segunda-feira, 19 de março de 2012
" A BOLA "
19-03-2012
Barcelona já terá pago 14,5 milhões por Neymar
Por Redação
Segundo noticia a rádio espanhola Cadena SER, o Barcelona já adiantou 14,5 milhões de euros ao Santos para garantir ter o direito de contratar o avançado brasileiro Neymar.
O acordo com o Santos, de acordo com a mesma fonte, terá sido fechado por 58 milhões de euros, prevendo que a jovem estrela brasileira integre o plantel do Barcelona logo depois do Campeonato do Mundo de 2014, a realizar precisamente no Brasil. Ainda assim, não será de colocar de parte a possibilidade de Neymar chegar a Camp Nou um ano antes, ou seja, no verão de 2013.
Certo, certo é que Neymar será mesmo jogador do Barcelona, segundo a Cadena Ser, tendo pago adiantado de forma a evitar que o Real Madrid, ou qualquer outro clube, se intrometesse.
NOTA : A CRÓNICA DE UMA TRANSFERÊNCIA ANUNCIADA, OU A RENDIÇÃO AO PODER DOS EUROS ?
NÃO TENHO QUALQUER DÚVIDA QUE ELE VAI MESMO.
JÁ QUANTO ÀS DATAS, É SÓ UMA QUESTÃO DE PAGAR OUTRA PRESTAÇÃO . . .
domingo, 18 de março de 2012
A COPA NO BRASIL E O ALCOOL
NOTA : FINALMENTE, O BOM SENSO, AS RAZÕES COMERCIAIS E SOBRETUDO FINANCEIRAS DOS PATROCINADORES, DECIDIRAM QUE SE PODERIA VENDER BEBIDA ALCOOLICA DURANTE OS JOGOS DA COPA.
MAS, CASO NÃO TIVESSEM AUTORIZADO A VENDA DE BEBIDAS, JÁ HAVIA UMA ALTERNATIVA . . .
Marcadores: ALCOOL, COPA DO MUNDO, VIDEO DO DIA
sábado, 17 de março de 2012
A DELAÇÃO PREMIADA, É UM PERIGO ! . . .
“ ÉPOCA “
16/03/2012
O bicheiro que assusta os
políticos
Por que Carlinhos Cachoeira atemoriza hoje todo o
espectro partidário – do DEM ao PT
MURILO
RAMOS E ANDREI MEIRELES. COM MARCELO ROCHA
O bicheiro goiano
Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, tornou-se conhecido
nacionalmente como um dos protagonistas do primeiro grande escândalo da era do
PT no governo federal, revelado por ÉPOCA em 2004. Dois anos antes, Cachoeira
negociara com Waldomiro Diniz, assessor do então deputado José Dirceu (chefe da
Casa Civil do governo Lula), contribuições para campanhas políticas de
candidatos do PT nas eleições em 2002, como Benedita da Silva, no Rio de
Janeiro, e Geraldo Magela, no Distrito Federal. Também fizera gravações em
vídeo das negociações. Com a chegada do PT ao Palácio do Planalto, Cachoeira
passara a cobrar uma retribuição na forma de um contrato na área de loterias
com a Caixa Econômica Federal, não fora atendido e resolvera dar o troco:
forneceu suas informações sobre o caixa dois petista ao Ministério Público
Federal. Depois do caso Waldomiro, Cachoeira submergiu e passou a dizer que se
afastara do ramo de jogos para se dedicar exclusivamente a negócios na área
farmacêutica. Há três semanas, descobriu-se que Cachoeira continuou na
ilegalidade e ativo como nunca. Ele foi preso durante a Operação Monte Carlo,
deflagrada pela Polícia Federal (PF), como o líder de uma quadrilha que operava
máquinas caça-níqueis em Brasília e em Goiás.
No momento,
Cachoeira passa seus dias no presídio federal de segurança máxima de Mossoró,
Rio Grande do Norte, e negocia um acordo de delação premiada com o Ministério Público
Federal para reduzir sua provavelmente extensa pena. É uma perspectiva que
assusta gente de todo o espectro político, por causa das conexões de Cachoeira
com vários partidos. Sua prisão já causou abalos à reputação de alguns
políticos de primeiro escalão, como o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres
(GO). Ao grampear Cachoeira, a PF descobriu que ele mantinha conversas
telefônicas regulares com Demóstenes, um promotor de carreira que se tornou um
dos parlamentares campeões de projetos na área de segurança pública e ficou
conhecido como um dos mais ferrenhos críticos do PT no governo. Depois da
revelação das conversas com Cachoeira, Demóstenes admitiu uma relação de
amizade com o bicheiro, de quem recebera uma geladeira e um fogão importados,
mas negou saber que ele continuasse na contravenção. Demóstenes disse também
que só conversava “trivialidades” com Cachoeira.
