quinta-feira, 13 de junho de 2013
quinta-feira, 10 de maio de 2012
. . . A " CULTURA " IRANIANA
DIÁRIO DE NOTICIAS
10-05-2012
Irão
25 chicotadas por vestir deputado de futebolista
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
ELES TENTAM ! . . .
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, saiu em defesa do direito da liberdade de expressão e criticou a atitude do partido, destacando que democracia está directamente relacionada com a liberdade da imprensa.
Em declarações ao diário O Globo, o advogado afirmou que a decisão do PT "assusta", uma vez que a criação de uma agência reguladora dos media pode significar "censura".
O advogado lembrou ainda que o ordenamento jurídico brasileiro já estabelece regras para o exercício do jornalismo, que prevê punições contra o infractor.
"Em qualquer situação que ultrapasse o limite da liberdade de imprensa, há medidas judiciais a serem tomadas, seja contra o jornalista ou o órgão de imprensa ao qual pertence", destacou o representante dos advogados brasileiros.
Em contrapartida, a senadora do PT Marta Suplicy admitiu que o tema é "delicado", mas argumentou que não se trata de censura.
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IMAGENS QUE VALEM MAIS QUE MIL PALAVRAS . . .
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sábado, 18 de junho de 2011
PARA O PT, A IMPRENSA, É UM EMPECILHO . . .
SUMARÉ - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar a mídia neste sábado durante evento político no interior de São Paulo. Em discurso a militantes do seu partido no Encontro das Macro Regiões Estaduais do PT de São Paulo, em Sumaré, Lula disse que, pelo teor do noticiário dos grandes veículos de comunicação, jamais teria deixado a presidência com 87% de aprovação popular.
- Se dependesse da primeira página dos jornais, eu só iria perder pontos no Ibope - afirmou.
O ex-presidente falou da estratégia de seu governo de privilegiar os pequenos veículos de comunicação do interior do país, as chamadas mídias regionais, para se comunicar com o eleitorado.
- Consegui criar outra forma de conversar com as pessoas que não fosse através dos grandes meios de comunicação, passando a falar nas rádios e jornaizinhos locais. Essa gente (do interior) não lê os grandes jornais, o que vale é a imprensa local, a rádio local - ensinou.
O petista lembrou que essa bem sucedida mudança na comunicação oficial envolveu também a redistribuição das verbas publicitárias do governo. Segundo Lula, essas verbas eram destinadas a cerca de 378 veículos no início de sua gestão. E no ano passado eram oito mil veículos (entre rádios, jornais, revistas e TVs) que repartiam essa verba.
Falando aos militantes logo depois de Lula, que deixou o evento após discursar, o ex-ministro e deputado cassado José Dirceu disse que hoje a mídia "faz o papel da oposição" no país, organizando a agenda e pautando as ações da oposição.
- O partido precisa responder aos ataques que já está sofrendo e vai sofrer. Se tem problema de corrupção, que se investigue - disse.
Segundo Dirceu, o partido não deve permitir o "uso político" dessas denúncias.
- Se hoje temos o Ministério Público e a Polícia Federal investigando, isso foi por conta do nosso governo. Por isso, não vamos permitir que se faça uso político desse tipo de denúncia.
terça-feira, 7 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A COMUNICAÇÃO SOCIAL BRASILEIRA, RESPONDE AO SENHOR PRESIDENTE DA REPUBLICA
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quarta-feira, 17 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
TERÃO SIDO SEIS BALAS PERDIDAS ? . . .
Seis tiros matam director de jornal crítico de Chávez
Israel Márquez, de 68 anos, tinha ido jantar com a mulher à casa do filho. À saída, cada um foi para um carro (ela tinha vindo de casa, ele do trabalho). Foi então que dois homens armados tentaram assaltar a mulher e Márquez reagiu. A polícia contou 15 impactos de bala no carro do director do jornal, sendo que seis acertaram em Israel. Dois assaltantes foram presos; um terceiro, que tinha ficado no carro, fugiu.
