quarta-feira, 25 de maio de 2011
F I N A L M E N T E ! . . . POR QUANTO TEMPO ? . . .
Marcadores: JUSTIÇA
NÃO TEM IMPORTÂNCIA NENHUMA ! . . .
Marcadores: CORRUPÇÃO, DINHEIRO PÚBLICO, GOVERNO, MINISTROS, PRESIDENTE, PT
A CASA CIVIL, NECESSITA URGENTEMENTE DE UM OFTALMOLOGISTA !
Marcadores: CORRUPÇÃO, DINHEIRO PÚBLICO, PALOCCI
O QUE É QUE FALTA VER NESTA TERRA ?
Marcadores: DINHEIRO PÚBLICO, JUSTIÇA, MAGISTRADOS, NEPOTISMO
AINDA HÁ FANTASMAS ? . . .
QUEM AVISA, AMIGO É ! . . .
O ESTADO A QUE A SAÚDE CHEGOU . . .
RIO - O elevador que caiu na terça-feira no Hospital Federal de Bonsucesso, ferindo sete pessoas , havia passado por manutenção no último fim de semana. Segundo a RioLuz, que faz a fiscalização deste tipo de equipamento, a empresa Elbo - responsável pela manutenção - está está devidamente licenciada e em dia com o Relatório de Inspeção Anual (RIA), que deve ser realizado a cada 12 meses. Sobre o acidente de terça-feira, a RioLuz informou que o laudo ficará pronto dentro de 15 dias. Em caso de irregularidades, a Elbo pode ser multada ou até mesmo perder o credenciamento.
Por volta das 11h, o elevador com seis funcionários do hospital e um médico visitante caiu do terceiro andar até o subsolo do prédio, uma altura de cerca de dez metros. Um enfermeiro sofreu uma fratura no fêmur e um médico quebrou o tornozelo. Já a enfermeira identificada como Nádia Valéria teve que fazer um exame de ressonância magnética no Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias, com diagnóstico de choque na medula cervical.
Depois do exame em Caxias, Nádia foi levada de volta a Bonsucesso e está internada em observação no serviço de neurologia do HFB. O hospital informou, por meio de nota, que todos foram atendidos no serviço de emergência da unidade. O médico e o enfermeiro precisarão passar por cirurgia. A mesma nota dizia que a brigada de socorristas do HFB foi acionada para retirar os feridos e isolar a área para perícia policial. Na versão do hospital, o freio de emergência do elevador chegou a funcionar, amortecendo parte da queda.
As polícias Civil e Federal e a Gerência de Engenharia Mecânica da RioLuz investigam as causas do acidente. O HFB também abriu uma sindicância para apurar o ocorrido. O equipamento servia diversos usos. Um ascensorista decidia se o elevador levaria pacientes em macas, funcionários ou carga, inclusive lixo. Dos quatro elevadores do HFB, só um está em funcionamento.
No município do Rio, a Gerência de Engenharia Mecânica da RioLuz é a responsável pela fiscalização dos 55 mil elevadores da cidade, assim como pelo cadastramento das empresas especializadas. O GLOBO entrou em contato com a Elbo, mas nenhum responsável pela empresa foi encontrado. Técnicos da Elbo já foram ouvidos pela polícia.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação não faz vistoria em elevadores, apenas atua em casos de emergência. No acidente de terça-feira, no entanto, os bombeiros não foram acionados.
Resgates em elevador são frequentes para os bombeiros, mas são raros os casos com feridos. Este ano, até segunda-feira, houve 429 atendimentos
O vice-presidente da Comissão de Saúde da Câmara dos Vereadores, Paulo Pinheiro (PPS), conta que problemas em elevadores hospitalares da rede pública jamais deixaram de ser rotina. Os problemas com manutenção são tão frequentes, segundo o vereador, que as unidades de saúde mais recentes, como o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra, só têm o andar térreo para economizar na manutenção de elevadores. Só com a empresa Elbo, a prefeitura já pagou este ano R$ 577 mil para este tipo de serviço.