A proximidade
incomum de Demóstenes, ex-secretário de Segurança Pública de Goiás, com um
bicheiro se tornou mais esquisita ainda depois que
epoca.com.br revelou que ele ganhou de Cachoeira um rádio Nextel, habilitado em Miami, para que os dois pudessem conversar diretamente. Demóstenes usava um dos 15 aparelhos cedidos por Cachoeira a pessoas de sua confiança. Cachoeira foi orientado por um policial federal, que integrava a quadrilha, a habilitar os aparelhos nos Estados Unidos. Ele acreditava que, assim, os aparelhos estariam imunes a grampos legais e ilegais – uma ideia que se mostrou equivocada, conforme revelaram as investigações da PF. O advogado de Demóstenes, Antônio Carlos de Almeida Castro, diz que não há ilegalidade no fato. Nem os colegas mais próximos de Demóstenes tentam atenuar a gravidade do problema. “O fato de o Demóstenes ter recebido o aparelho de rádio do Cachoeira não é normal nem razoável. É grave. Disse isso a ele”, afirmou o senador Pedro Taques (PDT-MT).
epoca.com.br revelou que ele ganhou de Cachoeira um rádio Nextel, habilitado em Miami, para que os dois pudessem conversar diretamente. Demóstenes usava um dos 15 aparelhos cedidos por Cachoeira a pessoas de sua confiança. Cachoeira foi orientado por um policial federal, que integrava a quadrilha, a habilitar os aparelhos nos Estados Unidos. Ele acreditava que, assim, os aparelhos estariam imunes a grampos legais e ilegais – uma ideia que se mostrou equivocada, conforme revelaram as investigações da PF. O advogado de Demóstenes, Antônio Carlos de Almeida Castro, diz que não há ilegalidade no fato. Nem os colegas mais próximos de Demóstenes tentam atenuar a gravidade do problema. “O fato de o Demóstenes ter recebido o aparelho de rádio do Cachoeira não é normal nem razoável. É grave. Disse isso a ele”, afirmou o senador Pedro Taques (PDT-MT).
Por Demóstenes
ser um crítico severo dos petistas, a lógica seria que ele passasse a ser uma
presa tão fácil para o PT quanto um peixe ferido, a 2 metros de um tubarão
faminto. Mas, no oceano do Congresso, o tubarão petista virou vegetariano. Logo
após a revelação dos presentes da geladeira e do fogão, Demóstenes subiu à
tribuna do Senado para dar suas explicações. Os 43 senadores que o apartearam
lhe prestaram solidariedade e apoio. Os petistas não apenas silenciaram nas
críticas. Quatro deles – Eduardo Suplicy (SP), Paulo Paim (RS), Jorge Viana
(AC) e Marta Suplicy (SP) – tomaram o microfone para defender Demóstenes. Uma
semana depois, quando o caso do Nextel foi revelado, o ex-deputado Luiz Eduardo
Greenhalgh (PT-SP) se manifestou no Twitter. “Como é que ficam agora os
senadores, inclusive do PT, que se solidarizaram ao Demóstenes? Peçam desculpas
ao Brasil”, disse Greenhalgh. No caso de Demóstenes, a benevolência do PT
parece traduzir um agudo instinto de proteção. Depois da prisão de Cachoeira,
tornou-se público um vídeo em que ele promete contribuição, via caixa dois,
para a campanha a prefeito de Anápolis, Goiás, em 2004, do deputado federal
Rubens Otoni (PT-GO).
Só na sexta-feira
16, depois da cobrança de Greenhalgh, o líder do PT no Senado, Walter Pinheiro
(BA), disse que o partido entraria com uma representação na Procuradoria-Geral
da República, para solicitar investigação sobre a participação de parlamentares
no escândalo dos caça-níqueis. O silêncio constrangido sobre o caso Cachoeira
continuava em outros partidos. O bicheiro é um assunto delicado também para
outras grandes legendas, como o PMDB e o PSDB. O ex-governador de Goiás Maguito
Vilela, do PMDB, foi padrinho de casamento de Cachoeira e deu a ele durante sua
gestão, entre 1995 e 1998, a concessão da exploração da loteria de Goiás. Na
ocasião, Cachoeira tentava dar uma fachada legal aos negócios de sua família,
historicamente ligada ao jogo em Goiás. O pai de Carlinhos, Sebastião
Cachoeira, era ligado ao lendário bicheiro carioca Castor de Andrade.
A Operação Monte
Carlo mostrou que as ligações de Cachoeira com autoridades do governo de Goiás,
hoje dirigido pelo tucano Marconi Perillo, continuam fortes. Em setembro do ano
passado, um delegado da Polícia Civil de Goiás, Alexandre Lourenço, concluiu um
relatório de quase 500 páginas com endereços e nomes de integrantes da
quadrilha que explorava jogos ilegais em Goiás. Lourenço entregou seu relatório
ao então diretor-geral da polícia, delegado Edemundo Dias. O próximo passo
seria solicitar à Justiça a quebra de sigilos telefônicos para chegar aos
principais integrantes. Cachoeira seria, obviamente, o primeiro atingido pela
investigação. Mas isso não ocorreu – Lourenço foi afastado do caso pelo
delegado Dias, que também é tesoureiro do PSDB goiano, e a investigação foi
interrompida. A PF também captou uma conversa telefônica em que Cachoeira pede
ao ex-presidente da Câmara Municipal de Goiânia Wladmir Garcez (PSDB), que fale
com Dias sobre operações da Polícia Civil para combater jogos ilegais no
entorno do Distrito Federal. O delegado Dias confirmou a ÉPOCA que foi
procurado por Garcez. “Talvez ele tenha ido lá fazer uma sondagem (sobre operações)”, disse Dias. “Só que
não houve abertura da minha parte.” Dias, hoje presidente da Agência Prisional
de Goiás, afirmou que removeu o delegado Alexandre Lourenço por necessidades de
remanejamento de pessoal.