O director do jornal crítico do Presidente não resistiu aos ferimentos. "A dor que afecta os familiares de Márquez e o mundo da comunicação não pode silenciar a nossa condenação aos responsáveis principais da violência e impunidade que assolam o povo venezuelano representados no regime de Chávez", disse o jornal.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A 1ª. MINI - CONFERÊNCIA NACIONAL DE COMUNICAÇÃO
G1 GLOBO14/12/09
'Imprensa livre é fundamental
para a democracia', diz Lula
Presidente falou na abertura
da 1ª Conferência Nacional de
Comunicação.
Evento vai até quinta-feira,
em Brasília.
A conferência, que vai até quinta-feira (17), pretende debater propostas sobre a produção e distribuição de informações jornalísticas e culturais no país. Entre as propostas, estão o controle social da mídia por meio de conselhos de comunicação e uma nova lei de imprensa.
Em seu discurso, Lula elogiou o papel da imprensa livre no país. “Tenho orgulho de dizer que a imprensa no Brasil é livre, publica e não publica o que deseja, apura e deixa de apurar o que quer. A imprensa livre é fundamental para a democracia”, afirmou.
O presidente disse que a imprensa comete “exageros”, mas que eles são “combatidos” pela própria liberdade de expressão dos meios de comunicação, mesmo nos casos em que são publicadas o que chamou de “calúnias infames”. “Aprendi a conviver tranquilamente com isso, porque com democracia a verdade mais cedo ou mais tarde prevalece. Os telespectadores e leitores têm condições de avaliar o que é verdade. Quem não lhes trata com respeito e reconhece sua inteligência acaba perdendo credibilidade. Por isso, estou convencido de que para combater esses excessos nada melhor que a própria liberdade de imprensa”, declarou. Lula afirmou ainda que a transformação por que passam os meios tradicionais de comunicação no mundo se repete no Brasil, com a ampliação da influência da internet. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, quando teve seu nome anunciado no evento e durante seu discurso, foi vaiado, principalmente por estudantes que participaram da abertura do fórum.
NOTA : POR AQUI SE VÊ, COMO O PRESIDENTE LULA ESTÁ MAL ASSESSORADO !
NUMA CONFERÊNCIA NACIONAL DE COMUNICAÇÃO, ONDE PRIMAM PELA AUSÊNCIA, TODOS OS REPRESENTANTES QUE A NOTICIA REFERE, TORNA A PRESENÇA DO PRESIDENTE, NUMA PARTICIPAÇÃO SEM BRILHO, E PIOR, COLOCA-O NUMA POSIÇÃO DE CONFRONTO COM AS ENTIDADES AUSENTES, E SOBRETUDO, COM QUEM ELAS REPRESENTAM, FRAGILIZANDO E BANALIZANDO, A PRESENÇA DO PRESIDENTE.
NÃO SE TRATA DA FALTA FÍSICA NA SALA, PORQUE ESSES ESPAÇOS, NÓS SABEMOS COMO SE OCUPAM PARA A FOTOGRAFIA E PARA AS TELEVISÕES . . .
TRATA-SE DE UMA GRANDE E IMPORTANTE FATIA DE REPRESENTANTES DA COMUNICAÇÃO SOCIAL BRASILEIRA, QUE CERTAMENTE NÃO ESTÃO TÃO DE ACORDO QUANTO O PRESIDENTE, NO TOCANTE AO QUE ELE CHAMA DE " LIBERDADE DE IMPRENSA " . . .
FICAMOS SEM SABER, SE A TENTATIVA DE CERCEAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, SE SÃO IDEIAS PRÓPRIAS, DO PT, DO LULA, OU DAS RECENTES AMIZADES DO SENHOR PRESIDENTE, TAIS COMO CHAVEZ, RAUL CASTRO OU AHAMADINEJAD, QUE SÃO GRANDES IDEÓLOGOS E AMIGOS DE LULA E DO PT, MAS QUE NÃO SÃO PRÓPRIAMENTE OS MELHORES EXEMPLOS NESTE CAMPO ! . . .
É QUE NESTAS COISAS DE IDEIAS, TAL COMO EM OUTRAS, ACONTECE AQUILO QUE O POVO COSTUMA DIZER, " DIZ-ME COM QUEM ANDAS, E DIR-TE-EI COMO PENSAS " ! . . . É ! . . .