- Na maioria dos hospitais do Rio, nas três esferas de governo, os elevadores são antigos e os contratos de manutenção são malfeitos, pois não preveem a substituição de peças - conta o vereador.
Acidentes com morte em elevadores hospitalares são raros. Em fevereiro de 1994, uma paciente de 77 anos foi encontrada morta no poço do elevador da Casa de Saúde Dr. Eiras,
QUEM DEVE DE GOSTAR DE OUVIR ISTO, SÃO OS " COMITÉS " ORGANIZADORES DA COPA E DA OLIMPÍADA ! . . .
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HAJA BOM SENSO ! . . . MAS . . .
"O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. A presidente decidiu, portanto, a suspensão desse material, assim como de um vídeo que foi produzido por uma ONG - não foi produzido pelo MEC - a partir de uma emenda parlamentar enviada ao MEC", disse o ministro, após reunião com as bancadas evangélica, católica e da família.
Segundo ele, a presidente decidiu ainda que todo material que versar sobre "costumes" terá de passar pelo crivo da coordenação-geral da Presidência e por um amplo debate com a sociedade civil. "O governo se comprometeu daqui para frente que todo material que versará sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade", afirmou.
Segundo o ministro, a determinação do governo não é um "recuo" na política de educacional contrária à homofobia
"Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia", disse.
De acordo com Carvalho, Dilma vai se reunir nesta semana com os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar do material didático.
"A presidenta vai fazer um diálogo com os ministros para que a gente tome todos os devidos cuidados. Em qualquer área do governo estamos demandando que qualquer material editado passe por um crivo de debate e de discussão e da coordenação da Presidência."
Em reunião, os parlamentares haviam decidido colaborar com a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique sua evolução patrimonial.
O ministro Gilberto Carvalho negou ter pedido que os parlamentares desistissem de trabalhar pela convocação de Palocci diante da decisão da presidente sobre o "kit anti-homofobia".
"Isso é uma posição deles. Nós falamos para eles que, em função desse diálogo, que eles tomassem as atitudes que eles achassem consequentes com esse diálogo. Eles é que decidiram suspender aquelas histórias que eles estavam falando. Não tem toma lá da cá, não", afirmou.
Os deputados também ameaçaram obstruir a pauta da Câmara e abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a contratação pelo MEC da ONG que elaborou a cartilha.
“Ele [Gilberto Carvalho] disse que tem a palavra da presidente da República de que nada do que está no material é de consentimento dela. E nós suspendemos a obstrução e todas as nossas medidas”, afirmou Garotinho.
“A preocupação das pessoas que estão envolvidas nesse cenário é a didática do material colocado. Achamos que a didática é muito agressiva. Temos que tomar cuidado para que a dosagem do remédio não seja mais forte do que aquilo que o paciente quer e necessita”, afirmou.
O kit que estava sendo analisado pelo MEC faz parte do programa Escola Sem Homofobia, do Governo Federal, e contém material didático-pedagógico direcionado aos professores. O objetivo era dar subsídios para que eles abordem temas relacionados à homossexualidade com alunos do ensino médio.
NOTA : É ÓBVIO QUE A DITADURA SOBRE COSTUMES SOCIAIS, DEVERIA TER UMA AMPLA DISCUSSÃO NA SOCIEDADE.
PARECE QUE O BOM SENSO ESTÁ A CHEGAR AO PLANALTO, E A DEIXAR QUE OS PROMOTORES DE IDEIAS QUE PARECEM " MUITO AVANÇADAS ", REPENSEM MELHOR AS SUAS IDEIAS, E SOBRETUDO, AS FORMAS DE AS EXPRESSAR.
NÃO DEIXA POR OUTRO LADO DE SER CURIOSO, A FRAGILIDADE DO GOVERNO PERANTE O " PESO " DOS ARGUMENTOS APRESENTADOS COMO RETALIAÇÃO, CASO O GOVERNO NÃO VOLTASSE ATRÁS ! . . .
DEIXAR DE OUVIR AS EXPLICAÇÕES ( SE AS HÁ . . . ) DO PALOCCI, É TÃO GRAVE OU AINDA PIOR, DO QUE SER HOMOFÓBICO !