De acordo com a
Polícia Federal, o ex-vereador Garcez intermediava os contatos entre Carlinhos
Cachoeira e o governador Perillo. A PF apurou que Garcez trocava torpedos com
Perillo e está no centro de uma daquelas transações imobiliárias rocambolescas
que só costumam acontecer no mundo da política. Trata-se da casa onde Cachoeira
morava, num condomínio de luxo em Goiânia, quando foi preso pelos agentes da
PF. Cachoeira mudou-se para lá em janeiro de 2011, quando Perillo, o antigo
proprietário, assumiu o governo de Goiás e vendeu o imóvel. Em entrevista ao
jornal O Popular, de Goiânia,
Perillo afirma que pensava ter vendido a casa para Garcez e que só descobriu o
nome do verdadeiro comprador – um empresário chamado Walter Paulo Santiago –
quando a escritura foi passada. Santiago disse ter emprestado a casa de graça a
Garcez, que, por sua vez, deixou Cachoeira morar lá – também de graça. Tanto
Perillo quanto o empresário Santiago dizem que não sabiam que Cachoeira morava
lá.
Apesar do mutismo de PT, DEM e PSDB,
há um movimento na Câmara dos Deputados para instalar uma CPI do Caso
Cachoeira. Isso – e sobretudo a ameaça de Cachoeira de falar o que sabe ao MPF
– está tirando o sono de muitos políticos em Goiânia e Brasília.
NOTA : ESTA HISTÓRIA DA DELAÇÃO PREMIADA É UMA INJUSTIÇA !
AS IMPOLUTAS FIGURAS QUE SE SENTAM EM BRASÍLIA , DEVEM ESTAR NESTE MOMENTO COM OS CABELOS EM PÉ !
ESTE CACHOEIRA - PARA QUEM NÃO SE LEMBRAR - FOI O AUTOR DO PRIMEIRO ESCÂNDALO DO GOVERNO LULA !
ESTE FOI O TAL QUE NEGOCIOU COM WALDOMIRO, QUE ERA ASSESSOR DE JOSÉ DIRCEU ( SEMPRE ELES... ), CONTRIBUIÇÕES PARA A CAMPANHA DO PT !
DEPOIS DESTES ESCÂNDALOS TODOS E PARA SE TER UMA NOÇÃO DE COMO A JUSTIÇA E A IMPUNIDADE FUNCIONAM NESTE PAÍS, QUESTIONEM-SE, QUANTOS INTÉRPRETES DE ESCÂNDALOS, QUE SÓ NO GOVERNO DE DILMA JÁ CAUSOU A QUEDA DE SEIS MINISTROS, SE ALGUÉM ESTÁ PRESO ?
CONHECEM ALGUM ? . . .
Marcadores: DINHEIRO PÚBLICO, IMPUNIDADE, JUSTIÇA, LADROAGEM
O DINHEIRO É PÚBLICO ! . . . VAMOS A ISTO !
“ O GLOBO “
Senadores:
cargos comissionados multiplicam em até cinco vezes. Somente com vale-refeição despesa anual
aumentou 157%
BRASÍLIA - Uma brecha criada por normas internas do Senado custa
caro aos cofres públicos. Graças a esse expediente, cada um dos 81 parlamentares
pode multiplicar os cargos comissionados que tem à disposição - 12 no total.
Alguns aumentaram esse número em mais de cinco vezes. Com isso, a despesa anual
dos comissionados somente com vale-refeição cresceu 157%, passando de R$ 7,441
milhões para R$ 19,178 milhões. Todo servidor, efetivo ou comissionado, tem
direito a um vale-refeição de R$ 638 mensais, independentemente do valor do
salário.
Os senadores empregam
2.505 funcionários comissionados, o que representa um gasto de R$ 1,598 milhão
por mês somente com esse benefício. O Guia do Parlamentar - cartilha elaborada
pela diretoria do Senado e entregue a cada senador quando assume o mandato -
diz que em regra o gabinete é composto por 12 assessores: cinco assessores
técnicos, seis secretários parlamentares e um motorista. Mas, na prática, essas
funções estão sendo desdobradas e multiplicadas. Se os parlamentares
contratassem apenas os 12 servidores sugeridos, o gasto mensal com
auxílio-refeição seria de R$ 620 mil. Ou seja: o Senado gasta 157% a mais só
com um benefício, porque os senadores incham o quadro de funcionários e esse
benefício é pago individualmente.