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
CHAVES E A " SUA " NOJENTA DEMOCRACIA
atacados em
protesto contra
projeto de
educação
em Caracas
Ao menos 12 jornalistas venezuelanos, que protestavam contra o projeto de lei da Educação do governo de Hugo Chávez, foram agredidos por militantes chavistas nesta quinta-feira, durante uma manifestação em Caracas, quando distribuíam folhetos em favor da liberdade de expressão.
Segundo uma jornalista que participou do protesto, os cerca de 30 jornalistas foram atacados quando distribuíam panfletos aos motoristas e pedestres na avenida Urdaneta, uma das principais de Caracas. Os folhetos destacavam o artigo 50 da Lei Orgânica de Educação, atualmente em debate no Congresso, que prevê sanções aos meios de comunicação "que produzam terror e incitem ao ódio". Os manifestantes também recolhiam assinaturas em favor da liberdade de expressão.
Os militantes chegaram ao local gritando "revolução" e "Esta rua é o povo", e começaram a bater nos jornalistas, segundo relato de Gledys Pastrana, uma das manifestantes."Chegaram gritando, dizendo palavrões contra os funcionários [...] Tinham pedras, objetos contundentes e até bombas de gás lacrimogêneo", contou um jornalista.
"Fomos distribuir panfletos pacificamente e fomos selvagemente espancados" por supostos aliados do governo "que nos acusaram de sermos apoiadores da oligarquia", disse Ubaldo Arrieta, um dos outros atacados.
Marcos Ruiz, jornalista do diário "Últimas Noticias", de Caracas, que foi atacado por pelo menos quatro pessoas, que o espancaram com bastões e murros, foi transferido emergencialmente para um hospital, disseram testemunhas à agência Efe.
O presidente da rede Capriles, Miguel Angel Capriles, repudiou que os jornalistas que trabalham em suas empresas tenham sido "atacados desta forma brutal".
Também nesta quinta-feira, centenas de estudantes e professores foram reprimidos pela polícia, que utilizou bombas de gás lacrimogêneo para impedir sua chegada ao Parlamento, que debate o projeto de lei. Segundo o comissário da Polícia Metropolitana, Carlos Meza, as forças da ordem tiveram que "dissuadir" os manifestantes porque o protesto não era autorizado.
A rede Capriles é um dos grupos editoriais mais importantes do país e publica os jornais "Últimas Noticias", "El Mundo Economía y Negocios", e o jornal esportivo "Líder".
NOTA : APENAS, APREENSÃO E, NOJO !
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VENTOS PERIGOSOS ! . . .
Cantanhêde
Todos os sábados, de duas a três horas, o presidente Rafael Corrêa apresenta-se no rádio aos cidadãos do Equador. O pretexto é prestar contas do que faz. Na prática, ele incita o ouvinte contra a imprensa, que acusa de "corrupta" e de "vendida", com um sugestivo fundo musical: "mentem, mentem, mentem... não param de mentir".
Isso lembra alguém, de algum lugar? Sim, lembra Hugo Chávez, da Venezuela, que inaugurou programas jogando a população contra a imprensa e agora vai da palavra aos atos: toda hora, manda fechar uma TV daqui, dúzias de rádios dali. Já são mais de 30.
O nível de manipulação popular contra TVs, rádios, jornais, seus donos e seus jornalistas vem num crescendo. Porque tudo que os governantes não querem é ler, ouvir e ver os desmandos de seus governos, de seus grupos de poder e até de seus familiares expostos à opinião pública. Preferem tudo intramuros, restrito aos seus palácios.
Rafael Corrêa, por exemplo, tem sido ousado nas políticas sociais, nos avanços da economia e na reordenação institucional de um país que chegou a ter oito presidentes numa única década. Mas os méritos que lhe rendem uma alta popularidade entre pobres e ricos não lhe dão o direito de calar a crítica, nem de ocultar que seu irmão, Fabrício, está enrolado com contratos de construção civil.
Governantes devem explicações aos seus governados. E quem não deve não teme, não é verdade?
Nada é perfeito, e a imprensa comete erros, às vezes gritantes. Mas não é fechando canais e decidindo quais devem morrer e quais devem sobreviver que Chávez vai depurar os procedimentos da mídia nem contribuir para a consolidação da democracia, nem na Venezuela, nem na América do Sul.