DEIXAR DE INVESTIGAR AS ONG'S ( . . . SEMPRE ELAS ! ) QUE TRABALHAM PARA O GOVERNO SEM QUALQUER CONTROLE, ISSO ENTÃO, NEM SE FALA ! . . .
QUANDO É QUE ACABAM COM ISTO ? . . .
terça-feira, 24 de maio de 2011
SEXO ORAL E POLÍTICA À AMERICANA
segunda-feira, 23 de maio de 2011
CONVERSA DE " MENSALEIROS " . . .
O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu publicou em seu blog no final de semana artigo no qual defendeu o atual titular da pasta, Antonio Palocci, ao classificar de “crise forjada” a polêmica acerca da evolução patrimonial do colega.
Segundo o jornal "Folha de S.Paulo" publicou na edição de 15 de maio, Palocci ampliou o patrimônio em 20 vezes entre 2006 e 2010, quando exercia mandato de deputado federal.
No texto “Declarações que explicam mais uma crise forjada”, Dirceu usa uma frase do ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, para sustentar a falta de “fatos” que justifiquem a pressão sobre Palocci e seus rendimentos milionários.
“‘Há muita fumaça e poucos fatos apresentados’. A definição, uma síntese do que realmente acontece, é do ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, ao analisar a situação criada pelo noticiário em torno do patrimônio do ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci”, escreveu Dirceu.
Ainda de acordo com o jornal, no período em que prestou consultoria, por meio da empresa de consultoria Projeto, da qual é proprietário, o ministro adquiriu dois imóveis no valor total de R$ 7,5 milhões - em 2006, segundo o jornal, o patrimônio de Palocci era de R$ 356 mil.
A assessoria da empresa divulgou nota nesta quinta (19) informando que "todas as atividades da Projeto foram realizadas estritamente dentro do marco legal, respeitando limites éticos e exigências de informação por parte dos órgãos de controle"
O jornal ainda publicou outras reportagens nas quais revelou que a consultoria Projeto teve um faturamento de R$ 10 milhões em novembro e dezembro do ano passado, intervalo entre a eleição e a posse da presidente Dilma Rousseff. Em todo o ano de 2010, segundo o jornal, a empresa faturou R$ 20 milhões.
Ainda utilizando declarações de Cardoso, Dirceu, que atua no ramo de consultoria, argumenta que "desde que exista justificativa para isto [o patrimônio] e que os impostos tenham sido pagos, não há ilegalidade nem imoralidade".
“[O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso] lembrou, ainda, que ‘o enriquecimento como causa, não é punível no sistema brasileiro, nem em nenhum outro país no mundo. O que é punido é o enriquecimento sem causa’”, anotou Dirceu, que ainda lembrou o fato de Cardoso ter negado “que o governo tenha estabelecido blindagem para proteger o chefe da Casa Civil, alvo de várias tentativas por parte da oposição de convocação para depor no Congresso e até de instauração de CPI”.
“’Não há blindagem nenhuma sobre ele’, afirmou. ‘Sinceramente, acho que está havendo um grande rumor, até pela importância do ministro Palocci, pelo papel que ele ocupa no governo. Agora, muito francamente, não surgiu nada que o Ministério Público ou a Polícia tivessem que apurar’”, escreveu o ex-ministro.
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" ESQUECERAM DE MIM " . . . EU, QUE SOU TÃO BOM . . .
PLANOS DE SAÚDE NA U. T. I. ?