Há casos como o do
senador Ivo Cassol (PP-RO), que desmembrou as 12 funções em 67 cargos
comissionados, lotados em seu gabinete e nos dois escritórios políticos que
mantém em Rondônia. Como o auxílio-refeição é de R$ 638 por mês, se Cassol
seguisse a sugestão do Guia do Parlamentar, gastaria R$ 7,6 mil por mês, mas a
despesa do seu gabinete chega a R$ 42,7 mil com esse benefício.
João Ribeiro (PR-TO) -
réu em uma ação no Supremo Tribunal Federal na qual é acusado de manter 35
funcionários em sua fazenda em regime análogo à escravidão - não se importa
muito em gastar o dinheiro do contribuinte para contratar assessores para
trabalhar para ele, pagos pelo Senado. O senador mantém 53 pessoas no gabinete
ou nos escritórios políticos - gasto de R$ 33,8 mil. Clóvis Fecury (DEM-MA) é
outro que multiplicou seus auxiliares. Ele tem 56 funcionários, 38 lotados em
seu gabinete em Brasília. Um gasto de R$ 35,7 mil.
Já o senador Fernando
Collor (PTB-AL) tem 54 comissionados no gabinete e o senador Gim Argello
(PTB-DF), que empregava seu contador particular, tem 46 assessores. O novato
Eduardo Lopes (PRB-RJ), que acaba de assumir a vaga de Marcelo Crivella (PRB-RJ)
no Senado, herdou 43 comissionados no gabinete. Ele assumiu o mandato semana
passada, após Crivella aceitar o convite da presidente Dilma Rousseff para ser
ministro da Pesca.
O vale-refeição é só um
exemplo do aumento de gastos no Senado pela contratação excessiva de servidores
comissionados. Eles também fazem horas extras, limitadas a R$ 2.500 por mês. Os
funcionários efetivos não têm esse direito. Além disso, apesar de não ter plano
de saúde pago pelo Senado, os comissionados podem ser atendidos, quando
precisam, pelo serviço médico que funciona na Casa. Quanto mais funcionários
ativos, mais gastos para manter esse serviço.
Neste domingo, O GLOBO revelou que a farra das nomeações continua, apesar da
crise institucional na qual o Senado mergulhou em 2009 por conta de atos
secretos que escondiam fantasmas e parentes dos parlamentares. O GLOBO
identificou pelo menos 25 senadores que mantêm nos escritórios pessoas que não
aparecem para trabalhar, porque fazem curso no exterior; ou profissionais que
atuam em clínicas médicas e escritórios particulares de advocacia, ganhando
salário pelo Senado. Há também outros que empregam políticos cujos mandatos
foram cassados pela Justiça Eleitoral ou são denunciados pelo Ministério
Público por desvio de verba.
O próprio Ivo Cassol,
que emprega 67 comissionados, patrocina uma ilegalidade. Desde dezembro
passado, mantém no gabinete o jornalista Francisco Sued de Brito Pinheiro
Filho, nomeado em 1 de fevereiro para trabalhar na presidência da Assembleia
Legislativa de Rondônia. A assessoria do senador disse que ele já havia
identificado o problema e iria demitir o servidor, mas até ontem o nome dele
constava no Quadro de Servidores Efetivos e Comissionados do Senado.
Senadores
não controlam ponto
Assim como acontece nos
escritórios políticos nos estados, os senadores também não exercem controle
sobre a atuação de seus servidores nos gabinetes do Senado, em Brasília. São
poucos os que exigem que os funcionários registrem o ponto eletronicamente.
Levantamento no Quadro de Servidores Ativos e Comissionados mostra que dez
senadores aboliram a regra para todos os seus assistentes.
Ano passado, o Senado
gastou mais de R$ 1,2 milhão com o ponto eletrônico biométrico. Mas, por acordo
entre parlamentares, eles determinam quem tem e não tem a obrigação de bater o
ponto.
Há casos como o do
senador Jayme Campos (DEM-MT). Dos 21 servidores de seu gabinete, 20 não têm a
obrigação de registrar a hora que chegam e a que saem. O único que não está
livre da burocracia é um servidor efetivo (aprovado em concurso), que trabalha
no Senado desde 1984 e é subchefe de gabinete do senador.
A segunda
vice-presidência, ocupada pelo senador Waldemir Moka (PMDB-MS), desobriga 20 de
seus 21 servidores de registrarem o ponto. Já a quarta secretaria, que está a
cargo de Ciro Nogueira (PP-PI), não obriga nenhum dos 13 funcionários a bater o
ponto. Também no gabinete do próprio Ciro ninguém registra o horário de entrada
ou saída.
A presidência do Senado
é mais controladora. Dos 42 assessores, somente três têm a vantagem de não
registrar os horários de trabalho. Alguns senadores são mais rigorosos ainda.
Não permitem que ninguém deixe de bater o ponto. Isso acontece nos gabinetes de
Cristovam Buarque (PDT-DF), Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ),
Paulo Bauer (PSDB-SC), Paulo Paim (PR-RS), Pedro Simon (PMDB-RS) e Wellington
Dias (PT-PI).