A imprensa não é para badalar o poderoso, mas para provocá-lo, cobrá-lo, muitas vezes irritá-lo. Mais vale um governante irritado do que um país sem a mídia para irritá-lo.
Essa escalada que parte dos Andes é, sem dúvida, preocupante. Você, que gosta de notícias, que acompanha a Folha e/ou a Folha Online, que está aqui lendo nossas Pensatas, deve ficar atento e reagir pelo direito de liberdade de expressão, porque começa assim, lá nos Andes, e depois se espalha por aí.
Na última reunião da Unasul (União das Nações Sul Americanas), aqui em Quito, Equador, onde ainda estou, a turma "bolivariana" tentou emplacar uma condenação à imprensa livre na declaração final, sem sucesso. Mas já foi um começo. É hora de dar um basta.
A mídia é central no sistema de pesos e contrapesos. E é como a democracia (ou o casamento, se preferirem): cheia de defeitos, mas ainda não inventaram nada melhor.
NOTA : AS TENTATIVAS DOS DITADORES DE CALAR A IMPRENSA LIVRE, NÃO SÃO UM MAL DE HOJE.
A HISTÓRIA ENCARREGA-SE DE NOS DEMONSTRAR AO LONGO DO TEMPO, QUE TODAS AS DITADURAS, NECESSITAM QUE A LBERDADE DE EXPRESSÃO SEJA UM PRIVILÉGIO DA CLASSE DOMINANTE, POIS SÓ ASSIM, CONSEGUEM UMA MAIOR TRANQUILDADE NO TOCANTE AO SILENCIAMENTO DAS ACTIVIDADES QUE LHES INTERESSA OCULTAR, E TRANQUILAMENTE AGIR SEM SEREM CONFRONTADOS.
NÃO DEIXA DE SER PREOCUPANTE NA AMÉRICA LATINA, QUE AINDA SE POSSA PENSAR, ( COM EXCLUSÃO DE CUBA, QUE DESDE A EXPULSÃO DE FULGÊNCIO BATISTA, VIVE SOB A DITADURA DOS IRMÃOS CASTRO, E AGORA A VENEZUELA SOB O COMANDO DE UM MILITAR ), SER POSSIVEL SILENCIAR A LIBERDADE DE IMPRENSA, SEJA DEQUE FORMA FOR !
NÃO DEIXA DE SER MENOS PREOCUPANTE, QUE O CERCEAMENTO DAS MAIS ELEMENTARES LIBERDADES, ENTRE ELAS A DE IMPRENSA, APAREÇA POR VEZES CAMUFLADA SOB ORDEM JUDICIAL, SEJA QUAL FOR O ARGUMENTO QUE A SUPORTE, COMO RECENTEMENTE ACONTECEU EM RELAÇÃO AO FILHO DO SENADOR SARNEY.
O ACTO REPUGNANTE DE CENSURAR A IMPRENSA, DEVERIA ESTAR COMPLETAMENTE IRRADICADO DAS PRÁTICAS DO SÉCULO XXI. LAMENTÁVELMENTE, CONSTATA-SE E LAMENTA-SE, QUE A TENTATIVA DE O FAZER RENASCER, NUMA DEMOCRACIA E NUM ESTADO DE DIREITO, VENHA DO PODER JUDICIÁRIO, QUE DEVERIA SER O PRIMEIRO A SAIR EM SUA DEFESA !
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
AO QUE SE SUJEITA O LIDER DE PARTIDO DE " ESQUERDA "(?) . . .
ESTADO - SP
10-08-2009
Censura: Associação
Mundial de Jornais
pede ação de Lula
Em carta enviada à
Presidência e ao STF,
entidades condenam
decisão que proibiu
'Estado' de divulgar
áudios
O recurso judicial que pôs o jornal sob censura foi apresentado pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que é alvo das investigações. Os advogados do empresário afirmam que o 'Estado' praticou crime ao publicar trechos das conversas telefônicas gravadas na operação com autorização judicial. Segundo eles, a divulgação de dados das investigações fere a honra da família Sarney.
A liminar foi expedida pelo desembargador Dácio Vieira, do Tribuna de Justiça do Distrito Federal e Territórios depois que o jornal divulgou áudios em que Fernando e José Sarney falam sobre distribuição de cargos no Senado.
