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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

UMA LIÇÃO DE CIDADANIA A NÃO PERDER !!!!




Actualmente, nos países da velha Europa, vivem-se momentos difíceis que estão a criar movimentos de cidadania contra a desenfreada governação cega de alguns políticos incompetentes (para não lhes chamar outro nome) cujas medidas conduziram ao estado a que as coisas chegaram. Em Itália, país coração da cultura Europeia, o Governo do famoso Berlusconi prepara-se para fazer um corte no Orçamento da Cultura.
O vídeo que segue abaixo mostra uma significativa cena durante um espectáculo em que o maestro Riccardo Muti, em forma de protesto patriótico, pede a colaboração do público na interpretação do 'Coro dos Escravos', de Nabuco.


Aconteceu e foi um momento inesquecível. Riccardo Muti acabara de reger o célebre coro dos escravos, Va pensiero, do terceiro ato de Nabucco, e o público do Teatro da Ópera de Roma, aplaudia incessantemente e bradava bis! (Cabe lembrar que, para além de sua intrínseca beleza, que é inexcedível, o VA PENSIERO foi também uma espécie de hino informal dos patriotas do Risorgimento - e daí o enorme apelo emocional que preservou entre os italianos.) Que faz, então, Ricardo Mutti? Volta-se para a plateia e, depois de recordar o significado patriótico do Va pensiero, pede ao público presente que o cante agora, com a orquestra e o coro do teatro, como manifestação de protesto patriótico contra a ameaça de morte contida nos planejados cortes do orçamento da Cultura.

É este o link do vídeo que registou este acontecimento memorável:

http://youtu.be/G_gmtO6JnRs

Va Pensiero

Va', pensiero, sull'ali dorate.

Va', ti posa sui clivi, sui coll,

ove olezzano tepide e molli
l'aure dolci del suolo natal!
Del Giordano le rive saluta,
di Sionne le torri atterrate.
O mia Patria, sì bella e perduta!
O membranza sì cara e fatal!
Arpa d'or dei fatidici vati,
perché muta dal salice pendi?
Le memorie del petto riaccendi,
ci favella del tempo che fu!
O simile di Solima ai fati,
traggi un suono di crudo lamento;
o t'ispiri il Signore un concento
che ne infonda al patire virtù
che ne infonda al patire virtù
al patire virtù!


Da ópera nabucco de verdi

Vá, pensamento, sobre as asas douradas
Vá, e pousa sobre as encostas e as colinas
Onde os ares são tépidos e macios
Com a doce fragrância do solo natal!
Saúda as margens do jordão
E as torres abatidas do sião.
Oh, minha pátria tão bela e perdida!
Oh lembrança tão cara e fatal!
Harpa dourada de desígnios fatídicos,
Porque você chora a ausência da terra querida?
Reacende a memória no nosso peito,
Fale-nos do tempo que passou!
Lembra-nos o destino de jerusalém.
Traga-nos um ar de lamentação triste,
Ou o que o senhor te inspire harmonias
Que nos infundam a força para suportar o sofrimento.


NOTA : AH ! SE TODOS FOSSEM ASSIM ! . . .



domingo, 29 de março de 2009

ESTE TEVE AZAR ! . . . NÃO ERA DA FAMÍLIA . . .

O DIA
29-03-2009
Polícia prende
motorista
embriagado
na Barra da
Tijuca


Rio - Um técnico judiciário, da Justiça Federal, foi preso na manhã deste domingo, na Barra da Tijuca, por estar dirigindo embriagado e oferecendo subordo a dois integrantes de uma patrulha do 31º BPM (Barra da Tijuca) que foram atender a uma ocorrência de colisão. O técnico, de 52 anos, dirigia um Honda Civic. Ele foi autuado pelo 16ª DP.


NOTA : EMBORA ESTE CIDADÃO TAMBÉM SEJA DO " RAMO ", É O QUE DÁ NÃO TER A SORTE, DE TER NA FAMÍLIA UM DESEMBARGADOR, SENÃO, ATÉ OS POLICIAIS ERAM AMEAÇADOS DE PRISÃO !

NO BRASIL, CLARO ESTÁ ! . . .

sábado, 7 de fevereiro de 2009

CHAMAM A ISTO REPUBLICA . . .