NOTA : QUEM É QUE CONSEGUE COLOCAR TERMO NISTO ?
NÃO HÁ NENHUM ÓRGÃO INTERESSADO NISTO ? PORQUÊ ? TALVEZ PARA DEPOIS NÃO SER INVESTIGADO TAMBÉM ? . . .
SÃO ESTES CAMPEÕES DA MORALIDADE QUE GEREM ESTE BRASIL, E QUE COM A MAIOR DESFAÇATEZ SE IRÃO SUJEITAR DE NOVO AO VEREDICTO POPULAR, NUM VOTO OBRIGATÓRIO E DE " CABRESTO ", COM AS TRADICIONAIS COMPRAS DE VOTOS, QUE SABEM DE ANTE MÃO, GARANTIR DE NOVO A SUA ELEGIBILIDADE, O SEU LUGAR, E CONTINUAR ESTE MUNDO DE ILICITUDES.
QUANDO ESTE PAÍS FOR UMA REPUBLICA A SÉRIO, SERÁ UM PAÍS ENORME !
ATÉ LÁ, E ENQUANTO HOUVER DINHEIRO PÚBLICO E VOTOS DESTA NATUREZA, A LADROAGEM VAI CONTINUAR !
Marcadores: BRASILIA, CARGOS POLÍTICOS, DINHEIRO PÚBLICO, LADROAGEM, SENADORES
QUEM TERÁ SIDO O CONSTRUTOR ? . . .
NOTA : PARA ALÉM DE DEFICIENTEMENTE CONSTRUÍDO, APOSTO QUE AS OBRAS CUSTARAM MUITO MAIS DO QUE ESTAVA ORÇAMENTADO !.
QUEM TERÁ SIDO O CONSTRUTOR ?
QUEM TERÁ FISCALIZADO A OBRA ?
PALAVRAS PARA QUÊ ? . . . O COSTUME ! . .
DINHEIRO PÚBLICO NESTA TERRA SERVE PARA ISTO MESMO !
NINGUÉM SERÁ RESPONSABILIZADO PELA ROUBALHEIRA QUE DEVE TER HAVIDO, NINGUÉM SERÁ PRESO, E ESTARÃO JÁ OS MESMOS CONSTRUTORES, EVENTUALMENTE, A CONSTRUÍREM NOVOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS . . .
É UM FARTAR VILANAGEM !
Marcadores: DINHEIRO PÚBLICO, LADROAGEM
A RAPOSA A GUARDAR O GALINHEIRO . . .
“
ÉPOCA “
16/03/2012
Tribunal que virou caso de polícia
Responsável por fiscalizar as contas do governo
fluminense, o TCE do Rio é investigado por distribuir uma verba secreta e
manter servidores fantasmas
HUDSON
CORRÊA
O Tribunal de
Contas do Estado do Rio de Janeiro tem contas a prestar ao Brasil. Os R$ 15
bilhões destinados pelo governo fluminense à organização da Olimpíada de 2016 –
evento que visa vender o Brasil ao mundo – precisam ser fiscalizados por seus
sete conselheiros. Outros R$ 60 bilhões gastos anualmente pelo governo do Rio
são fiscalizados por essa equipe, que não trabalha sozinha. Ao todo, o órgão
conta com 1.600 funcionários. Cada um
dos sete conselheiros conta ainda com 20 funcionários de confiança. Vinte. Para
cada um deles. Espera-se que desse mundo saiam, regularmente, detalhes sobre
como esses funcionários públicos operam e aplicam seus recursos. Mas foi nesse
mesmo mundo que a Procuradoria-Geral da República identificou um mar de
suspeitas de irregularidades, incluindo o uso de verbas ilegais sem verificação
alguma. O TCE do Rio virou um caso de polícia.
Em 7 de dezembro
passado, um grupo de policiais federais foi à sede do Tribunal, no centro do
Rio. A operação foi realizada sob ordens do Superior Tribunal de Justiça (STJ)
e tinha alvo certo: um banco de dados com informações sobre funcionários e a
folha de pagamentos. Duas semanas antes das buscas, a Procuradoria da República
denunciara ao STJ quatro dos sete conselheiros do Tribunal – o atual presidente, Jonas Lopes de
Carvalho Junior, o vice, Aluisio Gama de Souza, o ex-presidente José Gomes
Graciosa e Julio Lambertson Rabello – por empregar funcionários irregulares e
“fantasmas”. Documentos obtidos por ÉPOCA revelam agora que o escândalo é ainda
maior. Os conselheiros são investigados por enriquecimento ilícito. Segundo a
procuradoria, eles têm embolsado ao longo dos últimos anos uma “verba secreta”
distribuída sem critério ou fiscalização. Mais precisamente, R$ 4 milhões por
ano. E não há nada no Diário Oficial ou no boletim interno do TCE-RJ que
explique para onde vai essa dinheirama. Cada um dos sete conselheiros do
Tribunal gasta R$ 48.374,88 por mês sem dar satisfação à sociedade. Nem um
muito obrigado.