Na carta, as entidades lembram "que a medida judicial de proibir as reportagens se constitui em um caso de censura e é uma clara violação do direito de livre expressão, que é garantido por inúmeras convenções internacionais, incluindo a Declaração Mundial dos Direitos Humanos". Juntas, as duas associações representam 18 mil publicações, 15 mil sites e mais de 3 mil companhias em mais de 120 países.
Leia a íntegra da carta
Vossa Excelência Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente do Brasil
Brasília, Brasil
10 de agosto de 2009
Vossa excelência
Em nome da Associação Mundial de Jornais e do Fórum Mundial de Editores, representando 18 mil publicações, 15 mil sites e mais de 3 mil companhias em mais de 120 países, expressamos nossa profunda preocupação com a medida judicial que proibiu a mídia de publicar informações sobre uma investigação policial acerca de um servidor público envolvido em corrupção.
No último dia 30 de julho, o juiz Dácio Vieira da Corte Federal de Brasília, ordenou que o jornal O Estado de S. Paulo e seu site parassem de publicar reportagens sobre alegados casos de corrupção de Fernando Sarney, filho do senador e presidente do Senado, José Sarney. O Estado de S. Paulo publicou transcrições de gravações da polícia, que incriminavam Fernando Sarney em casos de corrupção. A medida proíbe que qualquer meio reproduza as reportagens do jornal. O não cumprimento da medida acarreta uma multa de R$ 150 mil.
Gostaríamos de lembrar respeitosamente que a medida judicial de proibir as reportagens se constitui em um caso de censura e é uma clara violação do direito de livre expressão, que é garantido por inúmeras convenções internacionais, incluindo a Declaração Mundial dos Direitos Humanos. O artigo 19 da Declaração diz: "Todos têm o direito de livre expressão e opinião, incluso o direito de ter opiniões sem interferência e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios, independentemente de fronteiras".
Respeitosamente pedimos a Vossa Excelência que faça tudo o que estiver ao seu alcance para garantir que esta decisão seja anulada e que seja permitido à imprensa publicar livremente reportagens sobre todos os assuntos de interesse público. Contamos com o compromisso do Sr. Para que no futuro seu país respeite todos os acordos.
Atenciosamente,
Gavin O'Reilly
Presidente da Associação Mundial de Jornais E Xavier Vidal-Folch
Presidente do Fórum Mundial de Editores
NOTA : TUDO ISTO PODERIA TER SIDO EVITADO, SE APENA UMA DAS PRINCIPAIS PERMISSAS DA DEMOCRACIA, TIVESSE SIDO RESPEITADA :
A LIBERDADE DE IMPRENSA !
NA ÂNSIA DE DEFENDER O INDEFENSÁVEL, OS DIVERSOS " PODERES ", TENTARAM, E POR ENQUANTO CONSEGUIRAM, QUE A IMPRENSA DEIXASSE DE CUMPRIR A SUA MISSÃO DE INFORMAR LIVREMENTE, O QUE NUM ESTADO DE DIREITO, NÃO PODE DEIXAR DE SE LAMENTAR PROFUNDAMENTE.
PENA É, QUE PRESIDENTES E ESTADISTAS NO PODER, ELES PRÓPRIOS QUANTAS VEZES, VÍTIMAS DA FALTA DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO ( OH, QUANTA AMNÉSIA ! . . . ), SE VEJAM AGORA COMO ALGOZES DAQUILO PORQUE OUTRORA LUTARAM E TANTO CRITICARAM OS DITADORES !
A MEMÓRIA DOS HOMENS É CURTA ! QUE PENA !
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sábado, 18 de julho de 2009
DIGA LÁ OUTRA VEZ ! . . .
ESTADO - SP
18-07-2009
Sarney se diz
vítima de
campanha
e acusa mídia de
''personalizar
crise''.
Em discurso,
ele atribui a
ofensiva ao
Estado, que
estaria obrigando
restante
da imprensa
a repercuti-la
Rosa Costa
Citando o filósofo Lúcio Sêneca (4 a.C-65 d.C), Sarney encerrou o discurso dizendo que "as grandes injustiças só podem ser combatidas com o silêncio, a paciência e o tempo".
