A Lei 9.790/99 como Alternativa para o Terceiro Setor
Cartilha Comunidade Solidária 2ª Edição
QUALIFICAÇÃO COMO OSCIP
Para obter a qualificação de Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público/OSCIP, uma entidade deve atender aos requisitos dos artigos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º da Lei 9.790/99, ou seja:
· ser pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos;
· atender aos objetivos sociais e às normas estatutárias previstas na Lei;
· apresentar cópias autenticadas dos documentos exigidos.
Devido à dificuldade de definir com precisão o significado de "interesse público", indispensável para o acesso à nova qualificação, e diante do risco de uma definição genérica e abstrata, foram estabelecidos dois critérios que, combinados e simultâneos, caracterizam e dão sentido ao "caráter público" das OSCIPs.
Desse modo, as entidades têm que obedecer ao mesmo tempo aos critérios de finalidade - não ter fins lucrativos e desenvolver determinados tipos de atividades de interesse geral da sociedade (art. 1º e 3º da Lei 9.790/99) - e adotar um determinado regime de funcionamento - dispor em seus estatutos e engendrar nas suas ações preceitos da esfera pública que tornem viáveis a transparência e responsabilização pelos atos praticados (art. 4º da Lei 9.790/99).
3.1 – Exigências relativas à natureza jurídica
De acordo com o artigo 16 do Código Civil, as organizações do Terceiro Setor podem assumir a forma jurídica de sociedades civis ou associações civis ou, ainda, fundações de direito privado.
É considerada sem fins lucrativos, conforme parágrafo 1º do artigo 1º da Lei 9.790/99:
"(...) a pessoa jurídica de direito privado que não distribui, entre os seus sócios ou associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferido mediante o exercício de suas atividades, e que os aplica integralmente na consecução do respectivo objeto social".
3.2. Exigências relativas aos objetivos sociais
As OSCIPs devem estar voltadas para o alcance de objetivos sociais que tenham pelo menos uma das seguintes finalidades, conforme art. 3º da Lei 9.790/99:
i) promoção da assistência social; (o que inclui, de acordo com o art. 3º da Lei Orgânica da Assistência Social/ LOAS, Lei 8.742/93, a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência, à velhice ou às pessoas portadoras de deficiência ou a promoção gratuita de assistência à saúde ou à educação ou ainda a integração ao mercado de trabalho);
ii) promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico;
iii) promoção gratuita da saúde, observando-se a forma complementar de participação;
iv) promoção gratuita da educação, observando-se a forma complementar de participação. (O Decreto 3.100/99, art. 6º, define a promoção gratuita da educação e da saúde como os serviços prestados com recursos próprios, excluídas quaisquer formas de cobranças, arrecadações compulsórias e condicionamentos a doações ou contrapartidas);
v) promoção da segurança alimentar e nutricional;
vi) defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável;
vii) promoção do voluntariado;
viii) promoção de direitos estabelecidos, construção de novos direitos e assessoria jurídica gratuita de interesse suplementar;
ix) promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais;
x) promoção do desenvolvimento econômico e social e combate à pobreza;
xi) experimentação, não-lucrativa, de novos modelos sócio-educativos e de sistemas alternativos de produção, comércio, emprego e crédito;
xii) estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito às atividades supra mencionadas.
3.3 – Exigências relativas ao estatuto
O Modelo I, na segunda parte desta publicação, oferece um exemplo hipotético de estatuto de OSCIP. De acordo com o art. 4º da Lei 9.790/99, o estatuto de uma OSCIP deve dizer claramente que a entidade:
i) observa os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e eficiência;
ii) adota práticas de gestão administrativa que coíbem a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios ou vantagens
pessoais em decorrência da participação nos processos decisórios;
iii) possui um conselho fiscal ou órgão equivalente, dotado de competência para opinar sobre os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos superiores da entidade;
iv) prevê, em caso de dissolução da entidade, que seu patrimônio líquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada como OSCIP , preferencialmente que tenha o mesmo objeto social ;
v) prevê, na hipótese de perda da qualificação de OSCIP, que a parcela do seu patrimônio que houver sido formada com recursos públicos será transferida a outra pessoa jurídica qualificada como OSCIP, preferencialmente que tenha o mesmo objeto social;
vi) deve expressar claramente sua opção em relação à remuneração dos dirigentes, ou seja, se a entidade:
a) remunera os dirigentes que efetivamente atuam na gestão executiva da entidade ou prestam a ela serviços específicos, desde que respeitados os valores praticados na região onde atua; ou
b) não remunera sob nenhuma forma os dirigentes da entidade (ver a esse respeito o item 3.3.1).