A
Procuradoria da República batizou a despesa milionária de “verba secreta” e diz
que ela é ilegal. A verba foi criada em junho de 1992. À época,
equivalia a R$ 4 mil por mês. Foi sendo reajustada ao longo dos anos até chegar
aos mais de R$ 48 mil – o dobro do salário de um conselheiro fluminense. Essa quantia, segundo o TCE-RJ, é distribuída entre
os funcionários que tiverem melhor desempenho em suas funções, como
gratificação, mas sem critérios predefinidos. Cada gabinete manda à presidência
do Tribunal, segundo o TCE, uma lista com o nome dos servidores contemplados no
mês. E pronto. Segundo a assessoria do TCE-RJ, a inspiração para o benefício
foi uma lei do então governador Moreira Franco (1987-1991). A tal lei, no
entanto, previa gratificação para funcionários da Casa Civil do governo
estadual. “Você não pode aumentar o orçamento de um órgão ligado ao Legislativo
com base numa lei feita para o Executivo”, diz Claudio Pinho, professor de
Direito Constitucional e membro do Instituto dos Advogados Brasileiros. A
Procuradoria da República ficou ainda menos convencida com a explicação e busca
obter pistas sobre o real destino da verba secreta. “Ela pode constituir mais
um artifício para enriquecimento ilícito (dos conselheiros)”, afirma o
subprocurador-geral da República Carlos Eduardo de Oliveira Vasconcelos. A
suspeita é que o dinheiro seja desviado para o bolso dos próprios conselheiros,
enquanto funcionários, usados como laranjas, aparecem como beneficiários. Os
conselheiros negam qualquer ilegalidade e dizem que as acusações são um
equívoco da Procuradoria da República. Entre os sete integrantes do
Tribunal, apenas José Maurício de Lima Nolasco abriu mão da verba secreta,
embora já a tenha usado. Quando presidia o Tribunal em 2010, Nolasco propôs a
extinção da gratificação, que já era investigada. Houve ensaio de revolta entre
os conselheiros, e tudo continuou como estava.
NOTA : E É ESTA GENTE DESIGNADA PARA VELAR PELO BOM USO DO DINHEIRO PÚBLICO !...
DEPOIS DISTO, CONFIAR EM QUEM ?
E NINGUÉM É PRESO ?
AINDA CONTINUAM NOS SEUS POSTOS ?
POR MAIS QUANTO TEMPO ?
Marcadores: DINHEIRO PÚBLICO, ISTO É BRASIL, LADROAGEM, TRIBUNAIS DE CONTAS
CERVEJA ! OBVIAMENTE ! . . .
NOTA : DEPOIS DA " RÁBULA DOS PURITANOS ", DE TENTAREM PROIBIR A VENDA DE CERVEJA DURANTE A COPA, EIS O RESULTADO ! . . .
COMO HÁ DIAS AQUI ESCREVI, A IDEIA DE TENTAR IMPEDIR A VENDA DE BEBIDAS ALCOOLICAS DURANTE A COPA DO MUNDO, QUANDO A CERVEJA BUDWEISER É UMA DAS PRINCIPAIS PATROCINADORAS, SÓ DEPUTADOS E SENADORES BRASILEIROS SE LEMBRARIAM . . .
Marcadores: FOTO DO DIA
terça-feira, 13 de março de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
ISTO SIM ! É AVANÇO TECNOLÓGICO ! . . .
G1
GLOBO
12/03/2012
Preso
só não foge porque não quer, diz juiz sobre CDP com estilingue. Magistrado
flagra agente com estilingue cuidando de 33 presos no RN. Local é vulnerável e houve casos de fugas,
diz juiz; governo avalia o caso.
O
juiz Peterson Fernandes Braga, titular da Comarca da cidade de São Paulo do
Potengi, no Rio Grande do Norte, diz que ficou surpreso quando viu que o único
agente que cuidava de 33 presos no Centro de Detenção Provisória (CDP) da
cidade tinha apenas uma baladeira (um estilingue, usado para caça de pássaros)
para se defender e também impedir a fuga dos detentos.
“Eu faço mensalmente uma visita ao CDP desde o ano passado a pedido do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e nunca tinha visto isso. Nas outras vezes, os agentes tinham armas. É a primeira vez que eu vejo que eles estão desarmados. Eu estranhei e perguntei para o segurança onde estavam as armas. Ele falou que não tinha e que usava o estilingue”, contou o juiz ao G1.
“Eu faço mensalmente uma visita ao CDP desde o ano passado a pedido do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e nunca tinha visto isso. Nas outras vezes, os agentes tinham armas. É a primeira vez que eu vejo que eles estão desarmados. Eu estranhei e perguntei para o segurança onde estavam as armas. Ele falou que não tinha e que usava o estilingue”, contou o juiz ao G1.
A
visita ocorreu no último dia 5 e o magistrado enviou um ofício à Corregedoria
Geral da Justiça e a Coordenadoria de Administração Penitenciária do Estado
pedindo providências.