Depois de definir o semestre como de "intenso trabalho legislativo", de "correções administrativas e de avanços nos objetivos de racionalização e modernização", Sarney mirou o Estado. "O jornal O Estado de S. Paulo iniciou uma campanha pessoal contra mim, obrigando os outros jornais e televisão a repercuti-la", acusou. "Esqueceram o Senado para invadir a minha vida privada e da minha família."
Enfatizando que a constatação não carregava "nenhum sentimento menor", o senador disse que viu "as disputas políticas" transformarem "a reforma administrativa numa pretensa crise de desmoralização do Senado, inviabilizando a discussão dos grandes temas".
Apesar da crise institucional, citou uma longa lista de 40 medidas que contribuem para "o saneamento dos graves problemas de natureza ética e legal". Na avaliação de Sarney, tudo foi revelado quando ele começou "a examinar as condições prevalecentes de funcionamento (do Senado)". Dos 40 tópicos citados, 32 deles são decorrentes de denúncias da imprensa e dos servidores, da Operação Mão de Obra, da Polícia Federal, deflagrada em 26 de junho de 2006, e até da repercussão geral provocada pelos escândalos da Câmara, as farras das passagens e das verbas indenizatórias.
Exemplos das providências tomadas a reboque da Polícia Federal, da mídia, das denúncias dos próprios funcionários, das disputas políticas e do ricochete da Câmara são as medidas para controlar o pagamento de horas extras, o controle dos gastos com telefones celulares, a revisão dos contratos de serviços com empresas terceirizadas, as novas normas de uso de verbas indenizatórias. Nesse rol, incluem-se ainda o corte na criação de comissões fictícias só para embolsar adicionais de salário, a extinção de algumas das 181 diretorias, o enterro dos 663 atos secretos, o controle do nepotismo, as sindicâncias do Tribunal de Contas da União e os inquéritos abertos no Ministério Público e na Polícia Federal.
Sarney lamentou ter perdido o apoio do DEM e do PSDB. Disse que assumiu o terceiro mandato à frente da Casa por convocação de "quase todos os partidos". "Eu nunca fui candidato a presidente do Senado por minha vontade, sempre por convocação." Em nenhum momento falou do nepotismo envolvendo sua família e todo o clã político aliado, de Epitácio Cafeteira (PTB-MA) a Edison Lobão (PMDB-MA), hoje no Ministério de Minas e Energia. Omitiu igualmente a farra dos atos secretos, que proliferaram em suas duas gestões anteriores (1995-1997 e 2003-2005) - essas duas gestões são também responsáveis por 70% dos 2.800 comissionados da Casa.
NOTA : COITADO DO SENADOR ! . . .
SERIA BOM QUE TODOS OS " CORONÉIS ", " CAPITÃES DO MATO ", " GRILHEIROS ", " LOBISTAS " E OUTROS DEPREDADORES DO DINHEIRO PÚBLICO E DE OUTROS BENS QUE AO POVO BRASILEIRO PERTENCEM, SE APERCEBESSEM, QUE ESTES TEMPOS SÃO DE MUDANÇA ! . . .
PARA ESTA GENTE, A LIBERDADE DE IMPRENSA, O APARECIMENTO DE JOVENS JORNALISTAS QUE NÃO " FAZEM FRETES ", A RAPIDEZ DE DIVULGAÇÃO DAS NOTICIAS COM O APARECIMENTO DA INTERNET, E OUTRAS TECNOLOGIAS QUE A INFORMAÇÃO APROVEITA, SÃO UM AUTÊNTICO APOCALIPSE, PARA UMA CERTA FORMA DE FAZER POLÍTICA, QUE ERA, E AINDA É EM ALGUNS ESTADOS, A ÚNICA FORMA CONHECIDA DE EXERCER O PODER NESTE PAÍS, E QUE TANTA RIQUEZA TROUXE À MAIORIA DOS SEUS PROTAGONSTAS.
HOJE EM DIA, HÁ UMA MÁXIMA QUE ESTA GENTE TEM QUE APRENDER, PARA CONVIVER COM COMUNICAÇÃO SOCIAL :
" SE NÃO QUER QUE SE SAIBA, NÃO FAÇA "
MAS A CARNE É FRACA, A TENTAÇÃO É GRANDE, E A AMBIÇÃO, ESSA, É DESMEDIDA ! . . . E O RESULTADO É ESTE !