vii) observa as seguintes normas de prestação de contas:
a) serão obedecidos os princípios fundamentais de contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade;
b) será dada publicidade ao relatório de atividades e às demonstrações financeiras da entidade, incluindo as certidões negativas de débitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os à disposição para exame de qualquer cidadão;
c) será realizada auditoria independente da aplicação dos recursos - objeto do Termo de Parceria, conforme previsto em regulamento;
d) serão obedecidas as determinações do parágrafo único do art. 70 da Constituição Federal.
Além desses quesitos, a entidade deve expressar em seu estatuto a sua natureza jurídica, ou seja, que ela é uma pessoa jurídica sem fins lucrativos, conforme parágrafo 1º do art. 1º da Lei 9.790/99. Também deve deixar claro a(s) sua(s) finalidade(s) e a forma pela qual se dedica a ela(s), indicando se é por meio de execução direta de projetos, programas ou planos de ações, doação de recursos físicos, humanos e financeiros ou prestação de serviços intermediários de apoio a outras organizações sem fins lucrativos e a órgãos do setor público que atuam em áreas afins.
Na hipótese de dissolução de uma OSCIP de assistência social, ela terá de contemplar, em seu estatuto, tanto as exigências da legislação específica (Lei 8.742/93 - LOAS, Resoluções do Conselho Nacional de Assistência Social/CNAS e outras) quanto à da Lei 9.790/99 sobre a destinação do patrimônio. Ou seja: seu estatuto deve prever a destinação do patrimônio para outra OSCIP registrada no CNAS.
As entidades de assistência social não poderão remunerar seus dirigentes, pois as resoluções do CNAS e dos Conselhos Estaduais e Municipais de Assistência Social impedem tal possibilidade.
Finalmente, cabe ressaltar que a OSCIP não pode omitir em seu estatuto a questão da remuneração dos dirigentes, devendo expressar sua opção: se os remunera ou não.
RESUMO
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"O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. A presidente decidiu, portanto, a suspensão desse material, assim como de um vídeo que foi produzido por uma ONG - não foi produzido pelo MEC - a partir de uma emenda parlamentar enviada ao MEC", disse o ministro, após reunião com as bancadas evangélica, católica e da família.
Segundo ele, a presidente decidiu ainda que todo material que versar sobre "costumes" terá de passar pelo crivo da coordenação-geral da Presidência e por um amplo debate com a sociedade civil. "O governo se comprometeu daqui para frente que todo material que versará sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade", afirmou.
Segundo o ministro, a determinação do governo não é um "recuo" na política de educacional contrária à homofobia
"Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia", disse.
De acordo com Carvalho, Dilma vai se reunir nesta semana com os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar do material didático.
"A presidenta vai fazer um diálogo com os ministros para que a gente tome todos os devidos cuidados. Em qualquer área do governo estamos demandando que qualquer material editado passe por um crivo de debate e de discussão e da coordenação da Presidência."
Em reunião, os parlamentares haviam decidido colaborar com a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique sua evolução patrimonial.
O ministro Gilberto Carvalho negou ter pedido que os parlamentares desistissem de trabalhar pela convocação de Palocci diante da decisão da presidente sobre o "kit anti-homofobia".
"Isso é uma posição deles. Nós falamos para eles que, em função desse diálogo, que eles tomassem as atitudes que eles achassem consequentes com esse diálogo. Eles é que decidiram suspender aquelas histórias que eles estavam falando. Não tem toma lá da cá, não", afirmou.
Os deputados também ameaçaram obstruir a pauta da Câmara e abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a contratação pelo MEC da ONG que elaborou a cartilha.
“Ele [Gilberto Carvalho] disse que tem a palavra da presidente da República de que nada do que está no material é de consentimento dela. E nós suspendemos a obstrução e todas as nossas medidas”, afirmou Garotinho.
“A preocupação das pessoas que estão envolvidas nesse cenário é a didática do material colocado. Achamos que a didática é muito agressiva. Temos que tomar cuidado para que a dosagem do remédio não seja mais forte do que aquilo que o paciente quer e necessita”, afirmou.