Dos 18 maiores planos, seis estão na pior faixa de desempenho financeiro e cinco estão na segunda pior faixa de avaliação da Agência Nacional de Saúde Suplementar
Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam que 11 dos 18 maiores planos de saúde do país operam com dificuldades financeiras. Para a ANS, uma empresa do setor com problemas econômicos pode significar piora no atendimento e nos serviços prestados. Os dados classificam os balanços (ano de 2009, último disponível) repassados pelas próprias operadoras
A ANS mede o desempenho das operadoras em cinco faixas de valores numa escala de zero a um; quanto mais próximo de zero, pior a situação. Dos 18 maiores planos analisados (Green Line, Unimed Paulistana, Unimed Seguros Saúde, Trasmontano de São Paulo, Serma, Assimédica, Prevent Senior Private, Prevent Senior Corporate, Marítima Seguros, São Cristóvão, Amil Saúde, Amico, Golden Cross, Intermédica, Omint, Porto Seguro, Bradesco Saúde e Itálica) pelo Jornal da Tarde, que fez um levantamento, seis deles (Unimed Paulistana, Trasmontano de São Paulo, Serma, Assimédica, Prevent Senior Corporate e Itálica) estão na pior faixa de desempenho financeiro, com pontuação de 0,00 a 0,19.
A demora para marcação de consultas, exames e outros procedimentos médicos, assim como a redução da rede credenciada são alguns dos piores problemas enfrentados pelos consumidores desses planos.
Outros cinco estão na segunda pior faixa de avaliação (de 0,20 a 0,39). São eles: Green Line, Unimed Seguros Saúde, Prevent Senior Private, Marítima Seguros e São Cristóvão. A Omint ficou na faixa intermediária (de 0,40 a 0,59). Amil Saúde, Amico, Golden Cross e Intermédica ficaram na segunda melhor faixa (entre 0,60 e 0,79). Porto Seguro e Bradesco alcançaram os melhores índices (de 0,80 a 1).
A principal reclamação das administradoras dos planos de saúde é que o Ministério da Saúde vem incluindo procedimentos, exames, cirurgias e outros tratamentos muito caros na área coberta, o que acaba encarecendo a conta. O gerente geral da ANS para o acompanhamento econômico das operadoras, Eraldo Cruz, afirma que algumas dessas empresas já estão sendo acompanhadas em um plano de recuperação.
Dirigentes do setor queixam-se do excesso de novos procedimentos obrigatórios inseridos no rol pela ANS. Cruz afirma que “outras (empresas de planos de sáude) chegaram até a passar por um regime de direção fiscal e algumas até já saíram dessa situação”. A ANS não divulga a relação de operadoras sob intervenção, alegando questões de segurança, já que isso poderia afugentar os clientes desses planos, o que agravaria a situação da empresa.
A recente quebra da Samcil é um exemplo de como os consumidores podem ser prejudicados quando a saúde financeira da operadora vai mal. A empresa foi obrigada a repassar sua carteira de clientes e a Green Line assumiu essa responsabilidade, porém, até agora o quadro não é nada tranquilizador para a clientela.
O cliente pode ver o estado financeiro de seu plano acessando o site da ANS. A informação ainda pode ser obtida no Disque ANS (0800 701 9656). “O essencial é que, antes de contratar, o consumidor faça uma pesquisa, avalie cada operadora e compare o desempenho delas”, afirma Samantha Pavão, técnica do Procon-SP.
NOTA : VAMOS ACOMPANHAR, PARA VER O QUE ESTÁ NA VERDADEIRA ORIGEM DE MAIS ESTE APARENTE GOLPE.
SÓ FALTAVA ISTO ! OS PLANOS DE SAÚDE NA U. T. I. ! . . .
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SE FOREM INVESTIGADOS SÓ 20%, É POUCO ! . . .
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ENTÃO, SEMPRE É VERDADE ! . . .
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BILDERBERG ! JÁ OUVIU FALAR DISTO ? (1)
Dominique Strauss Kahn foi eliminado
por ameaçar a elite financeira mundial
Dominique Strauss Kahn foi vítima de uma conspiração construída ao mais alto nível por se ter tornado uma ameaça crescente aos grandes grupos financeiros mundiais. As suas recentes declarações como a necessidade de regular os mercados e as taxas de transacções financeiras, assim como uma distribuição mais equitativa da riqueza, assustaram os que manipulam, especulam e mandam na economia mundial.
Não vale a pena pronunciar-nos sobre a culpa ou inocência pelo crime sexual de que Dominique Strauss Kahn é acusado, os media já o lincharam. De qualquer maneira este caso criminal parece demasiado bem orquestrado para ser verdadeiro, as incongruências são muitas e é difícil acreditar nesta história.