“Os
presos não fogem porque não querem. O local é completamente vulnerável, sem
segurança nenhuma”, classifica Braga.
A
cidade tem 15 mil habitantes e fica a cerca de 73 quilômetros da capital do
estado, Natal.Segundo ele, 33 presos estão em duas celas de cerca de 9 metros
quadrados cada. “Já houve várias fugas e rebeliões no CDP. A última foi no fim
do ano passado, quando cinco detentos fugiram, entre eles dois traficantes
perigosos que ainda não foram recapturados”, recorda o juiz.
'Todo preso é perigoso'
Cinco vigias
trabalham em turnos de 24 horas na unidade, mas somente um estava de plantão no
dia em que houve a visita. O juiz afirma que no CDP estão confinados na mesma
cela presos condenados e outros ainda em espera de julgamento, o que é
irregular.
“Todo preso, até
que se prove o contrário, é perigoso. Supõe-se que, se a pessoa está presa, ela
representa um risco à sociedade. Deixar a situação assim, não dá. Espero que
com a repercussão do caso o governo faça alguma coisa”, acrescenta Braga.
Outro lado
A Secretaria de
Justiça do Rio Grande do Norte, responsável pela administração do sistema
penal, informou por telefone ao G1 que o caso não
é isolado e que há carência de pessoal nas unidades penitenciárias do estado. A
pasta está verificando a situação e, dentre as providências que serão tomadas,
será a chamada de aprovados em um concurso público para agente e também a
realização de um curso de formação de profissionais para os presídios.
A secretaria diz
que o sistema penal do Rio Grande do Norte não possui armas e que as
utilizadas, eventualmente, são cedidas pela Polícia Militar. O Exército já
aprovou a compra e o governo está fazendo um edital para aquisição das armas
que serão destinadas aos presídios, disse a assessoria de imprensa da
pasta.
NOTA : ISTO SIM É AVANÇO TECNOLÓGICO !
AS AUTORIDADES PRISIONAIS BRASILEIRAS, RECORREM A ESTE " NOVO " TIPO DE ARMAS NÃO LETAIS, NÃO DESCURANDO AO MESMO TEMPO A SEGURANÇA DA SOCIEDADE !
OS ORGANIZADORES DA COPA E OLIMPÍADAS, DEVEM ESTAR POR ESTAS E POR OUTRAS, MUITO MAIS TRANQUILOS !
AINDA SE ARRISCAM A GANHAR ALGUM PRÉMIO DA AMNISTIA INTERNACIONAL !
QUEM SERÁ O FORNECEDOR DESTE TIPO DE ARMAMENTO DE ALTA SEGURANÇA ? . . .
Marcadores: ISTO É BRASIL, SEGURANÇA, TECNOLOGIA
domingo, 11 de março de 2012
LULA CONTINUA A SURPREENDER . . .
JORNAL “ A BOLA “ ∕ LISBOA
11-03-2012
Lula da Silva procura médium
analfabeto para curar cancro
O ex-presidente brasileiro, Lula da Silva, que tem recebido tratamento contra o cancro que lhe foi diagnosticado na laringe no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e estará ainda a ser acompanhado por João de Deus, um médium especializado em cirurgias espirituais que mal sabe ler e escrever.
NOTA : O QUE PENSARÃO DISTO, OS MÉDICOS DO HOSPITAL SÍRIO - LIBANÊS ?
Marcadores: CRENDICES, CRETINICES, LULA
O TAL " JEITINHO BRASILEIRO " DE FAZER AS COISAS, SEGUNDO ALDO RABELO
G1
GLOBO
11/03/2012
Governos
divergem sobre custos de dez estádios da Copa de 2014.Soma das diferenças entre
maior e menor valor de cada um é de R$ 1,7 bi.TCU, ministério e estados dizem
trabalhar com números diferentes.
Governos federal,
estaduais e Tribunal de Contas da União (TCU) divergem sobre o valor das obras
de 10 dos 12 estádios que receberão partidas da Copa do Mundo no Brasil em
2014.
Levantamento do G1 a partir de relatório do TCU; do Portal da Copa, do
Ministério do Esporte; e dos sites oficiais da Copa nos 12 estados-sede indica
que a soma das diferenças entre o maior e o menor valor apontado para cada
estádio chega a R$ 1,723 bilhão - cifra suficiente para reformar dois
Maracanãs.
Além da arena
carioca, outros nove estádios (Mineirão, Estádio Nacional de Brasília, Arena
Pantanal, Castelão, Arena da Amazônia, Arena das Dunas, Beira-Rio, Arena
Pernambuco e Fonte Nova) registraram diferença entre os valores divulgados por
suas respectivas administrações e os dados oficiais do governo federal.
Somente o
Itaquerão (São Paulo) e a Arena da Baixada (Curitiba) não apresentaram
distorções - o primeiro, porque os valores são coincidentes nos sites oficiais;
a segunda, porque o governo paranaense não divulga o valor oficial. Em ambos os
casos, os estádios são privados - os clubes Corinthians e Atlético Paranaense
são os administradores (veja quadro abaixo).