ESTA CLASSE NÃO É VÍTIMA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL !
ESTA CLASSE, É SIM, BENEFICIÁRIA DE UMA IMPUNIDADE APENAS EXISTENTE NO BRASIL, QUE TODA A CLASSE POLÍTICA - SEM EXCEPÇÃO - A QUE PERTENCEM, CORPORATIVAMENTE TEIMA EM MANTER, PARA QUE OS SEUS PRIVILÉGIOS CONTINUEM INCÓLUMES !
NÃO É POR ACASO QUE AQUI MANIFESTO AMIÚDE A MINHA INDIGNAÇÃO, E CONTINUAREI A FAZÊ-LO, POR NADA MUDAR NESTE ASPECTO, MESMO COM O PRIMEIRO PRESIDENTE DA REPUBLICA DE ESQUERDA (?) QUE ESTE PAÍS TEM . . .
PARA LULA, PARA O PT, E PARA A CLASSE POLÍTICA NA SUA MAIORIA, SERIA DA MAIOR UTILIDADE UMA IMPRENSA ONDE HOUVESSE APENAS UM ORGÃO OFICIAL COMO O PRAVDA RUSSO, OU O GRANMA CUBANO, E SE TOMASSEM MEDIDAS COMO RECENTEMENTE NO IRÃO, ONDE A INTERNET E OS TELEFONES PÁRAM DE FUNCIONAR QUANDO NÃO INTERESSA AO GOVERNO QUE CERTAS COISAS SEJAM DIVULGADAS !
SÓ ASSIM, SARNEY, DEIXARIA DE SER " PERSEGUIDO " . . .
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terça-feira, 3 de julho de 2007
COBERTURA DAS ELEIÇÕES EM CUBA

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sábado, 16 de junho de 2007
" SOY LOCO POR TI AMÉRICA "
O presidente do Equador, Rafael Correa, se mostrou neste sábado (16) partidário de "leis mais severas para punir a mediocridade e a dupla moral da imprensa" e acha que o tema deve ser discutido na Assembléia Constituinte.
Falando em seu programa semanal de rádio, o chefe de Estado equatoriano criticou assim a imprensa local por divulgar uma gravação ilegal envolvendo seu ministro da Economia, Ricardo Patiño.
A televisão equatoriana divulgou na segunda-feira passada uma segunda gravação mostrando o ministro Patiño recebendo informações antecipadas sobre a sessão parlamentar que aprovou o principal projeto do governo socialista.
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sexta-feira, 8 de junho de 2007
MAIS UMA DO LULA . . .
" DECISÃO DE CHÁVEZ DE FECHAR EMISSORA DE TV FOI DEMOCRÁTICA ! ! ! "
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segunda-feira, 4 de junho de 2007
E ESTA ?... Assessor de Lula sai em defesa de Chávez
Para Garcia, 'em poucos países há tanta liberdade como na Venezuela'
Diante de mais uma reação destemperada do presidente da Venezuela ao pedido do Senado brasileiro para que reveja a não renovação da concessão para funcionamento da emissora RCTV, o assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, ministro Marco Aurélio Garcia, saiu ontem em defesa de Hugo Chávez.
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quarta-feira, 30 de maio de 2007
OH LULA, ASSIM " TÁ LEGAL " ! ! !
Lula: imprensa livre fortalece democracia
Comentário ocorre após decisão da Venezuela de fechar canal de TV. “A democracia não aceita dono da verdade”, disse o presidente.
Para Lula, é bom quando a imprensa critica um governo ou um político porque o “incômodo” gerado cria “soluções definitivas”. “Inquietações servem para consolidar a democracia. Ela não permite e não aceita dono da verdade.“Ela exige que cada um de nós, seres humanos na política e na radiodifusão, compreendamos que toda vez que um de nós acha que é imprescindível ou toda vez que entendemos que somos insubstituíveis estamos fazendo a democracia correr perigo”,
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segunda-feira, 28 de maio de 2007
... PARECE QUE É O ÚNICO !
anti-Chávez na Venezuela
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