O que interessa aqui salientar é: quem beneficia com a saída de cena de Strauss Kahn?
Convém lembrar que quando em 2007 ele foi designado para ser o patrão do FMI, foi eleito pelo o grupo do clube Bilderberg, do qual faz parte. Na altura, ele não representava qualquer "perigo" para as elites económicas e financeiras mundiais com as quais partilhava as mesmas ideias.
Em 2008, surge a crise financeira mundial e com ela, passados alguns meses, as vozes criticas quanto à culpa da banca mundial e à ao papel permissivo e até colaborante do governo norte-americano. Pouco a pouco, o director do FMI começou a demarcar-se da política seguida pelos seus antecessores e do domínio que os Estados Unidos sempre tiveram no seio da organização.
Ainda no início deste mês, passou despercebido nos media o discurso de Dominique Strauss Kahn. Ele estava agora bem longe do que sempre foi a orientação do FMI. Progressivamente o FMI estava a abandonar parte das suas grandes linhas de orientação: o controlo dos capitais e a flexibilização do emprego. A liberalização das finanças, dos capitais e dos mercados era cada vez mais, aos olhos de Strauss Kahn, a responsável pela proliferação da crise "made in America".
O patrão do FMI mostrava agora nos seus discursos uma via mais "suave" de "ajuda" financeira aos países que dela necessitavam, permitia um desemprego menor e um consumo sustentado, e que portanto não seria necessário recorrer às privatizações desenfreadas que só atrasavam a retoma económica. Claro que os banqueiros mundiais não viam com bons olhos esta mudança, achavam que esta tudo bem como sempre tinha estado, a saber: que a política seguida até então pelo FMI tinha tido os resultados esperados, isto é os lucros dos grandes grupos financeiros estavam garantidos.
Esta reviravolta era bem-vinda para economistas progressistas como Joseph Stiglitz que num recente discurso no Brooklings Institution, poderá ter dado a sentença de morte ao elogiar o trabalho do seu amigo Dominique Strauss Kahn. Nessa reunião Strauss Kahn concluiu dizendo: "Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da prosperidade económica, de uma política de estabilidade e da paz. Isto são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa".
Era impensável o poder financeiro mundial aceitarum tal discurso, o FMI não podia transformar-se numa organização distribuidora de riqueza. Dominique Strauss Kahn tinha-se tornado num problema.
Recentemente tinha declarado: "Ainda só fizemos metade do caminho. temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos e dos preços imobiliários Progressivamente deve existir um regresso dos mercados ao estado".
A semana passada, Dominique Strauss Kahn, na George Washington University, foi mais longe nas suas declarações: "A mundialização conseguiu muitos resultados...mas ela também um lado sombrio: o fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que criar uma nova forma de mundialização para impedir que a "mão invisível" dos mercados se torne num "punho invisível"".
Dominique Strauss Kahn assinou aqui a sua sentença de morte, pisou a alinha vermelha, por isso foi armadilhado e esmagado.
NOTA : COMEÇAM A APARECER AS PRIMEIRAS " LUZES " SOBRE ESTE MISTERIOSO ASSASSINATO POLÍTICO, MAS CERTAMENTE QUE NOS PRÓXIMOS TEMPOS, MUITO MAIS SE DIRÁ SOBRE O ASSUNTO.
O MAIS ESCANDALOSO, E UMA PROVA DE QUE TUDO ISTO NÃO PASSOU DE UMA MANOBRA PARA A SUBSTITUIÇÃO, É SE, COMO TUDO PARECE INDICAR, DOMINIQUE STRAUSS - KHAN ACABAR ILIBADO DOS CRIMES PELOS QUAIS O PRENDERAM.
AÍ, SERÁ POR DEMAIS ACINTOSO, MAS, PODE ACONTECER . . .
ENTRETANTO, CONHEÇA MELHOR O QUE É O GRUPO DE BILDERBERG, E VERÁ, QUE NÃO SE TRATA PROPRIAMENTE DE UM GRUPO FILANTRÓPICO, NEM DE ESCOTEIROS . . .