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OS VALORES DOS ESTÁDIOS E AS DIFERENÇAS
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Sede
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TCU
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Governo federal
|
Governo local
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Diferença (maior -
menor)
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Belo Horizonte
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R$ 743,4 milhões
|
R$ 695 milhões
|
R$ 665,7 milhões
|
R$ 77,7 milhões
|
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|
Brasília
|
R$ 696 milhões
|
R$ 688,3 milhões
|
R$ 800 milhões
|
R$ 111,7 milhões
|
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|
|
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Cuiabá
|
R$ 342,06 milhões
|
R$ 518,9 milhões
|
R$ 359 milhões
|
R$ 176,84 milhões
|
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Curitiba
|
não há
|
R$ 234 milhões
|
não há
|
não há
|
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|
Fortaleza
|
R$ 525,97 milhões
|
R$ 518,6 milhões
|
R$ 518,6 milhões
|
R$ 7,413 milhões
|
|
|
|
|
Manaus
|
R$ 499,5 milhões
|
R$ 533,2 milhões
|
R$ 499,5 milhões
|
R$ 33,7 milhões
|
|
|
|
|
Natal
|
R$ 417 milhões
|
R$ 417 milhões
|
R$ 400 milhões
|
R$ 17 milhões
|
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|
Porto Alegre
|
não há
|
R$ 290 milhões
|
R$ 330 milhões
|
R$ 40 milhões
|
|
|
|
|
Recife
|
R$ 464 milhões
|
R$ 500,24 milhões
|
R$ 532 milhões
|
R$ 68 milhões
|
|
|
|
|
Rio de Janeiro
|
R$ 705,6 milhões
|
R$ 883,5 milhões
|
R$ 859 milhões
|
R$ 177,9 milhões
|
|
|
|
|
Salvador
|
R$ 1,605 bilhão
|
R$ 597 milhões
|
R$ 591,7 milhões
|
R$ 1,013 bilhão
|
|
|
|
|
São Paulo
|
não há
|
R$ 820 milhões
|
R$ 820 milhões
|
não há
|
|
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|
Total
|
-
|
-
|
-
|
R$ 1,723 bilhão
|
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Fontes: TCU; Portal da
Copa do Ministério do Esporte; governos estaduais
|
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||||
Segundo o
pesquisador Fabiano Angélico, especialista em acesso à informação da Fundação
Getúlio Vargas (FGV), a distorção expõe falta de transparência na divulgação do
que governo federal, estados e municípios estão desembolsando para viabilizar a
realização da Copa nessas localidades. Não é possível saber qual é o valor
verdadeiro das obras.
Questionadas a
respeito do valor oficial dos estádios, todas as esferas administrativas
confirmaram trabalhar com valores diferentes e não especificaram qual é o valor
real do conjunto de investimentos. Admitiram apenas que alguns dos valores
divulgados estão desatualizados.
Copa abalaram a
relação entre o governo federal e a Federação Internacional de Futebol (Fifa)
na última semana. No último dia 2, o secretário-geral da entidade, Jérôme
Valcke, disse que "as coisas não estão funcionando no Brasil". Na
mesma ocasião, afirmou que o país precisava de um "pontapé no
traseiro", o que gerou protestos do governo, que anunciou que não iria
mais aceitar
Valcke como interlocutor. Depois, a Fifa pediu desculpas
pelo episódio, e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, enviou carta à Fifa aceitando
os pedidos.
Maiores
distorções
Segundo o
levantamento, as maiores diferenças nos valores divulgados estão nas obras dos
estádios Maracanã, no Rio; Nacional Mané Garrincha, em Brasília; Arena
Pantanal, em Cuiabá; e Fonte Nova, em Salvador. Todas apresentam, entre números
divulgados pelo governo dos estados, Ministério do Esporte e TCU, diferenças
superiores a R$ 100 milhões.
Copa abalaram a
relação entre o governo federal e a Federação Internacional de Futebol (Fifa)
na última semana. No último dia 2, o secretário-geral da entidade, Jérôme
Valcke, disse que "as coisas não estão funcionando no Brasil". Na
mesma ocasião, afirmou que o país precisava de um "pontapé no
traseiro", o que gerou protestos do governo, que anunciou que não iria
mais aceitar
Valcke como interlocutor. Depois, a Fifa pediu desculpas
pelo episódio, e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, enviou carta à Fifa aceitando
os pedidos.
Maiores
distorções
Segundo o
levantamento, as maiores diferenças nos valores divulgados estão nas obras dos
estádios Maracanã, no Rio; Nacional Mané Garrincha, em Brasília; Arena
Pantanal, em Cuiabá; e Fonte Nova, em Salvador. Todas apresentam, entre números
divulgados pelo governo dos estados, Ministério do Esporte e TCU, diferenças
superiores a R$ 100 milhões.
Marcadores: ALDO RABELO, CORRUPÇÃO, DINHEIRO PÚBLICO, FIFA, RIO 2014
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