ESTADO S. PAULO
07-02-2009

Abin é suspeita
de
avisar família
Sarney sobre

processo sigiloso

Em grampo,
senador

pergunta ao filho
se
recebera
informações

sobre ação judicial;

PF acha menção à

agência insuficiente

para abrir
investigação

Felipe Recondo


Uma interceptação telefônica feita pela Polícia Federal em abril do ano passado, com autorização da Justiça, captou uma conversa entre o senador José Sarney (PMDB-AP) e seu filho Fernando Sarney. No diálogo, o presidente do Senado pergunta ao filho, que é empresário, se ele havia recebido informações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), supostamente sobre um processo judicial que, então, corria em sigilo.

Na gravação de 3 minutos e 32 segundos, no dia 17 de abril do ano passado, Fernando pergunta ao pai se há alguma novidade sobre "aquele meu negócio", que seria um processo sigiloso protocolado na 1ª Vara da Justiça do Maranhão. Sarney responde: "Não, até agora não me deram nada." Fernando prossegue: "Muito bem, mas eu aqui já tive notícia, aqui do Banco da Amazônia." O senador pergunta: "É, né. Da Abin?" E o filho responde: "Também."

A PF informou que a menção à Abin não é suficiente para abrir uma investigação específica a fim de apurar se agentes do órgão passaram para a família Sarney informações sobre uma operação policial em andamento. De acordo com delegados ouvidos pelo Estado, essa foi a única citação da Abin nas várias horas de gravações feitas, por isso dizem não ser possível levantar suspeitas sobre a participação de seus agentes nesse episódio.

O suposto vazamento de informações pela agência seria sobre a Operação Boi Barrica, em que a PF investiga a possibilidade de uma empresa de Fernando Sarney estar envolvida com esquema de financiamento ilegal na campanha eleitoral de 2006. Tal suspeita foi suscitada pelas interceptações telefônicas e pelo comportamento das pessoas envolvidas depois de informadas da existência de uma operação policial, segundo ofício encaminhado pela PF à 1ª Vara Criminal de São Luís, onde o caso é investigado.

No documento, a PF informa que, a partir do momento em que o inquérito foi protocolado, tiveram início "condutas suspeitas por parte dos investigados". A começar, continua o ofício, por outra ligação que Fernando recebe do pai.

De acordo com o ofício, Sarney determinou ao filho que voltasse a Brasília imediatamente. "Detalhe: Fernando havia deixado Brasília no dia anterior", ressalta o documento encaminhado à Justiça. Depois, Fernando recebe outras ligações com o mesmo intuito: chamá-lo imediatamente à capital federal.

Em uma dessas conversas interceptadas, Fernando liga para sua secretária e ordena que ela esvazie as gavetas de sua mesa, coloque tudo numa caixa e guarde em local seguro. Em caso do cumprimento de um mandado de busca e apreensão, como foi deferido pela Justiça, a PF nada acharia. Os policiais tentaram descobrir para onde foram levados esses documentos, mas não conseguiram.

As suspeitas sobre o vazamento de dados da Operação Boi Barrica levaram a Polícia Federal a abrir inquérito específico para apurar possíveis responsabilidades. As investigações ainda não foram concluídas.

NOTA : POR ESTAS E POR OUTRAS, É QUE SE ENTENDE, O POQUÊ, DE ALGUNS " DINOSSAUROS " DA VIDA POLÍTICA BRASILEIRA, RESISTIREM TANTO , A SAIR DE CENA . . .

EMBORA FIQUEM COM OS CONTACTOS, CONHECIMENTOS E AMIZADES, GRANJEADAS DESDE O TEMPO EM QUE EXERCIAM FUNÇÕES PÚBLICAS, É SEMPRE BOM, ESTAR PERTO DO CENTRO DE DECISÃO, PARA PODER TRAVAR, A QUALQUER ALTURA, UMA SITUAÇÃO MENOS ORTODOXA, QUE PODE TRAZER, COMPLICAÇÕES SÉRIAS ! . . .

ESTAS RELAÇÕES ESPÚRIAS, ENTRE O PODER E OS ORGÃOS QUE TEM POR MISSÃO INVESTIGAR AS ILICITUDES DA SOCIEDADE, DEMONSTRAM BEM, O QUANTO AINDA É NECESSÁRIO CAMINHAR, PARA QUE A REPUBLICA ASSUMA A SUA PLENITUDE, OU SEJA, A SITUAÇÃO DESEJÁVEL, EM QUE TODOS OS CIDADÃOS, SEJAM IGUAIS PERANTE A LEI, COM OS MESMOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES !

PARA QUANDO ?