O kit que estava sendo analisado pelo MEC faz parte do programa Escola Sem Homofobia, do Governo Federal, e contém material didático-pedagógico direcionado aos professores. O objetivo era dar subsídios para que eles abordem temas relacionados à homossexualidade com alunos do ensino médio.
NOTA : É ÓBVIO QUE A DITADURA SOBRE COSTUMES SOCIAIS, DEVERIA TER UMA AMPLA DISCUSSÃO NA SOCIEDADE.
PARECE QUE O BOM SENSO ESTÁ A CHEGAR AO PLANALTO, E A DEIXAR QUE OS PROMOTORES DE IDEIAS QUE PARECEM " MUITO AVANÇADAS ", REPENSEM MELHOR AS SUAS IDEIAS, E SOBRETUDO, AS FORMAS DE AS EXPRESSAR.
NÃO DEIXA POR OUTRO LADO DE SER CURIOSO, A FRAGILIDADE DO GOVERNO PERANTE O " PESO " DOS ARGUMENTOS APRESENTADOS COMO RETALIAÇÃO, CASO O GOVERNO NÃO VOLTASSE ATRÁS ! . . .
DEIXAR DE OUVIR AS EXPLICAÇÕES ( SE AS HÁ . . . ) DO PALOCCI, É TÃO GRAVE OU AINDA PIOR, DO QUE SER HOMOFÓBICO !
DEIXAR DE INVESTIGAR AS ONG'S ( . . . SEMPRE ELAS ! ) QUE TRABALHAM PARA O GOVERNO SEM QUALQUER CONTROLE, ISSO ENTÃO, NEM SE FALA ! . . .
QUANDO É QUE ACABAM COM ISTO ? . . .
G1 GLOBO
19/04/2011
Justiça não concede habeas corpus a chimpanzé morador de Zoo no RJ. Desembargador alegou que habeas corpus é cabível só para os humanos. Entidades queriam transferir chimpanzé Jimmy para santuário de primatas.
O Tribunal de Justiça do Rio não concedeu habeas corpus ao chimpanzé Jimmy, uma das principais atrações do Zoológico de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. A ação que pedia a liberdade do chimpanzé foi proposta por 30 entidades protetoras dos animais, pessoas físicas e Organizações Não Governamentais (ONGs). O grupo pedia a transferência do chimpanzé para um santuário de primatas no estado de São Paulo, sob a alegação de que Jimmy precisava de espaço e da companhia de sua espécie.
A decisão da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio foi divulgada nesta terça-feira (19). De acordo com a assessoria do TJ-RJ, a decisão cabe recurso nos tribunais superiores.
Segundo as entidades que pediram o HC, o animal estaria vivendo isolado há anos em uma pequena jaula no zoológico. Jimmy é conhecido por gostar de pintar telas de arte. Os trabalhos produzidos pelo animal já foram expostos em Niterói.
Lei apenas para os homens
O relator do processo, desembargador José Muiños Piñeiro Filho, argumentou que a lei determina que o habeas corpus somente é cabível para seres humanos, não tendo validade para animais.
A assessoria de imprensa do TJ-RJ informou que durante o julgamento, o desembargador contou que pesquisou muito sobre o assunto e que, apesar de estudos concluírem que o chimpanzé é o parente mais próximo do homem, com 99,4% do DNA idênticos ao do ser humano, o mesmo não pode ser considerado como pessoa. Ainda de acordo com o TJ, a Fundação Jardim Zoológico de Niterói (Zoonit) alegou que Jimmy é muito bem tratado e que está em uma jaula que atende plenamente as suas necessidades.
Os desembargadores também decidiram encaminhar, como direito de petição, os autos do processo para conhecimento da chefia do Poder Executivo de Niterói, das chefias dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, do Ibama e das Comissões do Meio Ambiente do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e da Assembléia Legislativa do Rio.
NOTA : E PERDEM OS SENHORES DESEMBARGADORES TEMPO, COM UM HABEAS CORPUS PARA UM CHIMPANZÉ ! . . .
TAMBÉM, HÁ ADVOGADOS CAPAZES DE QUASE TUDO, COMO SE PODE VER ! . . .
NESTES PROCESSOS POUCO CLAROS, NÃO PODIAM FALTAR AS . . . ONG'S ! . . .