(1) O Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, acadêmico, midiático ou político. Devido ao fato das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registradas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente). O grupo de elite se encontra anualmente, em segredo, em hotéis cinco estrelas reservados espalhados pelo mundo, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá. Existe um escritório em Leiden, nos Países Baixos.
Origem do nome
O título "Bilderberg" vem do que é geralmente reconhecido como o local em que ocorreu a primeira reunião oficial em 1954 - o Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, perto de Arnhemia na Holanda. Embora a conferência não seja considerada um grupo de tipo algum, muitos participantes são frequentadores regulares, e os convidados são frequentemente referenciados como pertencentes a um secreto Grupo de Bilderberg.
Origens e objetivos da primeira conferência anual
A primeira conferência Bilderberg sediou-se no Hotel de Bilderberg, perto de Arnhemia, de 29 de maio a 30 de maio de 1954. A idéia da reunião foi dada pelo emigrante polonês e conselheiro político, Joseph Ratinger. Preocupado com o crescimento do antiamericanismo na Europa Ocidental, ele propôs uma conferência internacional em que líderes de países europeus e dos Estados Unidos pudessem se reunir com o propósito de promover a discussão crítica entre as culturas dos Estados Unidos e Europa Ocidental. Retinger se aproximou do Príncipe Bernard da Holanda que concordou em promover a idéia, em conjunto com o primeiro-ministro belga Paul Van Zeeland. A lista de convidados deveria ter sido formada pelo convite de dois participantes de cada país, representando pontos de vista liberais e conservadores (ambos os termos utilizados no sentido estadunidense), respectivamente. Para que a reunião ocorresse, foi necessário organizar uma conferência anual. Um comitê executivo foi criado, sendo que Retinger foi indicado como secretário permanente. Juntamente como a organização da reunião, o comitê realizou um registro do nome dos participantes e informações para contato, com o objetivo de criar uma rede informal de pessoas que pudessem se comunicar entre si com privacidade. O propósito declarado do Grupo Bilderberg foi estabelecer uma linha política comum entre os Estados Unidos e a Europa Ocidental. O economista holandês Ernst van der Beugel se tornou secretário permanente em 1960, após a morte de Retinger. Príncipe Bernardo continuou a ser o presidente das conferências até 1976, ano em que se envolveu no escândalo da Lockheed, que consistiu no envolvimento em processos relativos a recebimento de suborno para favorecer a empresa norte-americana em contratos de compra dos jatos F-104 Starfighter em detrimento dos Mirage 5. Não houve conferência naquele ano, mas os encontros voltaram a ocorrer em 1977, quando Alec Douglas-Home, ex-primeiro-ministro britânico, assumiu a presidência. Na sequência, Walter Scheel, ex-presidente da Alemanha, Eric Roll, ex-presidente do banco SG Warburg e Lord Carrington, ex-secretário-geral da OTAN.
Propósito
A intenção inicial do Clube de Bilderberg era promover um consenso entre a Europa Ocidental e a América do Norte através de reuniões informais entre indivíduos poderosos. A cada ano, um "comitê executivo" recolhe uma lista com um máximo de 100 nomes com possíveis candidatos. Os convites são enviados somente a residentes da Europa e América do Norte. A localização da reunião anual não é secreta, e a agenda e a lista de participantes são facilmente encontradas pelo público, mas os temas das reuniões são mantidos em segredo e os participantes assumem um compromisso de não divulgar o que foi discutido. A alegação oficial do Clube de Bilderberg é de que o sigilo previniria que os temas discutidos, e a respectiva vinculação das declarações a cada membro participante, estariam a salvo da manipulação pelos principais órgãos de imprensa e do repúdio generalizado que seria causado na população. Algumas teorias dizem que o Clube Bilderberg tem o propósito de criar um governo totalitário mundial.
Perspectivas acerca da natureza do grupo
A alegada justificativa do grupo pelo sigilo é que isso permite que os participantes falem livremente sem a necessidade de ponderar cuidadosamente como cada palavra poderia ser interpretada pelos órgãos de comunicação de massa. Alguns, entretanto, consideram a natureza elitista e secreta das reuniões como antiético em relação aos princípios da inclusão em sociedades democráticas.
Adeptos e pesquisadores da teoria da conspiração acreditam que os membros do Grupo Bilderberg são Iluminatti.
Participantes
Participantes do Bilderberg incluem membros de bancos centrais, especialistas em defesa, barões da imprensa de massa, ministros de governo, primeiros-ministros, membros de famílias reais, economistas internacionais e líderes políticos da Europa e da América do Norte. Alguns dos líderes financeiros e estrategistas de política externa do Ocidente participam do Bilderberg. Donald Rumsfeld é um Bilderberger activo, assim como Peter Sutherland, da Irlanda, um ex-comissário da União Européia e presidente do Goldman Sachs e British Petroleum. Rumsfeld e Sutherland compareceram em conjunto em 2000 na câmara da companhia de energia suíço-sueca ABB. O político e professor universitário Jorge Braga de Macedo e Francisco Pinto Balsemão são dois exemplos portugueses. O ex-secretário de defesa dos Estados Unidos e atual presidente do Banco Mundial Paul Wolfowitz também é um membro, assim como Roger Boothe Jr. O presidente atual do grupo é Etienne Davignon, empresário e político belga.
Marcadores: BILDERBERG, OPINIÃO
domingo, 22 de maio de 2011
ISTO, ESTÁ ASSIM . . .
Uma brasileira de 28 anos foi vítima, esta quinta-feira, de um roubo invulgar: quando se encontrava num autocarro no Terminal do Novo Mundo, em Goiânia (Brasil), ficou sem grande parte do seu longo cabelo.
Segundo o jornal ‘O Globo’, a vítima, que é da religião evangélica, viu a sua vasta cabeleira cortada por um grupo de homens, não identificados, que utilizaram um estilete para cortar o cabelo.
Ao regressar a casa, o marido aconselhou-a a apresentar queixa na polícia, como forma também de justificar, junto da sua igreja, a razão para o súbito cabelo muito curto.
As autoridades dizem que este tipo de furto é muito incomum na região, mas acreditam que o cabelo terá sido roubado pelo facto de não ser tingido e de ter um valor elevado no mercado.
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A CRISE ECONÓMICA EM PORTUGAL
As prostitutas de rua estão a fazer descontos a pedido de alguns clientes que se queixam da crise.
Nas ruas, as mulheres notam que o número de clientes tem diminuído. Além da redução da procura, elas queixam-se que, de vez em quando, aparecem novas prostitutas nas suas zonas.
"A prostituição funciona como a lei da oferta e da procura: quando há mais oferta, o preço baixa. E, no actual quadro de crise, é muito natural que estas situações aconteçam", explica Inês Fontinha, presidente da associação O Ninho, que trabalha há quatro décadas com mulheres que ganham a vida nas ruas da capital.
"Os homens pedem promoções às mulheres porque dizem que já não podem pagar", conta à lusa Helena Fidalgo, assistente social da Obra Social das Irmãs Oblatas, que diariamente trabalha a inclusão de aproximadamente 400 prostitutas da zona de Lisboa.
Resultado: "em caso de desespero, algumas baixam o preço. A única coisa que não é negociável é o uso de preservativo", garante a técnica das Irmãs Oblatas, uma obra social que tem equipas de rua que atuam em zonas como o Instituto Superior Técnico, a Rua Rodrigo da Fonseca ou a Praça da Figueira.
Helena Fidalgo lembra que no negócio da prostituição não existe "um preço mínimo nem um teto máximo" e por isso "os preços são muito flutuantes".
NOTA : AGORA SIM !
AGORA ACREDITO QUE A CRISE CHEGOU AOS CONSUMIDORES ! . . .
Marcadores: CONSUMIDORES, CRISE ECONÓMICA, PROSTITUTAS
SUA EXª., O SENHOR MINISTRO EIKE PALOCCI
Marcadores: CLASSE POLÍTICA, CORRUPÇÃO, DINHEIRO PÚBLICO




















